<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975</id><updated>2011-11-27T19:49:00.913-02:00</updated><category term='P'/><title type='text'>Subestação</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>68</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1506552841200373486</id><published>2011-06-24T22:37:00.002-03:00</published><updated>2011-06-25T11:20:35.536-03:00</updated><title type='text'>Medo medo medo!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px; "&gt;Medo, medo, medo... Eu te procuro mas não te encontro!&lt;br /&gt;A medida que não te tenho me desumanizo, a medida que tento te achar me torno medíocre, porém é preciso quando se procura viver como um comum e encontrar sonhos que não são seus, afinal não se vive sozinho e a coragem de um sonho solitário quase sempre descamba em pesadelo. A medida entre a coragem e a burrice! O que mais doí é que em uma sociedade de medíocres quase toda coragem é burrice! E eu, eu não consigo viver sozinho, o sorriso dos outros alegra meu coração, é preciso sorrir, eu rio de qualquer coisa nessa vida, pra não me tornar louco me torno palhaço e levo a vida com humor, alienação! Em um longo processo de dia após dia tomar para si o que não é seu, ser como os demais, ser como a música do Zéca Baleiro, querer apenas uma vida em um comercial de margarina, um filho e um cachorro, torcendo pra não se tornar Mrs. Dalloway.. Ahh... mas isso não me afeta, ou já não me afeta, quem sabe como foi o passado ? Construo o que existiu com os olhos de hoje, e essa é a grande maravilha da vida, de se reinventar a cada momento, de tornar-se comum e um pouco.. medroso quem sabe, com essa cara deslavada e mentirosa de que nada me afeta! mas será mesmo que afeta ? que é realmente mentira ? As vezes estamos certos e não sabemos... o tempo é quem diz, no final das contas tudo continua e a vida é isso, é o que é, um eterno processo com muitos procedimentos, com uma morte inesperada ou não... É só uma perspectiva, tem se coragem de fazer tudo porque pode tudo acabar amanha, tem se medo de ir a esquina, porque ir a esquina pode ser fatal... é o que dilata as pupilas e faz bater forte o coração, mas voltando ao inicio se é que é isso mesmo, medo medo medo me diga onde se esconde, que eu quero te encontrar ! Porque um cachorro eu já tenho...em breve dois cursos e algum título de sei la o que, minhas histórias frenéticas?? Isso não importa, não é mérito algum, mérito é ter medo... e se divertir comendo!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1506552841200373486?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1506552841200373486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2011/06/medo-medo-medo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1506552841200373486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1506552841200373486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2011/06/medo-medo-medo.html' title='Medo medo medo!'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7218717563943575037</id><published>2010-11-21T01:05:00.001-02:00</published><updated>2010-11-21T01:05:41.365-02:00</updated><title type='text'>O poeta e o "vencedor"</title><content type='html'>Varrendo com a memória &lt;br /&gt;Todos os lugares &lt;br /&gt;Na audácia de prever o futuro&lt;br /&gt;Por conhecer o passado &lt;br /&gt;Tão inocentes os que acreditam saber &lt;br /&gt;Tão prepotentes os que acreditam ter vencido &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada esta perdido &lt;br /&gt;Nas careiras do vento &lt;br /&gt;Num poeta desconhecido &lt;br /&gt;Falando sobre tudo &lt;br /&gt;Não conhecendo nada &lt;br /&gt;Chega sua obra em caixas&lt;br /&gt;Textos anônimos &lt;br /&gt;Esquecidos&lt;br /&gt;Sem a autoridade do autor &lt;br /&gt;Importando mais quem fez do que o foi feito&lt;br /&gt;Desconstrutor humilde de falsas verdades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vive &lt;br /&gt;Sabe que ninguém sabe &lt;br /&gt;Por isso sabe muito &lt;br /&gt;Não conhece nada &lt;br /&gt;Viveu o mundo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias na memoria &lt;br /&gt;Artesanalmente criados&lt;br /&gt;Na violência e inconstância das aguas &lt;br /&gt;Moldando rochedos &lt;br /&gt;Não é ninguém &lt;br /&gt;Por isso é todo mundo &lt;br /&gt;É qualquer um &lt;br /&gt;É o povo&lt;br /&gt;A representação do sentimento humano&lt;br /&gt;O que há de mais sublime&lt;br /&gt;Poeta desconhecido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem acreditou vencer&lt;br /&gt;E viveu apenas uma vida &lt;br /&gt;Todos os lugares transformados num mesmo &lt;br /&gt;Vencia cada momento &lt;br /&gt;Sua vitoria própria de não mudar &lt;br /&gt;Ganhou e fechou-se em si mesmo &lt;br /&gt;Homem conhecido que morreu &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta desconhecido que perdeu&lt;br /&gt;Despojou-se em cada canto de um preconceito&lt;br /&gt;Levou uma beleza&lt;br /&gt;Vivendo em cada sorriso&lt;br /&gt;Existem ainda senhoras &lt;br /&gt;Que ao anoitecer rezam por ele &lt;br /&gt;E como uma lenda&lt;br /&gt;Contam sua historia&lt;br /&gt;Para as jovens filhas sonhadoras&lt;br /&gt;Em tom de segredo feminino &lt;br /&gt;Das antigas mulheres que na repressão&lt;br /&gt;Olvidaram o amor e aceitaram o poder&lt;br /&gt;O mito viaja as antigas ruas &lt;br /&gt;Sem saber por onde anda&lt;br /&gt;O poeta desconhecido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem conhecido &lt;br /&gt;Vencedor que todos localizam&lt;br /&gt;Tumba de faraó&lt;br /&gt;Temida ainda em pesadelos &lt;br /&gt;Nome de ruas &lt;br /&gt;Exemplo de austeridade &lt;br /&gt;Pobre ser que ninguém amou &lt;br /&gt;Mas a todos comprou&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7218717563943575037?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7218717563943575037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/11/o-poeta-e-o-vencedor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7218717563943575037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7218717563943575037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/11/o-poeta-e-o-vencedor.html' title='O poeta e o &quot;vencedor&quot;'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6334655846064490518</id><published>2010-09-17T01:04:00.002-03:00</published><updated>2010-09-17T01:07:12.953-03:00</updated><title type='text'>O peso e a coragem</title><content type='html'>As tensões demonstram &lt;br /&gt;As tensões demarcam &lt;br /&gt;A ousadia referenda &lt;br /&gt;A ousadia assusta &lt;br /&gt;A paciência espera &lt;br /&gt;A paciência faz mediação&lt;br /&gt;E os homens valem respostas&lt;br /&gt;De cada momento &lt;br /&gt;De cada situação &lt;br /&gt;Quem melhor se adéqua &lt;br /&gt;Quem melhor responde&lt;br /&gt;Quem suporta a pressão &lt;br /&gt;E os homens valem a pressão &lt;br /&gt;De uma difícil decisão&lt;br /&gt;Responsabilidade em cotação &lt;br /&gt;E assim...&lt;br /&gt;Os homens valem o peso e a coragem de cada decisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postei ai um poeminha bem bobo, acho que tem a ver com eleições, particularmente não conheço ninguém digno de nada que esteja se candidatando, nenhum homem ou mulher possam valer alguma coisa =p&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: sei que esse blog anda meio esquecido e não prometo melhoras, espero que entendam o momento, afinal é preciso sobreviver, mas o dia chegara em que os textos serão revistos e as discussões estimuladas &lt;br /&gt;abraços x)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6334655846064490518?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6334655846064490518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/09/o-peso-e-coragem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6334655846064490518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6334655846064490518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/09/o-peso-e-coragem.html' title='O peso e a coragem'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4888639170266087776</id><published>2010-09-05T18:26:00.001-03:00</published><updated>2010-09-05T18:34:11.785-03:00</updated><title type='text'>O mito da democracia</title><content type='html'>Áhh, eu queria entender o mito da democracia no Brasil, dessa lógica sem razão de ser que faz as pessoas se sentirem culpadas por não terem uma linha partidária bem definida, por não defenderem político algum, por acharem que são todos farinha do mesmo saco. &lt;br /&gt;Plantam a ilusão da democracia nos nossos olhos de dois em dois anos e ainda enchem o saco tentando fazer pesar a consciência dos mais sóbrios que são sem duvida os desiludidos, eu não acredito em ninguém e essa é uma das poucas coisas em que me acho inteligente.&lt;br /&gt;Agora é o ano de escolher o presidente, e quando digo que Dilma e Serra não são lá muito diferentes, assim como Iris e Marconi ( esses então nem se fala..) vem logo alguém defender uma postura e o engraçado e que no discurso de defesa de um candidato o apesar de é a figura mais freqüente, outra é a comparação, ou seja, tal candidato é bom apesar de... ou tal candidato não é bom mas é melhor do que... chega, isso irrita, isso me estressa, não vou votar em ninguém, não tem lógica nenhuma e parece que estamos todos de olhos vendados, não é possível, como alguém cola um adesivo no carro e estraga a pintura com a foto de um candidato que não conhece ¿ um infeliz, seja quem for, que já enriqueceu a família, que anda de carro importado e que tem como função ajudar um país de miseráveis ¿ qual a lógica de gastar um milhão em campanha e ganhar menos de vinte mil por mês ( no caso dos deputados) ¿ é matematicamente inexplicável, ai dirão com certeza que nem todos gastam isso... claro, quem não gasta também não ganha e continuamos nadando na praia, nadando na praia, é isso e só isso... Eterna depressão das eleições, então, podem ate me chamar de despolitizado, mas não podem me chamar de burro, pelo menos isso não, um poeta dizia que ignorância era a melhor coisa que existia, talvez seja mesmo, empolgar com a Dilma ou com o Serra  como se fosse Corinthians e São Paulo, Vila e Goiás, eu não quero eu não vou, eu tenho vergonha, muita vergonha, vergonha de morar em um estado em que restam seis Ava canoeiros e ainda assim dois grandes milionários de mesma ideologia disputam o governo, um dono de uma metade o outro dono da outra metade, eu que não sou dono de nada não prego um botão, ate pensei em votar, mas participar disso já é em si ir contra o raciocínio lógico que eu esforço tanto para conseguir, meu voto é nulo.&lt;br /&gt;É isso e só isso, nem vou corrigir, já perdi tempo demais e aprendi a pensar em mim já que é preciso sobreviver e o tempo não volta, as pessoas não tem cura, e não é pela falta de conhecimento antes que um intelectual pretensioso, desses que acreditam que “pobre” não sabe votar venha falar alguma coisa, como se quem estuda fosse a luz da sabedoria, quem não saber votar somos todos nós, porque quem depende da confiança do povo não pode errar nunca, eu faço de tudo pra não errar, porque votaria em políticos que erram tanto, eu não confio em quem trai suas ideologias, porque votaria em políticos que fazem isso a todo momento, ai vem me dizer que é jogo é estratégia... Hora, estratégia de que ¿, esse alternação de poderes existe desde sempre... Só não quero ser burro, o que confiou, o que acreditou, isso faz mal demais pro meu ego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e como disse, depois corrijo ou não, não vou perder meu tempo, vou cuidar do espírito do outro mundo, quem dera esse mundo fosse cristão, quem dera ate eu mesmo fosse verdadeiramente cristão, não teríamos eleições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4888639170266087776?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4888639170266087776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/09/o-mito-da-democracia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4888639170266087776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4888639170266087776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/09/o-mito-da-democracia.html' title='O mito da democracia'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4654642354057002760</id><published>2010-05-28T14:42:00.002-03:00</published><updated>2010-05-28T14:42:45.556-03:00</updated><title type='text'>A nós é IMPOSTO.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Sinceramente, eu gosto de pagar impostos. Não gostar do modo mais literal da palavra, porém entre todos os males é o menor. Apesar de grande potencial de julgamento que tenho, não julgo o Brasil por sua carga tributária. Sonegar e reclamar pela grande carga tributária todo mundo faz, porém poucos enxergam a suma importância desses tributos. Não posso dar uma de bom moço, e omitir que por muitas vezes sonego imposto, porém concordo com as cobranças. Os preços são absurdos, de fato; é caríssimo comprar, por exemplo, um software original, um cd ou DVD, ou tantas outros objetos que buscamos no dia-a-dia. Entretanto nada se faz sem um bom recolhimento de impostos. Normalmente, se alguma equipe de reportagem, se dirige à um supermercado fazer uma reportagem sobre os tais tributos pagos pelo consumidor, a única coisa que escutaremos dos contribuintes são reclamações. Reclamações sem fundamento, apenas partindo do princípio de pagar menos. Concordo que as coisas são caras, isso não se tenha dúvida, porém não vejo necessidade de diminuir os impostos. Dentre todas as mudanças necessárias a diminuição de tributos não é uma delas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Problema&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Como tudo não é um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;mar de rosas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;, teria eu que reclamar de alguma coisa, acredito eu com razão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;“O Brasil é um dos países que mais paga impostos.” – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;mentira. É de fácil circulação esse tipo de afirmação, pondo o Brasil como um país muito mais injusto do que a veracidade de sua injustiça. Países de primeiro mundo, tem uma porcentagem de arrecadação parecida se não maior que o Brasil, e isso os auxilia quanto ao seu posicionamento de desenvolvimento. O dinheiro não nasce em árvore, não aparece por mágica e, muito menos, caí do céu. O governo precisa dele para cumprir com seu papel. Então se o problema não está na quantidade da arrecadação onde está? Digo à vocês – com certeza ninguém precisa de mim para dizer isso, é tão óbvio que apenas os mais leigos lerão esse textos e serão surpreendidos  - está na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;distribuição. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;É muito fácil impor taxas para todo o lado. Recolher é uma arte fácil de ser tramada, o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;problema &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;é saber distribuir; o grande vilão da qualidade de vida, é o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;retorno &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;que o imposto pago nos trás. Ao contrário do que acontece aqui no Brasil, países de primeiro mundo, com grande quantidade de tributos, transferem boa parte do que lhes foi pago em benefícios à população. Muitos países não têm escolas particulares, as públicas são espetaculares; são esses mesmos países que dão atendimento médico de qualidade ao povo, pois é, difícil de acreditar. Duvido que algum brasileiro já tenha se imaginado indo à um posto médico e sendo atendido de forma melhor, impossível, sem desembolsar um real. Duvido.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Solução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Primeiramente, é impossível atingir uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;fórmula mágica &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;que resolva todos os problemas. Se a tivesse, certamente teria ganho algum dinheiro. O que falta no Brasil é a consciência, altruísmo e pluralidade. Aqui, todo mundo baixa a cabeça e faz por si. O político, chega ao cargo com um apoio magnífico, mas quando lá está, só pensa no pé de meia e ta nem ai para o mesmo povo que lá o pôs. O presidente, prefere tomar vinho e comer queijo, à resolver de uma vez por todas o problema de filas em postos de saúde. A população fica sem atendimento, as crianças sem escola, as estradas precisam de empresas privadas para mantê-las, e por ai vai. O Brasil é um país grande, tem uma arrecadação enorme, mesmo com tanta sonegação. Apesar de tanto roubo por parte dos políticos, sempre há dinheiro. Seria tão melhor se todo dinheiro que fosse investido na forma de impostos retornasse. O brasileiro não vê necessidade em pagar imposto, pois o governo não o instiga à pagar. É um por um e o todo que vá à merda. É assim que as coisas funcionam. Se fizesse diferença na hora de por o filho na escola ou de procurar ajuda médica, provavelmente ninguém mais aderiria à pirataria. Tanto clamam que paguemos impostos, tanto clamam que não ajudemos ao tráfico, porém nada fazem para ajudar nessa mudança. Querem que paremos de pagar uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;instituição &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;ilegal, que não nos dá retorno nenhum – a não ser a economia do próprio bolso – e comecemos a pagar uma instituição legal que continuará não nos dando retorno, mas pelo contrário da primeira citada, gastaremos absurdo a mais. Fico até imaginando um discurso sobre o tema, daria uma grande apresentação de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Stand Up Comedy!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4654642354057002760?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4654642354057002760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/sinceramente-eu-gosto-de-pagar-impostos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4654642354057002760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4654642354057002760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/sinceramente-eu-gosto-de-pagar-impostos.html' title='A nós é IMPOSTO.'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8668155414625860265</id><published>2010-05-24T15:02:00.003-03:00</published><updated>2010-05-24T15:25:59.811-03:00</updated><title type='text'>Morrer em vão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os bons corações acreditam na humanidade, os moderados são falsos mas ajudam o próximo e os maus enxergam a verdade e á usam em seu favor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Acredito ser desse meio, dos moderados, sem ter ilusões, ter fé na humanidade pra mim parece algo ridículo, sem fundamentação pensar que o homem é por natureza bom, prefiro Hobbes a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Rousseau, prefiro uma verdade bem contada que uma mentira cheia de adereços. As pessoas se assustam com Hobbes e Maquiavel, com Nietzsche e outros mais, se assustam pela sua completa falsidade ou ilusão, mais falsidade que ilusão é verdade. Conheço poucos iludidos, são na sua maioria comunistas, comunistas de coração, mas a fé nos livros vermelhos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;costuma durar pouco e logo o poder corrompe as engrenagens do amor. Marx se torna um meio para receber títulos e um bom vencimento em faculdades e sindicatos, no fim é a ferramenta para uma vida alternativa na academia, aliando hipocrisia e conforto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Já os que não são iludidos, os falsos, somos nós que conservamos, os conservadores, que fingimos estar fazendo algo dando dinheiro para o “criança esperança” cegando nossos olhos para a justiça e para o instinto carnívoro do homem, acreditando em Rousseau e &lt;st1:personname productid="em leis. Somos" st="on"&gt;em leis. Somos&lt;/st1:personname&gt; os piores, nazistas são assassinos declarados e por isso perseguidos, somos assassinos ocultos matando africanos de AIDS e chineses em manufaturas, somos piores, muito piores, somos medíocres.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas o que fazer? Sinceramente acredito que a resposta seja nada! Não há nada a fazer, talvez não optar por ser um consumista louco já seja um caminho, talvez tentar enxergar as coisas sem o véu da mentira seja também útil. Ter coragem é primordial, coragem para dizer o que pensa e estender a mão para quem está perto, mais do que isso é ilusão, é dar murros em facas afiadas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Um amigo Marxista me diz sempre que o Marxismo é cientifico, um grande amigo, com um peito enorme para crer na humanidade sem medir palavras e atos. Hora, esse é justamente o problema, o Marxismo é cientifico, um modelo ideal, racional para seres irracionais para animais movidos por instintos, por paixão, por fama, poder e dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O capitalismo é irracional, um sistema degradante e desigual e por isso tão forte! Tem sua força no inconsciente humano, hora o que são os cursos de publicidade se não escolas de ensinar a enganar o inconsciente? Fossemos seres racionais a realidade seria outra, como disse Aristóteles o bem comum é a lógica em si, hoje te ajudo amanha você me ajuda, não existiriam bancos e as pessoas não andariam sozinhas nos carros, o que é a maçonaria se não uma grande organização que prega a cooperação mutua? Por isso maçons são ricos, por isso os pobres que são desunidos pagam duas vezes o preço de uma cama que custaria duzentos reais, pelo simples fato de não ter quatro amigos que cooperem entre si e emprestem cinqüenta cada. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não é uma matemática difícil de ser feita, o problema e que não agimos segundo a matemática, queremos ser melhores e com esse intuito acabamos por ser iludidos pelos que estão no topo, os mais espertos, os que sabem como funciona o sistema, os operadores, os "malvados" Srs de terno conscientes do preço do dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Uma historia rápida (que todos conhecem) para ilustrar como a humanidade nunca foi racional: Primeira guerra mundial, a Europa se destrói, vira um campo aberto de cadáveres, Marcel Duchamp mostra em suas obras como toda a tecnologia e nacionalidade não serviram pra nada, todos acreditam que nunca mais algo parecido iria ocorrer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Segunda guerra, pior ainda que a primeira, pessoas são escravizadas e queimadas em campos de concentração, a guerra acaba e a ONU é criada para estabelecer a paz mundial, o mundo esta no alvorecer dos pactos de paz e direitos humanos. Guerra fria, bombas que poderiam destruir a terra são criadas, justo por aqueles paises que participaram dos pactos pela paz, pelo julgamento justo dos crimes de guerra em Nuremberg ocorridos na segunda guerra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Eu só queria ouvir dizer de alguém que pudesse me explicar em termos lógicos que a humanidade poderia ser diferente, expliquem me o bem, porque o mau é muito óbvio embora disfarçado pelo Direito, pelos tratados e pelas novelas. Talvez acreditar no mau seja o começo para recobrar a consciência, fazem mais de duzentos anos que a bandeira da bondade humana, da revolução baseada em Rousseau tremula sobre nós e foram os anos mais cruéis de todos os tempos, uma mentira bem contada mata mais que as verdades dos filósofos pessimistas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A democracia representativa é o maior trunfo da manutenção do poder já idealizado na historia, não é preciso mais levantar a arma, o estado faz isso pelo capital dos comandantes, e se o estado é de "todos" a culpa não é de ninguém, é do "bandido" que quebrou o contrato! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nesse contexto, roubar é um ato de dignidade, defender sua dignidade, lutar pelos seus direitos, seu direito de ter uma casa e dar uma escola para seu filho, passe no primeiro banco e faça um vale, pegue do estado o que esta garantido constitucionalmente, afinal esse é o contrato! Não existe bom ou mau, é só a selva, o instinto, não há lógica, é um jogo e ganha quem tem ousadia e é esperto, lute pelos seus, mais que isso é morrer em vão!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8668155414625860265?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8668155414625860265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/morrer-em-vao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8668155414625860265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8668155414625860265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/morrer-em-vao.html' title='Morrer em vão'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5749984404143679205</id><published>2010-05-14T09:43:00.003-03:00</published><updated>2010-05-14T09:46:02.025-03:00</updated><title type='text'>Sobre carros e direção</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Muito se fala sobre “se beber não dirija”, porém muito pouco, de fato se faz. Beber é bom, e isso ninguém nega. Nada melhor que terminar uma  noite sob o efeito expansivo do álcool. Alguns preferem outros “combustíveis” que tratem de ligar e providenciar a melhor noite de suas vidas. Digo noite, pois é lá que está a maior parte do festerê. Tem a cerveja de domingo, de sexta, de sábado, de segunda, terça, quarta e da quinta também, por que não? Pois bem, fato é que qualquer indivíduo que já tenha passado por bons momentos de diversão alcoólica, logo retornará procurando a nostalgia. Eu mesmo, admito que o álcool me acompanha durante muitos dias. Vivo sem, mas prefiro não dispensar uma cervejinha ou um vinho pra esquentar, ou embriagar. O certo é que todos se apavoram com as notícias de morte ou até pior que aterrorizam os noticiários diariamente. O problema é que o pavor dura pouco tempo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Certo dia, jurei a mim mesmo jamais beber e dirigir ou dirigir e beber. Pecador. Preciso admitir que, ao contrário do que prometera, já fiz isso. Por muitas vezes voltava a retomar o assunto, dizendo que: “agora sim, nunca mais vou beber e dirigir”. Mas sempre acontece. Já tive algumas surpresas por isto, felizmente nunca me aconteceu nada. Na maioria, digo maioria das vezes, a bebida não me afetou a ponto de meus reflexos maiores me abandonarem. Agora imagino, como vou julgar o camarada que mata uma família depois de beber, se eu mesmo, por menos que seja, já bebi com as chaves do carro na mão. Como há muito se sabe: falar é fácil, difícil é fazer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;É sempre possível passar da tristeza à felicidade, o álcool é um companheiro que por vezes nos ajuda, contudo, muito mais fácil é o nuance da alegria ao choro. Se vê, ao longo de estradas, a imprudência de motoristas embriagados pela bebida ou mesmo pela sua estupidez. Caçam uns aos outros, em ziguezague, como quem está numa pista de corrida. Bom seria se apenas os que isso fazem morressem. Tudo bem, foi-se mais uma vida. Inútil. Ruim mesmo é quando essa brincadeira sem escrúpulos acaba por infernizar uma outra família, que por mais pecadora que possa ser, nada tinha com a brincadeirinha. Já passei por isso, já senti outra vida em minhas mãos, ou melhor, o final delas em minhas mãos, e digo: não é nada bom. Dera-nos se em breve conseguimos acabar com isto, seria para o bem de todos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Digo que a bebida é boa, se faz mal, pouco importa, porém, não nego que haveriam outros modos de chegar ao ponto que o álcool nos leva. Serve a escolha de cada um. Ninguém deve parar de beber, mas sim saber das suas futuras condições. São raras as vezes que tenho esta indignação por meio deste assunto. Desta vez tive e resolvi escrever. Um depoimento, uma confissão, ou seja lá como se chame isto, admitindo os erros é que podemos consertá-los, logo é isso que faço. A morte é certa, mas existem muitos meios mais dignos e favoráveis de perecer. Pular de uma ponte, seria uma. De um prédio. Morrer numa batida de carro? Que clichê! Nem nisso eu quero ser igual aos outros. Façamos nossa parte, só espero que se algum bêbado bater contra mim eu esteja bêbado o suficiente para não sentir. Brincadeira. E como de costume: se beber não dirija. Até mais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5749984404143679205?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5749984404143679205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/sobre-carros-e-direcao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5749984404143679205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5749984404143679205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/sobre-carros-e-direcao.html' title='Sobre carros e direção'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7336617135844498307</id><published>2010-05-13T23:14:00.000-03:00</published><updated>2010-05-13T23:21:10.948-03:00</updated><title type='text'>Modificações</title><content type='html'>Ao que me parece vamos dar uma reduzida nas atividades aqui do blog, fazer umas modificações e ver mesmo quem vai querer continuar, o espaço continua aberto a quem queira expressar sua opinião, as propagandas de divulgação na internet foram excluídas  e não há previsão de retorno tal como era antes, embora isso não implique o abandono do blogue, da minha parte farei sempre o possível para colocar algo aqui.&lt;div&gt;obrigado a todos que tem nos acompanhado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7336617135844498307?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7336617135844498307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/modificacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7336617135844498307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7336617135844498307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/modificacoes.html' title='Modificações'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7446332466111312639</id><published>2010-05-06T13:03:00.001-03:00</published><updated>2010-05-06T13:03:49.725-03:00</updated><title type='text'>Caminhando na duvida</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fiz todo o possível para procurar na minha mente em algum lugar bem guardado um assunto que pudesse discutir aqui com idéias que fugissem do senso comum. Não consegui é um verdadeiro paradoxo, entro em uma nova faculdade, leio coisas novas e fico sem assunto. Não sei talvez as coisas precisem de tempo para amadurecer, talvez esteja com pensamento tão focado em um só sentido que tenha esquecido de todo o resto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Essa historia toda do direito como forma de regulamentar a sociedade sendo estrutura necessária de poder e ao mesmo tempo do direito como alicerce de uma determinada classe dominante confunde um pouco e faz refletir sobre a natureza humana, o homem, seu comportamento, sua liberdade, seus anseios. Estudar direito é ter uma reflexão filosófica sobre as bases em que ele se fundamenta, são conceitos abstratos, a liberdade, a igualdade a segurança e até mesmo a propriedade quando se diz respeito ao equilíbrio na sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por isso antes de ter pensamentos práticos e objetivos minha mente caminha na duvida, acredito que ando sem opinião, mas até isso percebo ser uma forma de escolha, os veredictos têm muita força, pois referendam a uma teoria o aspecto da verdade&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e uma vez contada uma verdade, outras idéias são construídas encima dela, verdadeiros castelos de carta que podem prejudicar inocentes, foi assim com as teorias eugenistas que por se proporem científicas foram aceitas como corretas durante muitos anos, influenciando políticas publicas em todos os aspectos : criminais, de saúde , de educação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por hoje é isso, não me arisco a caminhar mais sobre os assuntos do direito, quem regulamenta a sociedade interfere na vida de todos, e com todos não se brinca. não me incomodo tanto com essa confusão momentânea, eu que não acreditava em homens sem opinião, vejo agora a importância do silencio e da observação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E ahh... desculpem pela demora com os posts, as coisas as vezes complicam um pouco por aqui, abraços!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7446332466111312639?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7446332466111312639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/caminhando-na-duvida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7446332466111312639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7446332466111312639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/05/caminhando-na-duvida.html' title='Caminhando na duvida'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7167632271244950922</id><published>2010-04-29T09:59:00.001-03:00</published><updated>2010-04-29T10:01:19.663-03:00</updated><title type='text'>Pseudo-orgulho</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Certa vez me abracei a bandeira brasileira. Com o peito estufado vibrava algumas palavras do hino nacional, como se fizesse parte das coisas mais importantes da minha vida. Em meio a isso, me pediram o porque de tanta frescura. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Para que esse patriotismo idiota? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não pude conter a surpresa, mas não dei muita bola. Achava ser por causa da seleção brasileira. Com o passar do tempo, finalmente consegui entender porque aquela pessoa tanto repugnava ao ver meu amor pela pátria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Começou com a seleção, que tanto me orgulhava, me decepcionando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  Tudo bem eu ainda não entendia muito da vida, mas já foi uma decepção, uma grande decepção. Os meus heróis de guerra passaram a ser &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;vilões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pois bem, aquele sonho de servir o exército que vinha desde criancinha começou a fazer parte do passado. Tive a sensação de preferir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;defender muitos outros países a defender meu Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Tudo isso não podia se resumir a uma decepção no futebol. Foi então que comecei a prestar atenção no mundo a minha volta. Com o crescimento no intelecto fiquei sabendo de coisas que nunca antes imaginara. Vergonhosa comparação do que aconteceu no Brasil colônia em relação ao que aconteceu nos Estados Unidos, por exemplo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O meu remorso pelo patriotismo começava a engatinhar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, e não demoraria para levantar e dar os primeiros passos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Cada dia lembrava mais da pergunta que me fora feita tempos atrás. A surpresa da falta de patriotismo de alguns já não aguçava mais minha indignação. Com o passar do tempo fui achando cada vez mais respostas para o cara que tanto repugnava com minha atitude. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Comecei a me interessar na política.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Na história. No passado e no possível futuro do país. Quase fiquei cego ao acompanhar as notícias e ler livros sobre toda essa vergonha. Não poderia estar mais claro o real motivo de tanta indiferença com o país da maioria das pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Foram nestes dias que o hino nacional apagou da minha memória.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Me envergonhei por cada 7 de setembro ao sol, marchando. Tive vontade de chorar só em lembrar como tentava, a todo custo, decorar o hino nacional para não fazer feio. Era lamentável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Hoje sou julgado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Sou julgado por não manter mais esperanças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Sou julgado por sonhar em viver em outro país. Ninguém me entende quando falo que não há razões para acreditar no Brasil. O problema é que esses não passaram pelo que passei. Vivi decepções que jamais serão apagadas. Fui abandonado pela pátria-mãe, ou melhor fui abandonado por seus filhos que tiraram tudo que ela tinha e nada deixaram para seus outros herdeiros. Muitos me recriminam quando digo que não queria ser brasileiro, mas isso é mais forte que eu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Um dia já tive orgulho do país,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; dizia com todo ar de meu pulmão: eu sou brasileiro! Sonhava em poder jogar na cara dos outros isso, dizer que aqui não tinha terremoto, que aqui pouca gente morria, que aqui era tudo bom e sereno. Nós tínhamos a melhor seleção de futebol do mundo! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Utopia de infância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Mal sabia eu que era tudo mentira. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Hoje sou envergonhado por isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ainda há um resquício de orgulho, infelizmente não pelo Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Orgulho do meu estado, assim como cada um deve ter do seu. Mas o Brasil como um todo já não funciona. Os estados também não, mas foi o que restou. As pessoas já não se importam com as coisas de real relevância, um tira vantagem do outro. O Brasil é um país unido apenas nas suas classes baixas, mas nem isso. O pobre rouba do mais pobre. O rico rouba do pobre. O pai rouba do filho. Não há mais ética, educação, respeito. Ninguém escuta a opinião do outro, todos são donos da razão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Brasil é um país perdido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;  color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Hoje me abraço a bandeira gaúcha. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Canto o hino rio-grandense, que está na ponta da língua.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Sou embalado por músicas que não saem da cabeça do gaúcho. Ao som de ‘amigo punk’, de ‘céu, sol, sul’, tenho orgulho do meu estado. Todos temos orgulho, cada um do seu. Ao som de ‘peleia’ eu digo: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pele-pele-peleia eu não vou fugir desta guerra não &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;/ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não vou deixar eles fuderem minha terra não / É mais fácil morrer estar lutando eu nunca vi peão gaúcho se entregando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; / &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Macho não é quem bate na mulher&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; / &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Homem eu vou dizer o que que é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; / &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Gaúcho macho do chão farroupilha protege e ama a sua família...”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. O problema é saber até quando isso vai durar. Espero todos os dias que alguém me dê um motivo de decepção. É questão de tempo. Não existem mais políticos que tenham orgulho de sua terra e lutem pela sua gente, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;isto é fato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7167632271244950922?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7167632271244950922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/pseudo-orgulho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7167632271244950922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7167632271244950922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/pseudo-orgulho.html' title='Pseudo-orgulho'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1811281501947433100</id><published>2010-04-15T08:27:00.003-03:00</published><updated>2010-04-20T08:34:10.045-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Da arruda ao Arruda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;A arruda é uma planta denominada de diversas maneiras: arruda-fedorenta, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte. A plantinha é muito vista em jardins, casas, floreiras e ‘acompanha’ muitos seguidores da boa e velha horta. Usada por muitos com finalidades medicinais, a arruda acalma – dizem os mais velhos – faça-se chá, então. Até para piolho – dizem eles – é bom. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Quem dera se toda arruda fosse boa. Quem dera que as (os) arrudas que falamos corriqueiramente tivessem apenas seu cheiro forte, cheiro este que na maioria das vezes nem incomoda, até agrada ao olfato. Pois para os brasileiros Arruda é motivo de dor de cabeça, é motivo de indignação e um grande motivo de preocupação. Assim como a plantinha cultivada em jardins de todo mundo, Arruda do DF foi uma escolha, ninguém obrigou ninguém a ‘plantá-lo’ lá; a opção foi dada. Também pudera, quem saberia que a arruda plantada poderia ter veneno, ou pior: atrairia malditas pragas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Pode estar longe, as vezes nem importa.  – Coisa pouca – diriam uns. O problema é que o cheiro da arruda pode chegar mais perto e é ai que a indignação aumenta. Como na arte da ‘medicina caseira’ poderia arruda apenas servir para espantar os piolhos, mas do contrário atrai cada vez mais. É difícil entender como continuam tentando plantá-lo por ai, ao invés de deixá-lo plantado no chilindró. Parece que alguns insistem em usá-lo atrás da orelha, talvez usando de inspiração os que saem por ai com galho de folhas da planta de mesmo nome no mesmo lugar. Livrem-se disso, de nada serve. O pior é que o cheiro com certeza impregnará naqueles que andam por ai com arruda – ou Arruda. É espantoso a soltura de tal surrupiador, mas como se trata do Brasil é crível. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Tal democracia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Um dia me disseram que o Brasil era um país livre. Fiquei aliviado, afinal ficava apavorado com Cuba ou o país norte-coreano. Um dia também me falaram que o Brasil é um país de mentirosos, mas isto já sabia há muito. Saibam aqueles que ainda não sabem que o jornal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; já está censurado há mais de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;250 dias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;, mas nunca mais se falou sobre o tema. O filho do presidente do senado “Sarneyzinho Jr.” – ops, Fernando Sarney – que apresentou recurso judicial para censurar o jornal “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:#464646;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:#464646;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;” (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O Estado de S. Paulo, 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;). A justiça aceitou. Tudo isso é informação ‘velha’, que nunca mais apareceu nos noticiários, porém o jornal continua sem o direito de liberdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:#464646;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Este é apenas um lembrete sobre tal assunto; será que teremos uma festinha para o Estadão no Senado, no Planalto ou em algum órgão público quando os 365 dias chegarem? Acredito que não. Sem coração esse pessoal. Não preocupem-se. Embora muitos tenham esquecido, ainda restam os poucos que lembram, e estes usarão a oportunidade de esclarecer tudo quando possível. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Era uma vez&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; um país livre e democrático, um dia ele morreu. Esta ilusão de democracia é pano para outra manga. Logo logo estará por aqui também. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:#464646;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Nada mais por hoje. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1811281501947433100?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1811281501947433100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/da-arruda-ao-arruda-arruda-e-uma-planta.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1811281501947433100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1811281501947433100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/da-arruda-ao-arruda-arruda-e-uma-planta.html' title=''/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1090994011691825233</id><published>2010-04-08T10:16:00.003-03:00</published><updated>2010-04-08T10:34:45.888-03:00</updated><title type='text'>Dinheiro na mão é solução</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S73bW7DZJaI/AAAAAAAAAKE/G_Op_IhDCr8/s1600/dinheiro1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 292px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S73bW7DZJaI/AAAAAAAAAKE/G_Op_IhDCr8/s320/dinheiro1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457759510298437026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;Foi-se o tempo que política estava ligada a ideais. Revolucionários que tentavam chegar ao poder com o intuito de melhorar suas vidas e de sua ‘comunidade’, mesmo que fosse do desagrado da maioria da população. Não vejo mais aquele ideal político que deixa as pessoas revoltadas com as barbaridades que acontecem no dia-a-dia. É difícil precisar quando, de fato esse tempo se foi. Talvez há muito já não tenhamos ninguém que realmente se importe com seus ideais e busca uma posição política ou alguma ‘revolução’ apenas com pensamento no lucro monetário que obterá. São impressionantes as histórias – talvez não passem de histórias – sobre homens e mulheres do passado que lutavam e se sacrificavam para um bem maior, sem preocupação com o resto do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Traçando um olhar mundial percebo que em certos países temos alguns extremistas que podem ser considerados revolucionários pelos seus ideais, por mais injustificáveis que sejam. Mas isso é minoria. Prefiro fixar a visão aqui no Brasil, onde os ideais estão mortos, não existe mais esquerda ou direita, e se ainda existe o limite entre as duas é embaçado. Alguns ainda esboçam uma oposição, mas sabem que no fim terão que se entregar, querendo ou não – mas todos querem. Afinal uma boquinha aqui, outra ali torna as coisas tão fáceis de serem resolvidas. Hoje mais do que nunca as pessoas são corruptas, fáceis de serem manipuladas, materialistas e não idealistas, entregam sonhos por um cargo no governo ou uma mala cheia de dinheiro, algumas nem sonhos têm. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não faço apologia à revolução. Sou de fato, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;contra revoluções&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, mas elas são necessárias. Quem nunca ouviu que o super-herói necessita do vilão para sobreviver? Assim funciona com a política. Não há direita se não tivermos esquerda, não há governo se não tivermos oposição, o equilíbrio natural das coisas precisa ser mantido, e o único jeito de mantê-lo é havendo oposição. O fato é que hoje todos jogam no mesmo time, não há adversário; todos querem sair ganhando, obter os lucros exuberantes sem esforço algum – só o esforço de mentir e surrupiar – e isto basta. É bom que haja paz entre as partes, é bom que não tenhamos que nos revoltar contra nada, afinal quem quer passar por uma revolução? O único problema é que não temos mais ninguém lutando pelo que importa, lutando pelo povo ou pela sua pátria. O dinheiro é o bem maior e todos correm atrás dele e somente dele. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nosso país está em um tempo onde NENHUM político se importa realmente com as pessoas que o botam no cargo, seja lá qual for. Vemos a mudança repentina que há no comportamento de um candidato em ano eleitoral. Todos ficam bonzinhos, não há inimigos, vale tudo – até dançar homem com homem e mulher com mulher. Não há limites. Vale mentir, inventar, criar PAC 44, PAC 45 e quantos “pacs” o mundo suportar. Não importa o que vai ser efetivado, se haverá ou não algum lucro para o povo, a única coisa que importa é a proposta, falar, mentir, enganar o povo, o resto não importa. São todos assim, não há exceção, políticos não têm caráter, reis da antiguidade tinham mais respeito com seus servos do que nossos governantes têm conosco. As pessoas estão corrompidas e não haverá mudança tão cedo; primeiro temos que mudar nós mesmos, aprender os verdadeiros valores para que consequentemente se mude o resto. Nessas horas tenho vontade de virar monge e viver em algum templo perdido no mundo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1090994011691825233?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1090994011691825233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/dinheiro-na-mao-e-solucao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1090994011691825233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1090994011691825233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/dinheiro-na-mao-e-solucao.html' title='Dinheiro na mão é solução'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S73bW7DZJaI/AAAAAAAAAKE/G_Op_IhDCr8/s72-c/dinheiro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5287313525513540800</id><published>2010-04-04T23:47:00.002-03:00</published><updated>2010-04-05T16:56:13.963-03:00</updated><title type='text'>O libertário!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Esses dias na porta da faculdade uma amiga disse que achava complicado as pessoas terem facilidade para falarem de diversos assuntos, mas não de Jesus cristo, nem digo religião, digo Jesus Cristo. Estava pensando sobre isso e queria pedir que lessem meu texto, tentando deixar de lado um pouco da resistência ao assunto. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Falar de Jesus em um blog de opinião, em uma revista ou na universidade parece coisa de fundamentalista religioso, parece que não é assunto para a ocasião, apesar é claro, da maioria das pessoas acreditarem e até freqüentarem algum tipo de comunidade religiosa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nesse tempo de páscoa, eu que acredito demais em Jesus e não nego, (e nem por isso deixo que minha crença sobreponha a razão) formulei algumas questões do ponto de vista da sua historia e da apropriação dela&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;pela sociedade. Cheguei a algumas primeiras hipóteses, percebi que os estudos que se propõem a estudar a vida de Cristo ligam-se a questões de fé e teologia, sendo difícil encontrar alguma proposta que discuta os acontecimentos em si, e foi isso ponto de interrogação &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;mais interessante para tentar compreender a questão. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A igreja construiu ao redor da vida de Jesus dogmas imbatíveis e inquestionáveis e sendo assim a ciência parece ter se afastado das pesquisas desse acontecimento durante toda a idade média. Depois ao passo que o catolicismo foi perdendo a força, a ideia era se afastar de tudo aquilo que se ligasse a fé nas pesquisas, para que o empirismo do pesquisador não fosse prejudicado. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Assim uma parte importante da constituição do ocidente, em todos os seus sentidos, foi ligada muito mais a ideia de mito fundador &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;do que de uma ruptura na estrutura de poder, através de uma nova filosofia de ver o mundo. Quando falamos em estudar a historia da ascensão do cristianismo falamos em estudar teologia, é interessante falar em teo porque remete a Deus e isso implica muitas coisas, implica inclusive uma carga imensa de misticismo, porem o cristianismo é muito mais um acontecimento histórico de proporções imensas do que simplesmente um estudo de Deuses e mandamentos divinos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É claro que tenho muito pouca autoridade para falar no assunto, mas penso que não devo ficar calado porque minha opinião é tão valida quanto a de um padre ou de um juiz. Digo isso porque esse texto em específico põe uma questão que a sociedade em geral se nega a pensar, não por ela mesma não querer refletir, mas por existir toda uma estrutura de poder político-religiosa, elencando quem pode ou não ditar as regras na mudança de dogmas nesse segmento social tão presente em todo o estado, que é o religioso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Deixemos de lado os dogmas do catolicismo ( não falo de outras religiões porque não conheço ) e vamos estudar a vida de Cristo como historia, como revolucionário que esse homem foi, como se estuda Ché ou Zapata nas escolas, é urgente ter uma concepção diferenciada da vida de Cristo, é urgente que outras interpretações sejam feitas como ciência, para entender por exemplo se houve a proposição de um outro sistema econômico, ou de uma afronta ao império romano nessa época. E não basta repetir a bíblia, fatos precisam ser reencontrados e repensados, não sendo uma nova abordagem sobre a ascensão do catolicismo, isso já se tem aos montes, é preciso se possível separar as coisas, e fazer uma busca pelos 33 anos que mais modificaram a forma de pensar no ocidente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Só para dar um exemplo de como tudo deve ser revisto, uma parte interessante do evangelho me fez ficar sem dormir esses dias, comecei a refletir se Jesus chegou a pregar a igualdade entre homens e mulheres, se isso for comprovado toda uma estrutura religiosa estaria comprometida, já que a superioridade masculina é referendada pela igreja como sendo natural, entretanto fazendo uma leitura superficial (diga-se de passagem) percebi que, em vários momentos Cristo clama pela igualdade entre homem e mulher, e até mais que isso eu diria ele prega a não repressão feminina. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Já devem estar me chamando de louco eu sei, mas chamo atenção para um trecho famoso do texto bíblico “Quem nunca pecou que atire a primeira pedra”&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;analisemos essa frase : Em primeiro lugar a 2010 anos atrás Cristo defende uma adultera e entende seu ato como natural ao ser humano, sendo que ate pouco tempo no Brasil, o marido tinha direito de se separar se soubesse que tinha sido traído e outras coisas mais para não falar no voto feminino por exemplo. Em segundo lugar e mais importante, ponto chave da questão, quando se diz “Quem nunca pecou” necessariamente entende-se a mulher como parte da sociedade, isso pode parecer lógico hoje, mas naquele tempo não era, quando uma generalização de direitos era feita (&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;direito de atirar a pedra caso nunca tenha pecado)&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;era generalizada&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;só para homens, esse teor de igualdade é moderno e muito recente, não sendo natural á época, que tinha outra concepção do que era ser um cidadão, e com certeza ser mulher não fazia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outra questão chave nessa teoria, é a de que Jesus sempre deu demasiada importância para sua mãe, reconhecendo seu trabalho e sua importância, isso pode parecer comum atualmente, mas o ideal de família e, sobretudo de amor em família e importância da mãe na educação do filho é algo relativamente recente. Mães eram apenas “parideiras”, ou seja, Jesus nessa minha abordagem é muito mais libertário do que a religião propõe, na verdade eu diria até que a religião atrapalha as pessoas em fazer uma investigação mais real e aprofundada da vida de Jesus. Essa investigação poderia abalar seriamente as bases de uma sociedade sustentada no patriarcado e na opressão reflexo de uma estrutura medieval que se assegurava em bases teológicas, é importante lembrar que o segundo maior império do mundo ( talvez até o primeiro) que é o Vaticano, tem pelo menos uma “embaixada” em cada cidade do Brasil, e varias outras no mundo, e o primeiro maior império, os EUA sustentaram seu ideal de liberdade para destruir muitas outras nações em nome de Deus. Isso que trago&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;não é novidade mas não pode ser esquecido nunca, pois mata-se a todo momento em nome de quem disse que se baterem em sua face deves oferecer a outra, se estudarmos mais a fundo esse revolucionário veremos que as mulheres foram para ele muito mais do que meros pedaços de costela, como aprendemos desde pequenos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5287313525513540800?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5287313525513540800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/o-libertario.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5287313525513540800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5287313525513540800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/o-libertario.html' title='O libertário!'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5342701548569035842</id><published>2010-04-01T11:40:00.001-03:00</published><updated>2010-04-01T11:40:42.931-03:00</updated><title type='text'>Incentivo para o lado errado</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;É costumeiro e marca de independência a posse do carro próprio. Já virou sonho de consumo muitas vezes posto à frente até mesmo da casa própria. Motivo de status e comodidade, o automóvel está cada vez mais acessível ao consumidor que sempre sonhou com seu ‘carrinho’. Há muito tempo, o objeto demonstrava muito mais status que atualmente, só o possuía quem tivesse um grande poder aquisitivo e com certeza não era qualquer ‘pé-rapado’ – sem ofensas, pois me incluo nessa categoria – que conseguia adquiri-lo.  Sempre o mesmo papo de globalização e tudo mais é posto na mesa, mas não há como deixar esse processo de ‘evolução’ fora do deste assunto. Vimos que com o passar do tempo, a evolução do homem, da sociedade, do comércio e de tudo mais que abrange o dia-a-dia, as facilidades e condições humanas foram sendo encontradas e com muita ‘luta’ (ou não) chegamos ao ponto que estamos hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;É fato que o poder aquisitivo do brasileiro aumentou e a condição de trabalho também está melhor, o povo lutou pelos seus direitos e os têm como troféu que se guarda no lugar mais reservado da prateleira. Nos dias de hoje, há uma facilidade grandiosa em conseguir crédito, por exemplo, o que torna muito mais viável a compra de bens, sejam eles quais forem. Como percebido no início do texto, estou aqui para falar em um bem de aquisição específico: o automóvel. Todas as facilidades encontradas no mercado hoje incentivam o crescimento da compra e venda de carros, sejam novos ou usados e apesar de ser uma tecnologia à nosso favor, o homem está ‘viciando’ de forma não benéfica – alias, acho que vícios não podem ser benéficos. Na cidade onde resido carro não é uma necessidade de ultraurgência, embora facilite as atividades, diferente do que acontece em uma cidade grande que – como o nome já diz – pela sua grandeza, impossibilita que trajetos de certos pontos sejam feitos a pé. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em cidades grandes ou de menor porte, o vício do carro está impregnado em todas as classes econômicas e isso pode ser considerado um dos grandes males do século – já são tantos. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, seria impossível atravessar a cidade a pé, o transporte público seria o melhor meio, mas nem é preciso comentar as condições de transporte em todos os lugares do Brasil, com certeza com algumas exceções, mas que desconheço. O meio mais fácil então é a compra do carro [ponto] Não há o que se discutir. A cidade pequena torna possível a caminhada, mas a comodidade que o carro trás não. Novamente a compra do carro é a melhor saída [ponto] Claro que muito do que vemos hoje nos grandes centros – e até nos pequenos, afinal minha cidade que tem pouco mais de trinta mil habitantes já está um caos – é culpa do consumidor, da população que não toma consciência de como a vida melhoraria se os carros fossem quando possível, deixados de lado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Digo que uma parcela da culpa de tudo isso pode ser imposta a nós, mas a parcela é minúscula, afinal somos resultado da sociedade que vivemos, resultado da forma como o governo lida com nossas necessidades e por fim resultado da gana de grandes montadoras. Temos que tomar consciência de que se possível for, deixar o carro na garagem é um ato à nosso favor, porém o que poucos comentam é que o governo deve se conscientizar que incentivar a compra de automóveis da forma que o faz não é o mais correto. Apesar de muito nos beneficiar com empregos e tudo mais, nos prejudica e muito em outros aspectos. Ao contrário do que tem por papel, o governo deixa de lado transporte público – que para mim deveria de estar nas prioridades, junto com saúde e educação (segurança não é tão necessária se há uma boa educação) –, incentiva a compra desordenada de carros, abaixa imposto, facilita crédito, mas não investe em ônibus, metrô ou qualquer outro meio de transporte. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu sou mais um brasileiro que acha maravilhoso ter um carro, que assim que possível fará a aquisição do seu próprio, isso é fato, não estou dizendo que não deve haver incentivo de compra, que devemos desistir dos ‘sonhos’ – por mais fúteis que sejam -, mas há de ter além desse tipo de incentivo, o incentivo ao uso de transporte público, o deixando em boas condições. Quanto facilitaria o trânsito se as pessoas que passam horas presas entre carros e buzinas utilizassem de um ônibus ou de um metrô? Só vendo para saber, mas por meus pensamentos acho que muito. Países desenvolvidos normalmente possuem transporte público em ótimas condições, instigando todos a se recostarem e viajarem o invés de tirar o carro da garagem e se incomodar. Países de primeiro mundo possuem transporte e estradas boas, o que torna as coisas muito mais fáceis, afinal o transporte é primordial para o crescimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em suma, o Brasil não está nem perto de uma solução para o transporte público – não que eu tenha notícias ao menos -, possui estradas em péssimas condições, sendo que pagamos altíssimos impostos na compra de carros – um carro no Brasil custa quase o dobro do preço do mesmo modelo comprado na Argentina ou México, por exemplo; sendo que possuímos fábricas de diversas montadoras em território brasileiro – e fora IPVA, pedágio e tantas outras taxas ‘escondidas’. O pior de tudo é que o incentivo a compra de carro continua e não importa se é um ‘pé-rapado’, pois com tantas condições somos capazes de sair da concessionária com um carro zero sem nem um ‘pila’ no bolso. Pessoas sem condições de manter um carro o compram, “afinal ta baratinho né?”. Não é marginalização, não é preconceito, mas é fato que uma pessoa sem condições não pode ter um carro, mas o tem, ai que vemos acidentes por falta de manutenção, falta de dinheiro pra gasolina, inadimplência e tudo mais. Fiquemos calmos, afinal não é culpa nossa; recebemos TODOS os incentivos para comprar, não temos outro meio de transporte decente, logo, compramos (mesmo que um mês depois tentamos a qualquer custo vender, pois não conseguimos pagar nem se quer a primeira parcela). Comprar, comprar, comprar, como zumbis alguns são programados e outros ainda fogem. Espero o dia que o próximo filme será lançado, já prevejo até o título: “O dia em que a terra parou II” – o motivo que não será mais o mesmo, agora o trânsito com seus carros será o protagonista, infelizmente a bilheteria não terá muito lucro, pois todos estarão presos em seus carros financiados escutando buzinas e xingamentos. Nos vemos em alguma rua qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5342701548569035842?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5342701548569035842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/incentivo-para-o-lado-errado.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5342701548569035842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5342701548569035842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/04/incentivo-para-o-lado-errado.html' title='Incentivo para o lado errado'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-370400564808547800</id><published>2010-03-28T23:37:00.002-03:00</published><updated>2010-03-28T23:42:07.950-03:00</updated><title type='text'>Justiça popular ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta semana devido á falta de tempo, demorei a postar e agora o que coloco aqui não é bem um texto, só uma reflexão.&lt;br /&gt;Estava pensando, se dois caras brigam em um bar e um fere o outro com uma faca, e em decorrência do ferimento o que se fere acaba morrendo, de que modo direto um acontecimento assim vem interferir na vida de outras pessoas que não tem nenhuma relação com os envolvidos na briga ?&lt;br /&gt;No caso que foi julgado esses dias da Isabela, de modo direto, em que ponto esse acontecimento interferiu no funcionamento do estado ou ô feriu ? Qual a necessidade de crimes contra vida serem julgados pelo júri popular, visto que na maioria das vezes esses crimes ocorrem por causa de richas pessoais ?&lt;br /&gt;Como eu disse esse post e só uma reflexão, depois quero postar um texto mais conciso e com opiniões mais fundamentadas, mas antes de terminar deixo o cerne da minha opinião : Considerando o estado um bem público do qual todos fazem parte, os júris populares deveriam existir somente quando os crimes cometidos fossem diretamente contra o estado, ou seja, contra o povo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É evidente que quando uma criança é cruelmente assassinada por aqueles que deveriam ama-lá e protege-lá isso fere a moral publica, mas nem por isso deixa de ser um crime “particular” materialmente falando. Quando um governador rouba os cofres públicos ou um grande empresário sonega impostos, ai sim há uma ação direta contra o povo, e ai sim, cabe chamar um júri popular. Afinal foi o dinheiro de todos que foi roubado, o estado não deveria confundir ética com moral, esse show criado a partir desse julgamento foi muito mais para suprir nossas indignações cristãs do que para garantir o bom funcionamento da maquina publica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso é uma farsa, um ataque a ideia de democracia e de justiça que custou muito caro a todos nós, só para no final das contas o óbvio ter acontecido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-370400564808547800?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/370400564808547800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/justica-popular.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/370400564808547800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/370400564808547800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/justica-popular.html' title='Justiça popular ?'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5973559425585588764</id><published>2010-03-19T10:15:00.002-03:00</published><updated>2010-03-19T10:21:45.158-03:00</updated><title type='text'>Herança maldita...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não é fácil tomar as rédeas de um país com os “cavalos” em movimento. Apesar de todo o esforço que um presidente possa oferecer para endireitar os erros anteriores, sempre terá algo que ele não fez, mas que levará a culpa. Em contrapeso aos lados negativos de tomar posse com um antigo governo que não tenha sido de todo bom, há sempre os pontos positivos – esses sim bem aproveitados – que um governo atual pode levar pelo anterior. É de indignar quando em alguma discussão política as pessoas comparam o governo Lula ao FHC, tomando por parte as ações de Fernando Henrique como se fossem de Lula. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Apesar da minha memória curta com nomes, datas, siglas e outras coisas mais, lembro-me muito bem de há um tempo ter visto em algum meio de comunicação um artigo baseado em fatos – diferente do que muitos dos defensores do atual governo fazem – sobre como as ações de FHC continuam resultando em pontos positivos para nosso Brasil, ainda hoje. A maioria das pessoas que me conhecem, sabem o desprezo que tenho pelo nosso atual presidente – governo -, mas não estou aqui apenas para falar mal do mesmo, afinal jamais proferi uma palavra contra o seu excelentíssimo sem que os fatos estivessem ao meu favor. Realmente o crescimento do Brasil é evidente, não quero tirar isso do nosso povo, mas falta percepção para a maioria perceber é que o crescimento é “normal”. Nada mais lógico que o país hoje, esteja – em alguns pontos – mais avançado que na época do FHC, mas agora volto para o tal artigo que citei antes. O texto, cujo meu esquecimento não deixa lembrar mais detalhes, representava em números o crescimento que o Brasil tinha no governo passado, e o que tem no governo atual. Pois bem, como já era de se esperar – pelo menos para quem não possui nenhum fanatismo esquerdista – os avanços são constantes, o mesmo crescimento que tínhamos no nosso “ex-governo” temos hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Como um gaúcho, preciso me prender a usar exemplos do meu estado. Nossa atual governadora – Yeda Crusius – sofreu e sofre até hoje diversas críticas vindas de todos os lados. Há um tempo economistas diziam que o RS era um caso perdido que jamais conseguiriam contornar o seu estado econômico, passamos pelo governo de Olívio Dutra que infelizmente terminou de quebrar o estado e depois por Germano Rigotto. Enfim chegou Yeda, uma economista de mão cheia que não tardou a tomar providências eficazes para “ajeitar” o Rio Grande. Porém a grande oposição não leva em conta o déficit zero que a governadora conseguiu alcançar, e apesar da visão pessimista de outros economistas e estudiosos, o gaúcho pode finalmente ver seu estado num recomeço. Embora seja difícil manter o foco, não estou aqui para defender um governo ou outro, estou para destacar a falta de memória do brasileiro – e não é uma falta de memória como a minha que pouco importa –, a falta de percepção e de reflexão desse povo e a facilidade com que são manipulados. Ao invés de analisar dados concisos para chegar a um “veredicto”, o povo engole qualquer notícia negativa ou positiva que os é apresentada, tudo seguindo apenas sua ideologia sem nenhuma percepção lógica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Falta razão e sobra emoção na hora de decidir por um candidato, falta analisar os fatos passados, afinal olha onde está Collor, Sarney e tantos outros. A verdade está escancarada e nada se faz, isso é fato. As pessoas tendem a lembrar o que acontece hoje e ligar diretamente ao primeiro que conseguem, não pensam se aquilo não seria culpa do governo passado – que talvez venha a ser seu governo futuro -, é uma falta de vontade, me parece. Num país onde o povo vive que nem cavalo em desfile de sete de setembro – cagando e andando – não podemos ter nenhum tipo de esperança. Pena eu tenho do governo que sucederá o atual – agora falando em âmbito nacional – se Dilma levar tudo bem, as tramóias continuarão a ser escondidas; o “furo” na economia dificilmente será revelado, tudo ficará supostamente bem, mas se Serra – partindo do pré-suposto que ele será o candidato – chegar ao tão desejado cargo político... Só espero que a culpa de tudo que vem a se revelar nos próximos anos seja ligado ao governo Lula, se forem revelações positivas, maravilha – viva o Lula! –, agora quero ver quem o irá criticar quando muita coisa aparecer. Aposto que em muitos anos estará “escorado” em um cargo tendo ou não estragado com o país. Pior que a herança que ficará pra o próximo governo apenas a herança que &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sebastian Piñera levou de Michelle Bachelet – não que os tremores tenham sido sua culpa, mas que pepino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fica de aviso, para pensarmos mais e analisarmos os fatos ao invés de sair falando a primeira coisa que nos é exposto. Ser um bom político é uma coisa, outra coisa completamente diferente é ser um bom administrador. Vejo Lula como um ótimo político, sem precedentes, populista, comparável a Getúlio, agora de administrador pra mim não tem nada, veremos nos próximos anos o quão errado estou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5973559425585588764?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5973559425585588764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/heranca-maldita.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5973559425585588764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5973559425585588764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/heranca-maldita.html' title='Herança maldita...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3446221424416719029</id><published>2010-03-18T18:08:00.003-03:00</published><updated>2010-03-18T18:29:14.500-03:00</updated><title type='text'>Uma Sugestão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveitando que recentemente foi dia 8 de março e que esse ano faz 100 anos da instituição dessa data, deixo a sugestão do blog Feminista:&lt;a href="http://feminista.wordpress.com/"&gt; http://feminista.wordpress.com/.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de um blog atualizado frequentemente. Na verdade é como uma biblioteca digital, com links para download de várias obras que pensam a condição da mulher, desde as mais clássicas até as atuais.&lt;br /&gt;Acredito sim, que mesmo com todos os avanços, ainda é necessário pensar e repensar sobre tal assunto, seja você homem  ou mulher, pois nossa sociedade ainda se encontra permeada de muitas idéias machistas.&lt;br /&gt;Fica a sugestão!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3446221424416719029?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3446221424416719029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/uma-sugestao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3446221424416719029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3446221424416719029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/uma-sugestao.html' title='Uma Sugestão'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5645170205334773965</id><published>2010-03-14T23:05:00.003-03:00</published><updated>2010-03-14T23:42:31.428-03:00</updated><title type='text'>Pobre X Midia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É engraçado como os canais de teve confundem mídia com democracia, como se democracia fosse fazer o que se imagina nos canais abertos não importando a hora e nem os direitos do cidadão, esses mesmos canais que não exibem programas populares mesmo funcionando por concessão do estado como verdadeiras empresas particulares.&lt;br /&gt;Conceito de democracia é algo interessante de se debater, pois sendo a democracia quase uma utopia em uma realidade como a nossa, ela acaba usada como contraponto ao direito do outro em função da defesa do pretenso direito de toda população. Isso é o que se vê na mídia hoje, em defesa do direito de mostrar toda e qualquer informação, a mídia age contra aqueles indivíduos que não tem noção mínima do poder de utilização da sua imagem pelos canais. O sujeito acaba acusado e julgado pelo publico antes que qualquer sentença seja proclamada contra ele.&lt;br /&gt;Fico imaginando qual a melhoria para a sociedade é promovida quando um acusado de qualquer crime é ridicularizado em programas policiais, programas esses que se tornaram o novo vírus da hora do almoço. Em todo estado que visito há um programa no estilo “chumbo grosso” no mais baixo nível possível, utilizando de palavras de baixo calão e de ofensas contra os “bandidos” pegos, que em sua maioria são pobres sem a mínima educação, excluídos, utilizando verdadeiros trapos como roupas e muitas vezes com as marcas visíveis da violência policial.&lt;br /&gt;Já deve ter alguém dizendo que estou defendendo assassinos, estupradores e ladrões, não é isso, e quem faz esse tipo de interpretação pode parar de ler agora caso não esteja propenso a pensar de uma forma diferente. E sim... Não estou mesmo querendo ponderar nada, nem a ação da policia nem os canais de teve, pois é uma tolice das maiores acreditarmos que “violência educa”. Não precisa ser pedagogo e nem sociólogo para ver que nos tempos em que o estado praticava agressões e torturas institucionalizadas, mergulhamos em nossa maior desigualdade social.&lt;br /&gt;A mídia da ditadura é a mesma que hoje defende a democracia, e os seus programas são os mesmos que expunham de forma ridícula os ladrões de periferia.&lt;br /&gt;Salvo raras exceções como a cultura ( e olhe lá), os demais canais são grandes representantes de correntes políticas, e sendo assim defendem posturas nacionais de um ou outro partido ( ou igreja ). Nos estados e municípios ( fora do eixo Rio - são Paulo ) as produções locais são voltadas a noticiários que informam acontecimentos corriqueiros que não desestabilizam o poder vigente, se isso tiver de ocorrer será feito em rede nacional, para que nenhuma besteira seja cometida pelos provincianos jornalistas de cada comarca.&lt;br /&gt;Quando a grande população assiste então os ancoras locais criticarem duramente o estado de forma genérica e os “bandidos” de forma declarada, acham que estes “comunicadores” são verdadeiros heróis populares, não percebendo que sua critica ao estado é do cunho do senso comum, não sendo direcionada de forma alguma ao administrador competente.&lt;br /&gt;Os exemplos são inúmeros de questões que não são discutidas em âmbito local, Goiás mesmo é cheio de grandes “segredos” como a divida publica que Marconi arrumou para o estado, a obra inacabada do centro cultural Oscar Niemeyer, a cara de amnésia alcoólica de um certo governador e o dinheiro monumental gasto com propaganda dentre outras coisas, pra não falar dos prefeitos e vereadores ladrões indiciados pelo MP sem que sejamos informados.&lt;br /&gt;Nada disso é levado a fundo, só é mostrado quando não há como não mostrar, até porque o governo é quem financia a mídia, se não fossem as propagandas governamentais os veículos não conseguiriam se manter só com a iniciativa privada, e isso não sou eu quem diz, são os próprios canais.&lt;br /&gt;Ou seja, quando um preso é criticado e humilhado, é para que nossa atenção saia do primordial e vá para o secundário, alem é claro de aterrorizar o cidadão dando fundamentação a discursos de repressão, o que convêm muito aos poderosos que tem alguma coisa para ser roubada, diferentemente da maioria do povo. Sem falar na oposição educação x segurança. É muito mais vantajoso para um político caminhar pelo argumento da segurança que pelo argumento da educação, pois educação demora a dar resultado e ninguém quer saber de pobre consciente e educado, somente de pobre que não rouba e respeita o patrão e é claro que não reclama de ônibus, de posto de saúde etc.&lt;br /&gt;Por isso é preciso filtrar o que vemos por ai, com nossos posicionamentos alienados colocamos muita gente na cadeia e pouca gente na escola, é hora de lembrar que Brasil queremos, se é o país democrático ou se é um país alienado e controlado por poucos.&lt;br /&gt;Vale lembrar que em Goiânia há um jornalista que á todo o tempo critica “ o pessoal dos direitos humanos” e a medida que isso continua, vamos criando um estado policial de repressão. Outro ponto é que dois terços da população carcerária hoje podia estar solta ( segundo um respeitado criminalista). Espero que não seja preciso alguém próximo estar preso para que mudemos de pensamento, embora isso não aconteça, pois só pobre vai preso no Brasil, e se você ao menos lê esse blogue já não é do tipo de perfil que tem parentes presos, só pelo fato de ter acesso a um tipo alternativo de mídia. É preciso pensar diferente e parar de abaixar a cabeça para á barbárie, refletindo quando ouvimos falar de democracia pela boca de quem mal sabe apresentar um jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs, Postei sem fazer muitas correções, caso encontrem erros me mandem um e-mail, ou deixem um comentário.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Obrigado mais uma vez,&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5645170205334773965?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5645170205334773965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/pobre-x-midia.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5645170205334773965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5645170205334773965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/pobre-x-midia.html' title='Pobre X Midia'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5384157958685902316</id><published>2010-03-12T16:05:00.001-03:00</published><updated>2010-03-12T16:08:43.236-03:00</updated><title type='text'>Infelizmente são fatos reais...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S5qRCX1NllI/AAAAAAAAAJs/rkbZTf3lgX0/s1600-h/2318292403_3e3c91e529.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S5qRCX1NllI/AAAAAAAAAJs/rkbZTf3lgX0/s320/2318292403_3e3c91e529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447826169201006162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Há alguns dias o stress tem tomado conta de mim. Para muitos tal incômodo se faz pelas tarefas corriqueiras, grande número de preocupações ou outros motivos mais ‘abstratos’. É com grande satisfação e raiva que cito o nome da minha raiva: atendentes da “Oi” e “BrTurbo”. Desculpem-me àqueles que se sentirem atingidos, mas preciso ao menos esboçar uma reação contra a calamidade que essas criaturas tornaram minha vida. Com seu ar de convicção, mesmo sabendo que não passam de respostas previamente decoradas, tentaram me irritar a todo custo – e conseguiram –, mas minha teimosia e apreço pelo dinheiro de cada dia não me fariam desistir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tudo começou em janeiro deste ano, quando tentava – a todo custo – baixar o valor pago ao provedor. Sempre fui contratante – não me considero cliente jamais, porque o que fazem comigo e com tantos outros não se faz nem ao mais chato dos ‘clientes’ – desta empresa, me adaptei bem ao provedor, mas de uns tempos para cá, achei de mais o valor de vinte reais que me cobravam pelos seus serviços. Foi então que entrei em contato com a “Oi” para assinar seu serviço de provedor, afinal a empresa já é responsável pelos meus serviços de fixo, móvel e internet. Pois bem, um valor bem abaixo daquele que eu pagava à “BrTurbo” me foi ofertado (três reais e noventa e nove centavos!), mas nada é tão bom quanto parece e nem tão ruim a ponto de não poder piorar. Ao contratar o plano, entrei em contato com minha “antiga” empresa de provedor para cancelar o serviço, foi ai que obtive uma oferta ainda melhor e que evitaria a dor de cabeça da mudança – isso é o que queriam que eu pensasse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Meus passos seguintes foram “simples”. Uma dor de cabeça aqui, outra ali, mas nada de mais. Quando me dei conta já havia cancelado o plano recém contratado da “Oi” (tudo isso dentro do prazo legal) e fechado o valor certo (três reais e noventa e nove centavos) com a “BrTurbo”. Dois meses depois, estou aqui, relatando a pior rixa entre esse que vos fala (escreve?!) e as “bam-bam-bans” da telefonia e internet. Pois então, após esses “simples” passos, tenho grandes surpresas nas duas contas próximas, relativos ao mês de fevereiro e março. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fevereiro:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; a “BrTurbo”, diferente do que a atendente me ofereceu, a cobrança de vinte reais e noventa centavos continuava ‘ativa’ na minha conta; já a “Oi” me cobrava o serviço do provedor – o qual havia sido cancelado . Novamente passo horas (sem exagero, foram H-O-R-A-S) de tormento e zumbido no ouvido para resolver os problemas. Tudo resolvido, finalmente! – ai que vocês se enganam, pois os atendentes passam horas árduas de treinamento para que nós, reles mortais, desliguemos o telefone com a falsa ilusão de solução, de satisfação.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Março: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;após o tormento de fevereiro e a retificação da conta, imaginei que março seria um mês tranqüilo, longe de qualquer voz irritante no telefone, longe de números de CPF, protocolo e tudo mais – novamente a falsa ilusão falando. Alguns dias após ter pagado a (nova) conta referente a fevereiro, chega a do mês três (março). Para minha surpresa – nunca param de me surpreender – além da cobrança da “BrTurbo” de vinte reais e noventa centavos, ainda havia uma multa de quarenta e cinco reais e oitenta e um centavos cobrada pela “Oi” pelo cancelamento do serviço, sendo que o mesmo foi feito dentro do prazo legal!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mais algumas horas – mentira, MUITAS; foram MUITAS horas – com o telefone na orelha e hoje: dia doze de março de dois mil e dez, acredito ter resolvido meu problema. Foram dois meses para que a solução chegasse, mas nada me garante que mês que vem não receba uma conta cheia de “enganos” novamente. Tirei algumas conclusões que já ouvira por ai, mas muitas vezes pensei ser exagero. Esses filhos da PUTA – isso ai, pra todo mundo ler – não pensam; não são treinados para atender e satisfazer o cliente com uma solução ágil, mas o treinamento se volta para irritar o cliente até que ele decida pagar sem reclamar; pro final eu deixo uma sugestão: seria possível algum homem-bomba se infiltrar entre essa gente? Seria um sucesso. Deixo aqui minha declaração, mesmo sabendo que não vai fazer diferença alguma. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;P.S.: Para não me estender muito, deixei de lado a citação que tive um dos celulares que está dentro do plano Pluri da “Oi” roubado. Como meu chip era da antiga “BrasilTelecom”, a loja não poderia resolver meu problema, sendo assim: 10314 ai vou eu. Estou perto de ter que ligar pela terceira vez para aquela merda, pois não há jeito de pagar o tal chip para recebê-lo. É foda, infelizmente aqui não há concorrente, logo nos rebaixamos a agüentar o mau-trato que recebemos.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5384157958685902316?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5384157958685902316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/infelizmente-sao-fatos-reais.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5384157958685902316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5384157958685902316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/infelizmente-sao-fatos-reais.html' title='Infelizmente são fatos reais...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/S5qRCX1NllI/AAAAAAAAAJs/rkbZTf3lgX0/s72-c/2318292403_3e3c91e529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5056773083084523606</id><published>2010-03-04T23:20:00.000-03:00</published><updated>2010-03-04T23:55:29.776-03:00</updated><title type='text'>CEPAE-UFG</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É engraçado como certas coisas nunca nós abandonam, nascem com a gente e por mais que se tente deixa-las de lado, elas continuam lá, só esperando o momento exato para serem despertas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando ainda nem fazia ensino médio já participava do grêmio estudantil do colégio de aplicação, um dos grêmios mais atuantes na época, importantíssimo na luta por melhorias do transporte coletivo e na defesa não só dos interesses cotidianos dos alunos (melhoria no lanche, melhoria dos horários, abertura para participação nos conselhos finais dos representantes de sala etc) como também do ensino de qualidade e da escola publica como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adquiri muita experiência nesse tempo e conheci pessoas ótimas, mas como nem tudo são flores fui me desiludindo aos poucos, perdendo minha esperança e aumentando a desconfiança, não eram poucos os que me chamavam para partidos políticos e tentavam me doutrinar e eu... Eu detesto doutrinas!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante o ensino médio deixei o movimento de lado, queria fazer de tudo para me preocupar só comigo e assim ser mais feliz, meu mundo se reduziu aos meus interesses estreitos, e assim as coisas foram seguindo muito bem, embora meu sangue não fervesse mais, os debates, assim como minhas revoltas não ultrapassavam a porta das salas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas como já disse no inicio, certas coisas são inerentes a alma, e sempre que havia eleição para representante de sala eu era eleito como suplente (mesmo que algumas vezes sem querer entrar) e isso não era coisa de nerd, acreditem se quiserem, o cargo de suplente era ótimo, funcionava como uma espécie de advogado da sala. O representante tinha lá suas funções que não me lembro quais eram, mas ambos ( o suplente e o representante) podiam participar dos conselhos, ver a nota de cada aluno e opinar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sistema do CEPAE- UFG (centro de ensino e pesquisa aplicada a educação - universidade federal de goias ) era de uma avaliação conjunta, nenhum docente dava a nota sem consultar os demais, e era ai que eu entrava, defendendo os mais ferrados da sala, às vezes até mesmo inventando historias, o argumento porexemplo de que o aluno tinha problemas na família sempre dava certo, amolecia até os mais rigorosos professores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim ajudei a passar muitos colegas, quebrando sempre um código de ética idiota que não nós permitia contar o que acontecia nos conselhos, mas isso não me importava, afinal estava ali para isso, na função única de representar quem não podia participar de escolhas que poderiam mudar suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando e agora estou no direito, após três anos de um curso de audiovisual, por mais que eu tenha tentado me animar para o curso, faltava algo. Era porque não tinha jeito mesmo, acredito que nasci para o direito e agora na faculdade me encontro com colegas rebeldes do tempo de CEPAE, vejo minha identidade novamente como nunca vi no audiovisual, entrei para um grupo de discussão política como nos velhos tempos de escola e meu sangue ferve na vontade de ser útil a alguém, de ser representativo na mudança mínima que seja dessa sociedade desigual, é o que me move e me alegra e embora esse blog não seja um “paginas da vida” pois a ideia é contrariar com essa perspectiva de só falarmos de nós mesmos, eu deixo aqui uma parte da minha história pois é uma historia mais da escola publica e gratuita que formou os cidadãos pensadores do colégio de aplicação do que a minha vida propriamente dita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É isso, vamos ser nossas profissões, achar nossos lugares, e dentro disso fazer o melhor ! Caso estejamos em abismos da ignorância onde a discussão política é vista como fanatismo, como conduta abominável, não nós deixemos esmorecer pois é esse o intuito dos que não pensam, dos mantedores dessa estrutura sem lógica! Lembremos sempre do nosso lugar de origem e dos nossos espíritos, porque eu sei... Sou e sempre serei um filho do CEPAE e meu único arrependimento foi não ter sido mais atuante quando estava por lá, mas agora após três anos vejo de novo meus camaradas e volto ao mundo da discussão e do pensamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5056773083084523606?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5056773083084523606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/cepae-ufg.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5056773083084523606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5056773083084523606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/03/cepae-ufg.html' title='CEPAE-UFG'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3740619214467636820</id><published>2010-02-27T08:51:00.001-03:00</published><updated>2010-02-27T08:51:34.725-03:00</updated><title type='text'>Haiti e tudo mais</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Pois bem, nada melhor que recomeçar com as críticas mais prazerosas de se escrever. Não que goste que o país esteja onde – e como – está, mas é a vida. Recentemente nosso presidente fez um “tour” por alguns países aos quais dificilmente terão algo a nos oferecer. O Haiti, como de praxe, após o que aconteceu por lá, foi um dos destinos – entre outros, como Cuba, por exemplo – do nosso queridíssimo Lula. Dificilmente achamos um governo tão amistoso e solidário como o nosso atual; isso não seria de todo mal se o mesmo zelo que demonstra lá fora fosse praticado aqui. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O Brasil está dando a cara à tapa acolhendo os “fracos”, parece ser muito nobre, mas estamos “enfrentando” os “fortes”. Não falo de “puxa-saquismo” ou algo do gênero, porém há de se ter aliados que possam suprir aquilo que nos falta. Lula fala em nome do Haiti, pedindo que o FMI desculpe as dívidas que o país tem e ainda ajudando o mesmo com 100 milhões de dólares. O marketing internacional, com certeza o presidente está fazendo bem; afinal temos nós 100 milhões de dólares “sobrando” para tal ato de “caridade”?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Leio outro dia na coluna de algum jornalista por ai uma observação muito pertinente: se o dinheiro do pouso de Lula no Haiti fosse direcionado às pessoas atingidas pela catástrofe com certeza surtiria melhor efeito. Assim como sempre o dinheiro é mal gasto, utilizado para promover nosso presidente, e jamais levando em conta quem precisa ser levado. O pior de tudo isso é a impotência mesmo vendo o que acontece com nosso dinheiro. Fatalidade. Banalidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3740619214467636820?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3740619214467636820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/02/haiti-e-tudo-mais.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3740619214467636820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3740619214467636820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/02/haiti-e-tudo-mais.html' title='Haiti e tudo mais'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6822144043944318188</id><published>2010-02-15T21:26:00.002-02:00</published><updated>2010-02-21T11:25:05.041-03:00</updated><title type='text'>De volta !</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: -webkit-xxx-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Há muitos dias que ninguém posta nada aqui, há muito tempo estamos postando poemas e vídeos, não que poemas e vídeos não sejam interessantes, alias de forma alguma queria ser interpretado desta forma, mas um fato não pode ser negado, há tempos que deixamos tudo um pouco de lado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Fazer um texto demanda paciência e coragem, paciência para amarrar as palavras e tentar falar de algo interessante, coragem para expor algum pensamento, qualidade tão rara atualmente já que todos preferem apenas copiar algo pronto. Afinal de contas assim não se corre o risco de ser chamado de louco ou qualquer outra coisa, ou até mesmo de rirem dos seus erros de português.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Conviver com a critica e com idéias diferentes não é fácil e às vezes cansa e cansa muito! Viver uma vida tranqüila afogada em um pouco de ignorância, vendo tudo passar e não falar nada é com certeza maravilhoso. Um professor á muito tempo atrás citou um poeta inglês dizendo que ignorância é o melhor, esquecer de tudo e continuar seria a chave para felicidade, mas eu continuo sempre sorrindo haja o que houver, mesmo não me esquecendo de tudo, por isso escrevo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Mas mesmo feliz em uma estratégia de fechar os olhos e se conformar, muitas coisas não fazem minha cabeça, um estilo de vida sem muito sentido como a musica do Zeca Baleiro : “Um filho e um cachorro”, um carro novo e comer fora no final de semana não é o que mais me agrada, sou desses que vê a rotina como um completo suicídio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Acho extremamente chato e até fico um pouco indignado quando em outra cidade me identificam logo como um goiano.. Ok, desculpem, tenho amor a minha terra, não sou assim tão bastardo, mas a identidade do goiano ai fora não é das melhores, nos conhecem pelas nossas caminhonetes e estilo de vida burguês de classe média. Algo pouco louvável em minha concepção, muito depreciativo, pois como já escrevi aqui uma vez, classe média é a classe burra por excelência. Prefiro me colocar como pobre alta, pois tudo que é médio é medíocre, não sendo uma coisa nem outra, alem do que, nesse país os pobres são muito mais divertidos e generosos. Tem famílias enormes e festas onde se bebe a vontade sem ninguém ficar reparando pra encher o saco depois, sem falar que não ter nome é perfeito, pois assim não há o risco dele ser manchado com uma foto em qualquer coluna social ridícula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Espero algo mais de tudo, sou um perfeito otimista e amo enfiar o dedo nas feridas de quem só sabe machucar, existe toda uma lógica dominante para que o sujeito não tenha consciência de classe, e isso acreditem se quiserem não é teoria da conspiração, logo que alguém adquiri algum poder, seja ele financeiro ou não, é inserido em outro grupo social, deixando para trás todas as suas revoltas. A frase dominante é “agora você pode” ou “mostre onde você chegou” e poder mostrar é abandonar, se esquecer de tudo, da sua escola publica e do ônibus e até mesmo das diversões que essas coisas trazem ( acreditem se quiser ) não há nada como crescer brincando nas ruas dos bairros de Goiânia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Por isso tento ressuscitar este blog, mesmo que sem leitores ( acredito que perdemos os poucos que tínhamos) não esqueço do meu lugar e uma vida ignorante me irrita, tentam me levar á bons restaurantes e usar boas roupas, tudo bem, acho ótimo, mas sei que nunca vou fazer parte disso, nunca darei a devida importância que todos dão, gosto é do gueto, da confusão, e não sei diferenciar taças e talheres que nunca vi, enfim ser fino. Tenho um sangue ralo que nem de longe é azul, e isso me faz mover, me divirto muito, adoro ter á coragem que falta a todos os outros, tementes do julgamentos de qualquer estranho que se sente na mesa ao lado em um restaurante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Enrolei muito só pra dizer que voltei, com meu queismo e outras repetições, para justificar também o tempo sem escrever, não eu não cedi a demência daqueles que só abaixam a cabeça e reclamam pelos cantos, estava fora, mas foi por um bom motivo, passei no vestibular!! Vou fazer direito, quero ser promotor do MP para me divertir ainda mais, porem ainda demora um pouco e enquanto isso escrevo e tento ajudar aqueles que posso. Ah... tirei 38 em redação, como pode, um quase analfabeto tirar 38 ? Mas esse blog ajudou muito e algum corretor louco deve ter se identificado comigo, prometo fazer de tudo para postar o máximo de textos, algumas vezes o tempo vai apertar e será preciso um poema ou vídeo, mas agora é a exceção e não a regra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6822144043944318188?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6822144043944318188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/02/de-volta.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6822144043944318188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6822144043944318188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/02/de-volta.html' title='De volta !'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2028182088503457241</id><published>2010-01-14T18:13:00.001-02:00</published><updated>2010-01-14T18:13:51.573-02:00</updated><title type='text'>Acho que nem sou daqui ..</title><content type='html'>Algumas vezes eu penso&lt;br /&gt;Que não faço parte disso&lt;br /&gt;Algumas vezes eu vejo&lt;br /&gt;Caírem grandes promessas&lt;br /&gt;Que não fiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil acreditar&lt;br /&gt;Que não há nada além&lt;br /&gt;Que se está sozinho&lt;br /&gt;Mas não há lugar para ficar&lt;br /&gt;É um outro caminho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não há nada á sentir&lt;br /&gt;Esperando apenas&lt;br /&gt;Qualquer coisa&lt;br /&gt;Que faça acreditar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo uma cidade&lt;br /&gt;Escondida em becos&lt;br /&gt;Algo diferente acontece&lt;br /&gt;E a realidade vive&lt;br /&gt;Entre grandes aspirações&lt;br /&gt;Nada que eu queira&lt;br /&gt;Ou siga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo controla&lt;br /&gt;Pensamentos estranhos&lt;br /&gt;Que se ocultam&lt;br /&gt;Em desesperada harmonia&lt;br /&gt;Gritos baixos&lt;br /&gt;Não mostram descontentamento&lt;br /&gt;E seguem em objetivos&lt;br /&gt;Que não são seus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes eu penso&lt;br /&gt;Que não faço parte disso&lt;br /&gt;Algumas vezes eu vejo&lt;br /&gt;Que nem sou daqui&lt;br /&gt;Mas é por muito pouco tempo&lt;br /&gt;Pra que a ordem do momento&lt;br /&gt;Não se altere&lt;br /&gt;Espalhando então&lt;br /&gt;Verdades em um ventilador&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2028182088503457241?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2028182088503457241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/01/acho-que-nem-sou-daqui.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2028182088503457241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2028182088503457241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/01/acho-que-nem-sou-daqui.html' title='Acho que nem sou daqui ..'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3801963560240941673</id><published>2010-01-07T14:24:00.001-02:00</published><updated>2010-01-07T14:24:59.557-02:00</updated><title type='text'>Dear Mr. President</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; white-space: pre; "&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KS6iaW4_qXQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KS6iaW4_qXQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3801963560240941673?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3801963560240941673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/01/dear-mr-president.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3801963560240941673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3801963560240941673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2010/01/dear-mr-president.html' title='Dear Mr. President'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4109445805081817430</id><published>2009-12-25T00:01:00.000-02:00</published><updated>2009-12-25T00:01:00.443-02:00</updated><title type='text'>Um sonho</title><content type='html'>Escrevo para não esquecer:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ônibus parou, por algum motivo não esclarecido a estrada estava impedida. Sem tempo para dúvidas, peguei minha mochila e fui a pé. Não se espante, andar a pé é nosso meio de transporte mais natural e óbvio, além disso, era apenas um sonho. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sabia o caminho, as rotas serpenteantes e úmidas eram velhas conhecidas. Chovia sem tréguas, encharcando-me toda e meus pertences, porém isso parecia não importar. A chuva era parte intrínseca daquele lugar, um alívio, água matando a sede, conforto, só confirmava o quanto era ali mesmo que eu estava.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo, pequenas cidades iam aparecendo, lúdicas como brinquedos, surgindo e ficando para trás. Meu trajeto cruzava por algumas. A chuva ia cedendo. Havia igrejas, belas igrejas em que entrei. Os interiores de louça lisa e brilhante faziam-me sentir dentro de uma bonita xícara de chá. Ao invés de cruz, presépios, santos ou anjos, diversas representações de pessoas sorridentes brotavam do chão, tais quais estalagmites de uma caverna, uma celebração de felicidade. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A chuva passou e as cores tomaram a paisagem. Cores próprias do mundo onírico, extremamente saturadas, vivas. O azul do céu e o amarelo do sol se misturavam nas superfícies redondas das montanhas, uma colcha macia de retalhos verdes desarrumada gostosamente sobre a cama. Encontrava pessoas que me acenavam de forma calorosa e amigável. Era tudo tão simples, caminhar, ir em frente. Fluía como música, cada nota em seu lugar, melodia de gaita e violão. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Despertei com ela ainda tocando e nunca desejei tanto entender de música para não deixá-la prisioneira em meu sonho. Soou pelo resto do dia e está aqui comigo agora. A esperança é que essas palavras possam ajudar a adivinhar um pouco da alegria boba que ela me trouxe.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Feliz Natal para todos!!! Que essa melodia invada o dia de hoje e todos os outros dias que se seguem,  fazendo mais alegre e colorido o caminho diário de cada um!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4109445805081817430?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4109445805081817430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/um-sonho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4109445805081817430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4109445805081817430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/um-sonho.html' title='Um sonho'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1907151703480969252</id><published>2009-12-12T11:41:00.002-02:00</published><updated>2009-12-12T11:42:22.492-02:00</updated><title type='text'>Direitos e deveres</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Muito se fala sobre igualdade, é igualdade pra lá, igualdade pra cá. Igualdade de direitos. Negros, mulheres, deficientes, “pobres”, gays, é infindável o número de grupos buscando tal “liberdade”, seja ela para que for. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Concordo que todos merecem oportunidades iguais, tratamento se não igual, semelhante e jamais perder liberdade por algum fator genético ou uma escolha “diferente”. Então, muito se fala sobre igualdade do direito, mas pouco ouço sobre igualdade do dever. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Firmo-me, primeiramente, num exemplo muito claro que são os tais “bolsistas” (bolsa família e afins). Enchem a boca para exigir uma ajuda mensal, afinal precisam e os convêm como direito, mas “coçam saco” na hora do seu dever de TRABALHAR.  Fácil exigir, difícil é merecer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Aposentados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Os aposentados, no entanto, trabalharam arduamente, cumpriram dois deveres, o de trabalhar e o de pagar para que um dia pudesse usufruir a tão esperada aposentadoria. Todos, ou pelo menos a grande maioria deve conhecer a situação atual dos nossos aposentados. Bolsas rolam por aí, incentivo à vagabundagem é o que não falta, mas a quem a vida toda trabalhou não dão um mísero reajuste, e seus salários, muitas vezes único meio de sustento diminui a cada ano.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A indignação é evidente, afinal muito se cobra sobre direito. É direito que não acaba mais, até quem mata tem direito, quem estupra tem direito, mas cadê o chamado dever? “Dever em primeiro lugar” é o que escuto desde minha infância, porém poucos parecem conhecer isso. É injusto, é revoltante. Tudo bem, o bandido tem redução de pena, agora o aposentado tem que brigar com unhas e dentes para um pequeno reajuste. Que país!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Chuvas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;É complicada a situação, para enfrentar a natureza precisamos de governo e população. Aqui no sul a coisa está bem complicada e tenho certeza de que lá pra cima não é diferente. Apesar de onde moro não estar sendo atingido por nada de mais sinto pelos que estão. É uma gente que pouco pode fazer, mas o pouco que podem, acho que não estão fazendo. Lugar de lixo é de lixo e não entupindo bueiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1907151703480969252?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1907151703480969252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/direitos-e-deveres.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1907151703480969252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1907151703480969252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/direitos-e-deveres.html' title='Direitos e deveres'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1790574086169965533</id><published>2009-12-04T12:29:00.001-02:00</published><updated>2009-12-04T12:29:19.865-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dX-ND0G8PRU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dX-ND0G8PRU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1790574086169965533?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1790574086169965533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/blog-post.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1790574086169965533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1790574086169965533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4201329364699862541</id><published>2009-11-30T14:55:00.002-02:00</published><updated>2009-12-01T15:54:44.124-02:00</updated><title type='text'>Lagartixa..</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Andei mais um dia por ai, como se passos fossem dar respostas. Vi muita gente, reparei em cada parede, em cada painel e calçada. Virei o pescoço e descobri o mundo.&lt;br /&gt;Há se tivesse acordado antes daquele sonho individual, solitário e auto-suficiente acontecer. Há se tivesse percebido que somos completos e imperfeitos ao mesmo tempo, que nada se basta sozinho.&lt;br /&gt;As fachadas na cidade, as pixações. Pequenas histórias, pequenas mensagens, um pouco de expressão, um pouco de poesia. A particularidade que abarca um todo, um todo construído de particularidades.&lt;br /&gt;Na vitrine de uma loja havia uma lagartixa, uma dessas pequenas histórias, a historia do pequeno réptil. Os carros passavam, as pessoas passavam, e a lagartixa intacta na vitrine. Será que alguém á viu¿ Se viu não matou, e assim ela vai vivendo na vidraça, anônima no centro da cidade.&lt;br /&gt;Talvez sejamos também anônimos, alheios ao universo, talvez sejamos universos particulares e interdependentes. Escrevo diante da janela, na frente da rua, pessoas passam a todo o momento, carros, motos e bicicletas vem e vão. Talvez eu esteja na vidraça esperando algum inseto.&lt;br /&gt;O mundo acontece nos muros, nos sorrisos, nas placas, no barulho do vento, como fragmentos de uma enciclopédia sem fim. As coisas se dependem para existir, a pessoalidade acontece em meio à universalidade.&lt;br /&gt;Depois de tanto caminhar só pude constatar que estava tudo ali, bem na minha frente, uma conclusão óbvia! Conclusões óbvias, são difíceis de entender e até mesmo de acreditar. Como quando descobriram a lei da gravidade por causa de uma simples maçã.&lt;br /&gt;Um outro ângulo irradia todas as coisas agora, é como deixar de usar uma corrente nos pés ou retirar os óculos escuros em um dia de muito sol, como na história daquele mito, ainda hoje vivemos em cavernas.&lt;br /&gt;Acontece primeiro o susto, os pés que já estavam acostumados com a dor da corrente demoram a se adaptar á liberdade, e a retina que quase não via luz se dilata no momento da retirada dos óculos, você se torna cego logo de uma vez ou talvez um louco que não queira ver o que ô cerca, poucos enxergam depois de ver o sol bater forte, a coragem de vencer uma crença é escassa, difícil de alcançar, melhor para os homens enfrentar uma guerra sem sentido, levar um tiro e morrer por uma ilusão do que retirar o véu que encobre todos os ideais forjados.&lt;br /&gt;Os novos sentidos adquiridos aos poucos enquanto a pupila dilata são difíceis de serem explicados, muito diferentes de uma explicação comum, é tão mais fácil viver em um mundo particular e continuar com os ideais, com as crenças comuns de não precisar de nada alem de si próprio. O que há agora não é um egoísmo triunfante, é uma vontade que compete para o bem de tudo, é uma lógica sensitiva, se é que isso existe, a luz não existe sozinha ela só acontece se conseguir se infiltrar em todos os cantos possíveis.&lt;br /&gt;A importância das pequenas coisas, dos pequenos milagres, a coragem de acreditar em sonhos, a atenção com algo mais alem da ponta do nariz, é a engrenagem que faz continuar, que não se deixa alienar. Se antes era uma parte desconexa de um todo, agora entendo o processo, ou melhor, sinto o processo. É só fazendo parte do processo que se torna o todo, que se constrói algo, observando as janelas e as lagartixas.&lt;br /&gt;São outras as realizações agora, não que aquelas antigas não aconteçam mais, a diferença está na importância de cada elemento, em saber o que buscamos e porque buscamos. Mais do que querer ganhar, a atenção se volta agora para não perder, para não deixar passar os momentos e as pessoas, pois é tudo aquilo que já temos que faz falta, sentir falta do inalcançável é mergulhar em um caminho sem volta em que nada se basta já sendo ultrapassado no momento da chegada.&lt;br /&gt;Não digo para deixar de lutar, de correr atrás dos objetivos, dos sonhos... Afinal esse é o sentido de viver, mas é preciso ficar atento, com calma e compreensão do todo. Tudo acontece naturalmente como em uma sinfonia, um arranjo perfeito de música, quem resolveu fazer o show sozinho caminhou mais rápido que a velocidade necessária e chegou perturbado no fim da linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs. Sei que perturbado sou eu com esse texto, porem, entretanto, todavia, contudo, serve pra quebrar um pouco o gelo dos textos estritamente lógicos e politicamente corretos e muitas vezes ate mesmo ...Chatos! Áhh, se não entenderem nada a culpa é minha não se preocupem ...Abraços = ) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4201329364699862541?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4201329364699862541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/lagartixa.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4201329364699862541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4201329364699862541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/lagartixa.html' title='Lagartixa..'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6819999941600233244</id><published>2009-11-28T19:04:00.003-02:00</published><updated>2009-11-30T14:55:04.434-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='P'/><title type='text'>Pedido de desculpas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Primeiramente gostaria de me desculpar com os leitores, especialemente aqueles que tem nos acompanhado mesmo que de forma discreta desde o inicio.&lt;br /&gt;Esse segundo semestre tem sido um pouco complicado para mim e talvez por isso tenha dado menor atençaão a esse espaço do que ele merece, essa semana não consegui postar um texto a tempo.&lt;br /&gt;obrigado pela atenção e gostaria de fazer novamente um convite para quem esteja disposto a escrever textos para o subestação, estamos de braços abertos para receber outras opiniões.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6819999941600233244?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6819999941600233244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/pedido-de-desculpas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6819999941600233244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6819999941600233244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/pedido-de-desculpas.html' title='Pedido de desculpas'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8498219576883087922</id><published>2009-11-19T22:28:00.003-02:00</published><updated>2009-11-19T22:36:01.608-02:00</updated><title type='text'>Da janela do meu quarto.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SwXjLukxvoI/AAAAAAAAAI8/mxKqz2vF8Dc/s1600/DSC00928.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SwXjLukxvoI/AAAAAAAAAI8/mxKqz2vF8Dc/s320/DSC00928.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405976718348500610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Foto por: Marco H. Strauss&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Assistindo a realidade, apenas pela janela, avisto uma utópica tranquilidade, tal que provavelmente só ficará na imaginação. A qualidade de imaginar aquilo que se quer é fantástica, e através de uma vista, diria magnífica – mesmo que ofuscada por prédios – é possível ir além das preocupações corriqueiras. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Resolvi mudar um pouco o tema essa semana, não mudar de forma drástica, afinal mudanças são lentas e é assim mesmo que devem ser. Por esta semana chega de problemas, gostaria de abrir espaço apenas para discutir uma questão, digamos “religiosa”, não para gerar divergências sobre o tema – se bem que essa é nossa tarefa –, mas para abrir horizontes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Curiosamente abro um livro esta semana e começo a lê-lo, tal livro intitulado “Violetas na Janela”, uma obra ditada pelo espírito Patrícia e psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Espiritismo. Já havia lido algumas obras sobre o tema, nada de mais, apenas supostas histórias, das quais não recordarei nem a primeira letra do título. Com certeza nenhuma delas deixou tão claro e ao mesmo tempo tão incógnito em minha mente algumas coisas sobre o além – ai chegam as indagações sobre além dos problemas, além da vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O livro mostra como seria o “paraíso” através da visão espírita, muito curioso e que sem dúvidas deixa muitos pontos de interrogação. Como falei, mudarei de assunto, mas impossível mudar completamente, sendo assim, nestas leituras sobre um possível “além”, através de citações da obra, recordo-me de algumas crenças que já haviam me feito refletir. Trata-se da nossa tarefa em terra, como, por exemplo, por que algumas pessoas nascem tão ricas e outras tão pobres? Ou, por que uns morrem velhos e outros não saem da sala de parto? Coisas do tipo, perguntas sem respostas ou com respostas não provadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não se trata de discussão sobre essa ou aquela religião, apenas certo conformismo sobre muito do que acontece em terra, não seria aqui o lugar onde pagamos por “crimes” que já cometemos? Uns roubam, outros pagam. Muitos morrem, muitos matam. Tratará a natureza de, no seu devido momento, punir e dar merecimento a cada um de nós? Talvez todos estejam apenas cumprindo tarefas, se sofre, é porque um dia já fez sofrer, se goza é por já ter sofrido de mais, carma chama-se para alguns, não é? São essas crenças que me fazem olhar para a vida e para as pessoas com mais otimismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Esse é um texto fora do comum, estranho pela sua forma e pelo seu tema, mas penso que deve haver algum motivo para tantos casos vergonhosos e extremos que citamos semanalmente nesse humilde blog (se não há explicação então a inventamos para tornar as coisas mais compreensíveis). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;P.S.: Cito, para esclarecimento que não sigo nenhuma religião, apenas tiro proveito o que de melhor vejo em cada uma. Entre todas elas, o espiritismo é uma das quais mais me agrada, apesar de discordar de muitas coisas e agregar à minha crença muitos outros pensamentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8498219576883087922?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8498219576883087922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/da-janela-do-meu-quarto.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8498219576883087922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8498219576883087922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/da-janela-do-meu-quarto.html' title='Da janela do meu quarto.'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SwXjLukxvoI/AAAAAAAAAI8/mxKqz2vF8Dc/s72-c/DSC00928.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6751901292673832484</id><published>2009-11-13T13:13:00.002-02:00</published><updated>2009-11-13T13:18:12.517-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/Sv14IHZx4RI/AAAAAAAAAJw/WLu272JQF_o/s1600-h/imagem.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 262px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403607208735924498" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/Sv14IHZx4RI/AAAAAAAAAJw/WLu272JQF_o/s400/imagem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Obra de Zé Cesar (Professor da FAV-UFG) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A região da cidade onde moro (Região Norte de Goiânia) costumava ser traquila, frequentemente chamada de "roça", longe, outra "cidade", enfim, mas eu gosto do pouco trânsito, andar a pé, menos poluição do ar, sonora, visual, casas baixas, dava até pra ver uma paisagem legal dos prédios lá longe. Porém isso está mudando, a área parece ser agora a mais nova zona de expansão imobiliária. Os terrenos estão sendo terraplanados, grandes muros erguidos, belos folders publicitários distribuídos, stands de vendas montados. Um grande shopping será construído, o maior da cidade dizem, também está sendo construído um parque com bosques e lago. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Uma maravilha para alguns, a especulação está em alta, juntamente com o valor dos aluguéis. Outros estão exultantes: terão um shopping pertinho, comodidade para o consumo. Porém não pretendo escrever aqui nenhum desabafo já saudoso. As mudanças acontecem, prefiro me ater em como elas se dão e que rumos tomam. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O modelo parque, shopping, prédios e condomínios parece ter boa aceitação em Goiânia. Ao observar, pode-se perceber que outras regiões seguiram um caminho parecido. Claro, o shopping e o parque valorizam os imóveis, atraindo os empreendimentos imobiliários. O que me chama a atenção é como a iniciativa pública se confunde com a iniciativa privada nesse momento. Por que só agora a prefeitura está construindo um parque? Há tempos existem bairros e um número razoável de moradores na região. Se a prioridade fosse mesmo o bem estar da população esse parque já estaria aqui há muitos anos. Um indício de como o Estado muitas vezes prioriza mais os interesses privados ao invés de interesses públicos. Afinal após saturar outras áreas com prédios, as construtoras precisam de um novo local para continuarem a fazer o mesmo e, a fim de aumentar a lucratividade, nada melhor que elementos valorizadores como o parque e o shopping. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E assim, sucessivamente, a cidade cresce, cresce, cresce, até quando?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6751901292673832484?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6751901292673832484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/obra-de-ze-cesar-professor-da-fav-ufg.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6751901292673832484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6751901292673832484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/obra-de-ze-cesar-professor-da-fav-ufg.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/Sv14IHZx4RI/AAAAAAAAAJw/WLu272JQF_o/s72-c/imagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-219865878433235076</id><published>2009-11-08T19:15:00.001-02:00</published><updated>2009-11-08T19:15:40.015-02:00</updated><title type='text'>O preço</title><content type='html'>Quanto vale uma pessoa&lt;br /&gt;Quantos são seus sonhos&lt;br /&gt;O que ela precisa&lt;br /&gt;Vale tão pouco&lt;br /&gt;Ou vale muito&lt;br /&gt;Se tudo tem seu preço&lt;br /&gt;Há aquelas que não valem nada&lt;br /&gt;Tudo que não tem preço&lt;br /&gt;Não vale nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria vale alguma coisa&lt;br /&gt;Umas custam caro&lt;br /&gt;Outras roupas e sapatos&lt;br /&gt;Quem não tem seu preço&lt;br /&gt;Sucumbi na exclusão&lt;br /&gt;Morre na desilusão&lt;br /&gt;Na bala de uma emboscada&lt;br /&gt;Mas livre vive no entanto&lt;br /&gt;Experimentando o vento&lt;br /&gt;Nas asas do que não é permitido&lt;br /&gt;Pensamentos&lt;br /&gt;Senhores de si&lt;br /&gt;Os livres são poucos&lt;br /&gt;São alegres ou tristes&lt;br /&gt;O meio do caminho não existe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-219865878433235076?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/219865878433235076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/o-preco.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/219865878433235076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/219865878433235076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/o-preco.html' title='O preço'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6206205138187339968</id><published>2009-11-05T20:43:00.000-02:00</published><updated>2009-11-05T20:45:31.787-02:00</updated><title type='text'>O R.U de Balzac..</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na obra ilusões perdidas de Balzac, é contada a historia de um poeta que sai do interior da França e vai tentar a vida em paris, de forma que em um momento de sua estada na cidade das luzes o poeta se torna estudante realizando pesquisas em bibliotecas e passando dia inteiro atrás dos livros. Nessa parte da historia o protagonista sobrevive com pouco dinheiro, sendo assim obrigado a adaptar-se a uma vida modesta, é ai que entra o flicouteux na narração, sendo uma espécie de RU (restaurante universitário ) parisiense tendo um papel importante na construção da oposição entre moral romântica e moral moderna tão bem relacionadas por Balzac.&lt;br /&gt;O “r.u parisiense” era freqüentado por estudantes, escritores, poetas, reacionários etc, em sua grande maioria indivíduos que se opunham  a ordem vigente, fosse no campo literário, político, musical, das artes plásticas, filosófico ou cientifico. Quem não fazia oposição as ideologias reinantes inseria-se com mais facilidade na sociedade francesa, tendo assim, um maior retorno tanto do ponto de vista financeiro como social, não precisando freqüentar um restaurante simples do tipo flicoteux. A imagem sempre foi tudo, e nessa época não era diferente, antes de qualquer coisa era preciso freqüentar “bons” lugares para ser aceito.&lt;br /&gt;Lucianno chardon é o poeta personagem principal do livro, um iludido com a aristocracia, que almeja desde as primeiras páginas fazer parte da alta sociedade francesa. No seu momento de maior lucidez o poeta escreve um livro e vive modestamente, almoçando e jantando todos os dias no “RU” do século XIX, onde conhece quem ele descobriria ser mais tarde, seu único e verdadeiro amigo em paris.&lt;br /&gt;Esse amigo de Lucianno o apresenta a um grupo de jovens intelectuais ansiosos por se tornarem elementos transformadores da França, que se encontrava em um momento de tensão, pois o país havia experimentado a maior revolução da historia mundial, calcada nos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade e, no entanto vivia o momento da restauração, com o retorno do poder do rei e da igreja, a nobreza voltava também, assim como seus privilégios.&lt;br /&gt;Não é a toa que chamo essa parte na qual Lucianno freqüenta o restaurante, de o momento mais lúcido do protagonista, a obra não se chama ilusões perdidas por acaso, o poeta, um verdadeiro interiorano se deslumbra com as dimensões de paris e com o luxo da aristocracia, deixando de lado seus ideais e até mesmo seu caráter em busca de uma vida de fama, sucesso e diversão, o seu momento RU foi sem dúvida o mais coerente e mais fundamentado.&lt;br /&gt;Quando Lucianno se faz lúcido, por meio de seus amigos e da existência regrada que os custos de vida o impõem, ele parece compreender por um momento o funcionamento do estado, o real lugar de cada individuo no mantimento de uma hierarquia social injusta.&lt;br /&gt;Talvez traçar um paralelo entre um restaurante citado em um livro de Balzac, que se passa no período da restauração francesa com um outro restaurante que existe hoje em Goiânia-Go seja um pouco de ousadia, mas o pensamento e a reflexão nascem da comparação e da observação.&lt;br /&gt;Balzac criou personagens tão completos, com elementos psicológicos tão próximos do real que é difícil ler uma de suas obras e não identificar um sentimento ou algum modo de agir, seja em si próprio ou em algum amigo, parente ou conhecido. Se trouxermos o “RU”  de Balzac para atualidade, perceberemos que nem tanta coisa mudou, sobretudo quando analisamos os freqüentadores do restaurante e suas aspirações.&lt;br /&gt;No século XIX quem comia no flicouteux era geralmente quem não estava tão preocupado com a imagem e sim com um objetivo maior, uma forma de realização pessoal, uma realização plena que só vem com o esforço individual. Hoje no século XX os clientes desse “Flicoutex” remodelado, buscam em sua grande maioria concluir um curso superior, um projeto de pesquisa, enfim, formas de realização pessoais também alicerçadas na dedicação e no esforço.&lt;br /&gt;Tanto em 1820 como em 2009 percebemos um comportamento semelhante entre os clientes dos restaurantes citados, são pessoas que tem uma noção (mesmo que reduzida em alguns casos) de todo, que conseguem e conseguiram enxergar a dimensão real dos acontecimentos. Essa dimensão que chamo de real é a do entendimento do quanto à sociedade seduz o cidadão a comungar de certos padrões, que na maioria das vezes são prejudiciais a si próprios.&lt;br /&gt;Em outras palavras, o simples hábito de almoçar demonstra o quanto alguém é ou não influenciado, vejamos o caso da maioria dos estudantes, que vivem à custa dos pais e não são ricos: Uma boa parte vai querer almoçar em um lugar mais chique e mais caro para acompanhar um padrão, enquanto um outro grupo mais sóbrio terá noção da sua condição de estudante dependente e assim sendo terá certa parcimônia, afinal de contas não estamos em um país de ricos, e fazer uma imagem à custa de quem trabalha para sustentar seu progresso intelectual não é lá algo muito moral.&lt;br /&gt;O primeiro grupo citado representa aqueles que são iludidos, os que farão de tudo para conseguir andar com o carro do ano, viverão para pagar um custo de vida desproporcional a seus ganhos, exatamente como Lucianno vai fazer no livro, antes é claro  de se endividar e ter que fugir voltando de cabeça baixa pra sua cidade natal. O segundo grupo é o dos que são lúcidos, dos que conseguem enxergar longe e que com certeza gozarão da plenitude e do equilíbrio, não se juntando ao coro dos ludibriados.&lt;br /&gt;Claro que o simples habito de almoçar ou não em um restaurante universitário não pode servir de base para classificar tipos comportamentais, até porque acredito que as pessoas não podem ser classificadas como fazemos com simples objetos. Quando falamos de seres humanos a generalização é sempre uma perda irreparável, mas esse simples paralelo entre os dois restaurantes muito me chamou a atenção, é impressionante um livro do século XIX descrever uma sociedade que se parece tanto com a atual em que a imagem ainda é o que há de mais importante, as revoluções parecem não ter sido suficientes para barrar o sangue azul, porém por outro lado, ainda existem os que enxergam mais a frente, muito alem de suas roupas ou do lugar em que almoçam e é perto desses que quero estar sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6206205138187339968?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6206205138187339968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/o-ru-de-balzac.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6206205138187339968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6206205138187339968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/11/o-ru-de-balzac.html' title='O R.U de Balzac..'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8625385649479856456</id><published>2009-10-30T15:52:00.002-02:00</published><updated>2010-02-12T15:16:38.801-02:00</updated><title type='text'>Mais um problema desse lindo "rincão".</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Tudo começa errado. No Brasil, de forma errônea, há o incentivo a natalidade, mesmo que indiretamente. A população pobre tem “pencas” de filhos visando os benefícios que receberão do seu querido e populista governo. São famílias sem estrutura e sem mínimas condições de indicar o caminho certo para a garotada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Superpopulação, se ainda não chegamos lá, com certeza longe não estamos. Sem sombra de dúvidas temos muito território, mas pouquíssima estrutura. Não é de se estranhar a barbárie que nos deparamos todos os dias, estamos apenas colhendo os frutos de uma sociedade sem condições de se manter.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O futuro da nação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Que nossas crianças são o “futuro” é óbvio, mas não chegam nem perto de ser a salvação. As crianças são simplesmente o reflexo do âmbito que se desenvolvem, algumas apenas crescem, sem desenvolvimento algum. Uns não têm nada e optam pelo pior caminho, outros têm tudo, e ai nem preciso citar a perdição de quem não sabe o valor da conquista. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Falha da sociedade, do governo. Falta de interesse. Crianças burras torna-se-rão uma sociedade burra, sem questionamento, sem dúvidas, sem interesse nem curiosidade, apenas animais mandados, que acatarão tudo que lhes for proposto. Esse sim é um plano que muitos se interessam. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Planejamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Nossa sociedade – lê-se Brasil – está perdida em meio ao caos. Não temos capacidade de planejar, de organizar. As coisas não funcionam, simplesmente se enrolam e se arrastam até onde é possível. Organização é a base do funcionamento de uma empresa, de uma casa, de uma família e seja qual for o segmento. Organização e planejamento, simples palavras que não são seguidas nem de longe por esse governo miserável que temos. Dá-se esmolas para todos sem a precaução para o dia que o dinheiro acabar, e este é apenas um exemplo dos inúmeros que podem ser citados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O Brasil é um lugar bom de se viver, mas apenas para a classe de vagabundos que aqui já estão ou para quem já tem uma boa quantia de capital reservado. O “classe-média”, trabalhador, aquele que ainda não alcançou o auge do sucesso, mas ainda o busca aqui não passa de um bastardo ignorado por todos. Danem-se aqueles que não nos dão votos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8625385649479856456?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8625385649479856456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/mais-um-problema-desse-lindo-rincao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8625385649479856456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8625385649479856456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/mais-um-problema-desse-lindo-rincao.html' title='Mais um problema desse lindo &quot;rincão&quot;.'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2030170100642864603</id><published>2009-10-24T13:17:00.002-02:00</published><updated>2009-10-24T13:21:38.981-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.descubraportugal.com.pt/Edicoes/imagens/@artigos/4643_25.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 188px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.descubraportugal.com.pt/Edicoes/imagens/@artigos/4643_25.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; Pintura de Magritte - Isso não é uma maçã &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imagine-se no século XVII, vivendo em qualquer região do Brasil, então uma colônia. Seu conhecimento visual se restringe ao mundo imediato, ao que você encherga todos os dias diretamente, poucas são as imagens. Você não consegue nem imaginar como seja a Monalisa, talvez nem saiba da existência desse quadro, não é fácil reproduzir e circular imagens. Se quisesse vê-lo teria que deslocar-se quilômetros e quilômetros até a Europa. Mas como é a Europa? Contam-lhe histórias, porém o máximo que você pode já ter visto é um desenho precário, um mapa, com muita sorte uma pintura. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, basta digitar Monalisa no Google, mas você provavelmente já a conhece, já a viu em algum momento, se quiser pode ter uma reprodução dela em sua parede. Pode ligar a televisão e assistir os últimos acontecimentos europeus. Pode assistir um documentário sobre algum país africano. Se eu disser Paris, uma imagem forma-se na sua cabeça, mesmo nunca tendo estado lá, uma imagem, quem sabe, nítida e fotográfica. Muito óbvio tudo isso, no entanto impossível tempos atrás. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quantas vezes já não ouvi: "Ahh!! Esse filme mostra a realidade!" ou diante de uma notícia de jornal na tv: "Essa é a realidade!". Mesmo? Será que as imagens mostram a realidade? Discussão antiga, desde os antigos gregos e mais do que nunca necessária. Afinal grande parte do que chamamos realidade nos chega por inúmeras imagens, através delas conseguimos ter uma idéia geral do mundo, fato inexistente em outras épocas. Até mesmo na política, quem de fato já viu o Lula e conversou com ele? O que temos são imagens. Ou seja, elas estão entre nós e a realidade, mediando essa relação. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como o quadro de Magritte no ínicio, "Isto não é uma maçã". Não é uma maçã, é tinta sobre uma superfície. Mas também é uma maçã, pois remete a idéia de maçã. Imagens são ambíguas, são e não são o objeto representado. As pessoas na tv não são pessoas de fato, porém são abstrações de formas e cores que remetem às pessoas reais. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, imagens são fonte de conhecimento, como poderia imaginar Paris ou o Lula sem elas. Contudo não dá para esquecer que por trás de cada pincel ou câmera há pessoas com opiniões diversas. O recorte de uma câmera é seletivo, pensar sobre o que é ou não é mostrado faz toda diferença. A realidade de uma imagem é, no máximo, a realidade de quem a produziu ou então a realidade que lhe convem mostrar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2030170100642864603?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2030170100642864603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/pintura-de-magritte-isso-nao-e-uma-maca.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2030170100642864603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2030170100642864603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/pintura-de-magritte-isso-nao-e-uma-maca.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3639512545911058577</id><published>2009-10-16T10:37:00.001-03:00</published><updated>2009-10-22T12:41:35.213-02:00</updated><title type='text'>Ta chovendo hamburguer</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É, penso que esses norte americanos vão mesmo é morrer pelo estomago, sempre tiveram o “olho maior que a barriga” como diz o ditado popular e mais cedo ou mais tarde vão ter uma baita indigestão.&lt;br /&gt;Não é novidade para ninguém que o american way of life, não é nem de longe sustentável, seja qual for o ponto de vista analisado, biológico, financeiro ou até mesmo no sentido dos americanos mesmo não se agüentarem. O mundo inteiro já não os agüenta, a novidade agora é que o conflito virá de dentro.&lt;br /&gt;Quando falo em conflito, logo vem a idéia de uma guerra, uma briga ou coisa do tipo, mas a questão aqui é outra.  Apesar dos problemas internos, em um país marcado pelo preconceito, não serem poucos. O fato é que em poucos anos os norte americanos deverão se tornar um dos povos mais doentes do planeta. Psicologicamente falando já sabemos que não são lá muito bem resolvidos, e agora os filhos dos fast food, aos poucos começam a aparecer e mostrar suas vulnerabilidades .&lt;br /&gt;Em uma sociedade com individualismo reinante não é de se assustar que um aluno entre em uma sala e atire contra  colegas pois a necessidade de auto afirmação pregada por essa cultura liberalista ao extremo cria mazelas irreparáveis como formas variadas de dependência do sujeito em relação a algum  vicio.&lt;br /&gt;A obesidade, reflexo do consumismo exacerbado, não deixa de ser uma dependência e um problema psicológico. Reflexo da segregação, ela atinge boa parcela dessa população  e  será o grande problema de saúde pública a ser enfrentado. As pessoas consumiram umas ás outras, exigiram tudo o que foi possível, e nessa briga uns poucos saem ganhando e a maioria perde.&lt;br /&gt;Essa maioria que perde, que não esta diante dos holofotes são os ditos “pobres” do primeiro mundo, que sem diversão, sem motivação e conhecimento, acabam por reproduzir uma forma de vida anunciada pelo comercio, encontrando o prazer na comida e no consumo. Serão os diabéticos de amanha, são os pais das crianças que virão com problemas genéticos, são os cancerígenos que morrerão aos montes, que terão consumido tudo inclusive o próprio organismo, e ai, só ai, quando todas essas doenças se tornarem um grande mal para o estado, as bases do american way serão repensadas.&lt;br /&gt;Vi um desenho com nome sugestivo, “está chovendo hambúrguer”. É engraçado como o culto do prazer pela comida de baixa qualidade e industrializada é enaltecido em produções como essa, mostrando os yankes vivendo por meio de instintos, pela simples vontade de satisfazer desejos.&lt;br /&gt;Não é a toa que esse tipo de filme, incita tais hábitos alimentares, incentivando as indústrias que transformam os alimentos, pois o que é vendido em natura e não passa por uma linha de produção não gera tanto lucro. Não é interessante que o indivíduo faça seu alimento ou o plante, o objetivo é estimular as redes de fast food e supermercados.&lt;br /&gt;O cientista, personagem principal da animação, poderia ter inventado qualquer coisa mas inventou uma  máquina de criar  hambúrgueres, sorvetes e coisas do tipo, e não pensem que criou para combater a fome, a questão única era fazer brilhar os olhos dos habitantes de uma cidade, afoitos por se empanturrarem de comida até passar mal, deixando de lado a sardinha que era a principal fonte de renda do povoado e passou a ser considerada nojenta.&lt;br /&gt;Claro, a idéia é bem essa mesmo, sardinha é nojento, verdura não tem gosto, quiabo solta baba  e toda essa história que já conhecemos bem. Mas eu queria mesmo é saber do que a salsicha é feita de que tipo de carne, ou como o Macdonalds não deixa perder os hambúrgueres. Achar algo nojento é muito mais uma construção do que uma realidade.&lt;br /&gt;Podia passar um dia inteiro analisando esse desenho e falando das suas ideologias que passam despercebidas por nossas mentes atônitas por efeitos especiais, inclusive acredito que consegui perceber tantas coisas, mais pelo roteiro fraco e pelas cenas que não prendem o espectador do que pelos acontecimentos em si. As produções de hollywood que não nos deixam fixos nas poltronas correm o risco de serem criticadas, por deixarem aberto um espaço de reflexão perigoso porque pode tirar alguém da indiferença e incitar posicionamentos.&lt;br /&gt;Como não poderia faltar, um latino americano aparece dizendo que largou  medicina em seu país de origem para ir ganhar dinheiro nos EUA, trabalhando como câmera, é engraçado... Eles se matando por causa de um sanduíche e ridículos somos nós, serviçais qualificados ganhando pouco e trabalhando para idiotas. Mas quer saber, no fundo devemos ser um pouco ridículos mesmo, afinal o médico preferiu serviço braçal  as servir seu povo na Guatemala.. Eu ainda vejo os filmes e  amo coca cola, embora esteja escrevendo uma critica, talvez seja um pouco parecido com o médico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3639512545911058577?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3639512545911058577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/ta-chovendo-hamburguer.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3639512545911058577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3639512545911058577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/ta-chovendo-hamburguer.html' title='Ta chovendo hamburguer'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1512381327559841194</id><published>2009-10-08T20:34:00.000-03:00</published><updated>2009-10-08T20:36:19.401-03:00</updated><title type='text'>..aos tolos como eu...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Sobre nosso inspirador vídeo que foi postado semana passada por Gabriela Domiciano. Tal vídeo que somado a algumas outras inspirações me fez refletir. Tanto fingimos saber, mas pouquíssimo, diria quase nada sabemos a respeito. Todo dia nos confrontamos com tempestades de reportagens que jamais queríamos ver, escândalos que preferiríamos esquecer e pessoas as quais não precisariam existir. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;São tantas coisas erradas na sociedade, mas a relatividade do errado nos deixa perdidos em meio aos muitos enganos. Todos sabem, mas poucos fazem algo a respeito, e então será que ainda há esperança? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Na TV são mortes, roubos e tudo mais, jornal não passa por diferente, afinal são todos os meios noticiando algo em comum, apenas uma parcela de todo o MAU que nos cerca nesse mundo de loucos. Loucos talvez sejamos nós que perdemos tempo reclamando de tudo que acontece ao nosso redor, enquanto os “certos” relaxam com uma cerveja gelada e assistem a uma partida de futebol, ou prefere uma novela?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;INDIGNAÇÃO, palavra certa para descrever meus sentimentos. Não pensemos que o MAU (isso, deve ter destaque quantas vezes se fizer necessário) está apenas em Brasília, nas favelas do RJ ou na puta que o pariu, ele está em todo lugar, nos cerca, nos embriaga, nos destrói, ELE está aqui. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Algum dia algo irá mudar? Já vimos alguma história em quadrinhos, filme ou mesmo a porcaria de novela que todos assistem sem um vilão? Impossível. O herói não existiria sem vilão, é esta a base do enredo de qualquer história infantil ou filme para quem já tenha maioridade. Pois a realidade é diferente. O vilão faz sua parte sim – mata, rouba, tortura, rouba, mata, tortura –, sem ordem, sem vergonha, sem medo. A diferença é que o herói esconde-se ou simplesmente não existe. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O MAU é essencial. Tudo bem, talvez não seja, mas é indispensável e não por opção, é indispensável porque jamais conseguiremos dispensá-los de nossas vidas, mesmo querendo. Seja hoje ou daqui a cem anos, uns roubarão, matarão enquanto outros assistirão e sofrerão. Ah, ainda existem aqueles poucos heróis, que continuam se omitindo, desvalidando todo o poder que têm. Nada vai mudar, o enredo será o mesmo sempre, apenas os personagens mudarão, assim como as novelas “Shakesperianas” que todos sabem o começo, meio e principalmente o fim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Abraços aos tolos como eu que vivem nessa desgraça. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1512381327559841194?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1512381327559841194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/aos-tolos-como-eu.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1512381327559841194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1512381327559841194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/aos-tolos-como-eu.html' title='..aos tolos como eu...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7518466252947075543</id><published>2009-10-01T00:01:00.000-03:00</published><updated>2009-10-01T00:01:00.457-03:00</updated><title type='text'>A História das Coisas</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7518466252947075543?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7518466252947075543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/historia-das-coisas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7518466252947075543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7518466252947075543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/10/historia-das-coisas.html' title='A História das Coisas'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-448181091342812602</id><published>2009-09-25T11:11:00.004-03:00</published><updated>2009-09-25T11:32:52.190-03:00</updated><title type='text'>Honrados recebemos também a carta ao CQC...</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Olá pessoal do CQC.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Venho por meio de este apresentar a indignação dos estudantes da Universidade Estadual de Goiás (unidade ESEFFEGO).&lt;br /&gt;O MEC há dois anos a trás informou à nossa universidade de que a quantidade de professores concursado estava inferior a mínima exigida para se considerar uma instituição apta a lecionar como instituição de ensino superior. Fizemos uma greve no ano de 2007 para que nosso reitor (eleito de forma ilegal já que não poderia mais estar na instituição) acatasse nossas reivindicações que eram de: melhorar a estrutura da universidade; efetuar o pagamento dos professores em dia (alguns atrasaram sete meses) e abrir o concurso para que os professores contratados pudessem ser concursados e desta forma executarem seus deveres com tranqüilidade e qualidade (legalmente aparados pelos direitos de professor concursado). O nosso governador nos prometeu estas conquistas e então encerramos a greve.&lt;br /&gt;Infelizmente como sabemos a maioria dos políticos neste país só nos enganam e pensam que somos bobos!&lt;br /&gt;A UEG é usada como palanque político desde sua criação. É uma universidade que todo político cria uma unidade no interior do estado e desta forma usa este ato para anunciar seus feitos políticos e arrecadar votos, o que a população não sabe é que os cursos são deixados de lado e não possuem estrutura física e muito menos financeira para sua existência, ficando assim os alunos jogados ao vento e os políticos bonitinhos ganhando voto da população que desconhece o que está acontecendo por de trás dos bastidores.&lt;br /&gt;Hoje lutamos desesperadamente para alcançarmos a comunidade e mostrarmos o que a instituição que um dia já foi uma das melhores do país e ensinou gerações (da minha família eu sou da terceira geração) está como umas das piores e os próprios vestibulandos e seus pais desconhecem o que está acontecendo.&lt;br /&gt;Após assistir ao programa de vocês percebi o potencial que temos de alcançar o que desejamos e até mesmo conversar diretamente com quem nos engana e tapeia a sociedade.&lt;br /&gt;Este é o apelo de um jovem que estudava em uma instituição particular e que transferiu para uma instituição pública pensando ter realizado o sonho de estudar em uma instituição de respaldo nacional e hoje percebeu que esta, está prestes a acabar por descaso dos nossos governantes.&lt;br /&gt;Estudamos quatro anos e agora estamos prestes a não recebermos nosso diploma!Serão muitos os prejudicados.&lt;br /&gt;A mídia não comparece aos nossos pedidos de ajuda a não ser no dia 25 de setembro de 2009 que decidimos fechar a principal avenida de nossa cidade (Goiânia), ferindo assim os interesses de inúmeras pessoas para que pudéssemos ser ouvidos e percebidos.&lt;br /&gt;Espero que leiam esta carta e entrem em contato conosco, pois hoje os estudantes (futuro do nosso país) estão sendo deixados de lado e quem sabe um dia isto não poderá acontecer com o filho ou parente de um de vocês.&lt;br /&gt;Assisto sempre que posso ao programa de vocês e gosto muito do jeito que vocês estão tratando o humor no Brasil, ajudando inúmeras pessoas e mostrando ao povo brasileiro como devemos lutar pelos nossos direitos.&lt;br /&gt;Parabéns CQC, nós torcemos para que este pedido seja escutado!!&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos do programa!&lt;br /&gt;Fica aqui o registro da indignação dos estudantes do Estado de Goiás.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;Lucas Rocha Costa (4° período vespertino) UEG –ESEFFEGO  Educação Física&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-448181091342812602?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/448181091342812602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/honrados-recebemos-tambem-carta-ao-cqc.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/448181091342812602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/448181091342812602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/honrados-recebemos-tambem-carta-ao-cqc.html' title='Honrados recebemos também a carta ao CQC...'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-841539301998402776</id><published>2009-09-17T00:01:00.006-03:00</published><updated>2010-02-12T15:20:42.685-02:00</updated><title type='text'>Em semana farroupilha no sul, o Brasil mostra seu armamento...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SrGgxpp-spI/AAAAAAAAAI0/yD50WR4XHDQ/s1600-h/revolucao-farroupilha.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SrGgxpp-spI/AAAAAAAAAI0/yD50WR4XHDQ/s320/revolucao-farroupilha.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382259804540416658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Esta semana me permiti voltar a por em pauta a política no meu texto. Talvez seja apenas esta semana, talvez perdure durante algumas outras, depende de como andará esse velho mundo. Preciso confessar que fica difícil escolher um assunto específico, como gaúcho teria o pedido de impeachment da nossa governadora, os protestos do CPERS entre muitos outros, mas prefiro ressaltar outros assuntos que tenham mais interesse aos nossos queridos leitores, que em sua maioria, acredito eu, não são aqui do sul. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pois bem, estamos armados. Nem Deus sabe quando estaremos de fato armados, mas pelo menos o senhor de Brasília tomou providências para “engrossar” nosso estoque bélico. Ai, ai, como seria bom se a notícia parasse por ai, seria agradabilíssimo se pudesse apenas falar: nosso presidente quer defender o país. Mas sendo eu, é quase impossível o nome de Lula não vir seguido de algumas críticas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Entendo como é importante a proteção do país, como é importante que mantenhamos nossa Amazônia segura, nossas terras seguras e agora nosso “pré-sal” seguro. Apesar de sermos um país da paz, não estamos livres de nações interessadas em nossas riquezas, assim como há muito, muitas se interessaram e por falta de defesa, nos levaram tudo que puderam (já não foi de mais?). Tudo é de fácil compreensão, principalmente esta intenção nobre do presidente nos defender, mas será que isso é possível com as nossas últimas aquisições? Primeiro: a França demorará anos para nos entregar os submarinos, algo em torno de 6 anos, e mais de 10 para a entrega do submarino nuclear. Segundo: será que as aquisições feitas pelo presidente são realmente a melhor escolha? Com certeza os países que podem nos ameaçar têm armamento muito mais avançado do que essa “velharia moderna” que compramos. Terceiro: como a decisão da aquisição foi tomada? (essa é uma informação que me falta) será que o presidente apenas escolheu o mais bonitinho? Somos da paz, e acho que deste jeito continuaremos da paz, ou lutaremos como ato de sacrifício, com morte certa. Seria uma briga, que, assim como os índios de Cabral, lutaremos com arco e flecha em punho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;São anos esperando por um armamento xucro, um armamento que de nada nos adiantará. Não podemos entrar na guerra pela metade, se quisermos entrar, precisamos calçar as galochas empunhar as armas e ir à luta com todos nossos recursos. Penso quanto o senhorzinho do Planalto estaria levando na compra deste maquinário bélico. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;São coisas sem fundamentos, são atitudes sem perguntas, são enganações sem explicações. E o pré-sal tanto falado, trará frutos para daqui quinze anos quem sabe, onde carros elétricos estarão em alta com certeza. Veremos se o petróleo estará tão em alta o dia em que os frutos estiverem maduros. Provavelmente nossas armas servirão apenas para defendermos nossa água, e esta com certeza teremos que agarrar com tudo, e não serão alguns submarinos enferrujados que nos defenderão de nações sedentas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Que este fique registrado, que daqui há alguns anos possa ver o quão errado eu estava, pois se não estiver não sei se vou querer ler em quinze ou vinte anos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;**Escrevo tão indignado, pois escutei na rádio que um jornal francês publicou uma reportagem caçoando da velharia que o Brasil comprara. E acredito, apesar de ser leigo no assunto, afinal quando nosso dinheiro é bem gasto neste país?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-841539301998402776?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/841539301998402776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/em-semana-farroupilha-no-sul-o-brasil_17.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/841539301998402776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/841539301998402776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/em-semana-farroupilha-no-sul-o-brasil_17.html' title='Em semana farroupilha no sul, o Brasil mostra seu armamento...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SrGgxpp-spI/AAAAAAAAAI0/yD50WR4XHDQ/s72-c/revolucao-farroupilha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6185307072875861647</id><published>2009-09-10T22:59:00.003-03:00</published><updated>2009-09-10T23:08:40.200-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.giramundo.org/teatro/orixas/orixas_xango.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 339px; display: block; height: 458px;" alt="" src="http://www.giramundo.org/teatro/orixas/orixas_xango.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Boneco do espetaculo "Os Orixás" do teatro Giramundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Há um tempo já (nem tanto), quando era criança, íamos, eu e antigos amigos, fazer trabalhos escolares na biblioteca municipal da pequena cidade onde morava. Havia um livro lá, diferente, grande, pesado, Ewé o livros das plantas era o nome. O trabalho parava, ficava para depois, feito às pressas. Era um livro, na nossa concepção, de magia. Sim, bilíngue, em português e em alguma desconhecida língua africana, com belos desenhos botânicos (talvez venha daí minha admiração por desenhos botânicos). Como ele foi parar lá? Nem imagino. Ensinava "trabalhos" (no sentido de magias, feitiços, não sei se posso chamar assim) feitos com plantas. Algumas bibliotecárias atemorizadas o escondiam, mas no fim a gente sempre dava um jeito de encontrá-lo novamente. Outras acabavam lendo-o junto conosco. Era incrível e divertido. Muito mais do que os livros de educação sexual direcionados para o público infantil disponíveis lá também. Seria mesmo possível mandar sonhos ou pesadêlos para alguém, ficar invisível, fazer chover? Nunca testamos, até porque muitas plantas citadas não eram fáceis de se encontrar. Mas, para crianças mandadas às aulas de catecismo pelos pais, aquele livro abria uma porta para o novo, desconhecido, uma outra forma de pensar a vida, o mundo e a realidade.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dia desses, perdida pela internet, cheguei até o blog &lt;a href="http://ocandomble.wordpress.com/"&gt;Candomblé&lt;/a&gt; onde esse livro é uma sugestão de leitura. Então descobri ao que se relacionava. E pude ter uma idéia, conhecer melhor, ao menos teoricamente, essa religião. Nunca fui a um terreiro. Quem sabe um dia, se tiver a oportunidade, para ver e sentir de perto. A quem lê fica a sugestão, de também visitar o &lt;a href="http://ocandomble.wordpress.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;, procurar saber. Não se conformar com opiniões, muitas vezes, pautadas pela ignorância e preconceito.    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Porque o primeiro passo para oprimir e escravizar um povo é rebaixar a cultura desse povo, desvalorizar seu pensamento, desautorizar suas interpretações da realidade, considerá-los menor ou pior. Dizer que as religiões de origem africana são "macumba", "coisa do diabo" é ainda eco de um passado triste de escravidão que necessitava desse rebaixamento para se sustentar. Mas essa cultura sobreviveu, influenciou e foi influenciada (o que seria de Picasso sem as máscaras africanas?), está viva até hoje, sendo também cultura brasileira, cultura de todos os outros países que igualmente receberam africanos. Uma religião milenar, como o candomblé, com uma "mitologia" comparável à grega (por que não?), com orixás femininos fortes e que outros orixás não ousariam enfrentar, que não abusa de noções de culpa e pecado, merece respeito, merece muito respeito!    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que tenhamos coragem de não matar na gente a criança que faz, sim, seus julgamentos (é impossível não fazer), porém ainda não de forma taxativa, que ainda não aprendeu a intolerância, que se sente fascinada pela diferença, porque sabe que tem muito a aprender com ela, e não amedrontada. À Africa agradeço pelas encantadoras tardes propiciadas por aquele livro! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6185307072875861647?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6185307072875861647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/boneco-do-espetaculo-os-orixas-do.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6185307072875861647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6185307072875861647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/boneco-do-espetaculo-os-orixas-do.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6995610968705456367</id><published>2009-09-03T11:20:00.002-03:00</published><updated>2009-09-03T11:33:04.213-03:00</updated><title type='text'>Despidos de Razão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Uma multidão reunida, em cada rosto uma expressão diferente embora compartilhem o mesmo sentimento de apreensão.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Essa não é uma multidão comum, nem sei se pode ser chamada de massa, pois é bem heterogênea, mas ao mesmo tempo é também uniforme, sobretudo quando a seleção faz um gol... Gol do Brasil! Alegria geral, braços levantados, beijos e abraços, orgulho nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Essa é a história de um país que se entende como nação no futebol e no carnaval. Nossas batalhas são travadas em estádios, nossos heróis ganham medalhas a serviço do governo federal, derramando suor ao invés de sangue. Talvez por isso sejamos conhecidos como povo pacífico, mas povo pacífico não existe, o que existe são povos que ocultam as verdadeiras lutas da sua terra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Esse país é um lugar dos sonhos, com samba praia e muito sol, é onde as crianças não choram, e as mulheres esperam com a comida na mesa para seus maridos, que no final de semana se reúnem em torno de um objetivo comum: a chamada paixão nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em &lt;st1:metricconverter productid="2014 a" st="on"&gt;2014 a&lt;/st1:metricconverter&gt; copa do mundo será realizada aqui no Brasil, nada mais justo, tendo em consideração a nossa imensa contribuição para o futebol internacional e é claro nossa receptividade sem igual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas o que fica para nós depois dos jogos? Até que ponto nossa paixão exagerada é benéfica? Faz sentido gastar de forma desmedida em uma atração, enquanto não temos nem hospitais? Pelo que sei, os estádios não assumiram ainda a função de escolas ou universidades, e é disso que estamos precisando.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O uniforme verde e amarelo, que apertamos contra o peito, esse choro e essa felicidade, toda está fidelidade aos jogos, isso não representa o amor a este país. Pois amor é bem diferente de tudo que vemos por ai, ser brasileiro é amar esse povo, lembrar que somos irmãos, pensar que perdemos a todo o momento, não quando a seleção deixa de ganhar, mas quando reproduzimos uma verdade que á 500 anos não quer mudar, uma verdade de dor e exclusão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É toda á droga disfarçada de nacionalismo, é o pão e o circo mais uma vez, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;é uma copa disfarçada de vitória e jogadores disfarçados de heróis. Escrevemos uma historia falsa para esconder nosso atraso e nosso medo, uma historia de paz e união, uma história na melhor das hipóteses machista, afinal de contas esse é&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;um país só de homens campeões, nossas mulheres só aparecem dançando peladas no carnaval. É  o que oferecemos para o mundo..&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Esse é o país da pelada e das peladas, totalmente nú, despido de razão.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6995610968705456367?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6995610968705456367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/despidos-de-razao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6995610968705456367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6995610968705456367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/09/despidos-de-razao.html' title='Despidos de Razão'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8006241617808361368</id><published>2009-08-27T00:01:00.001-03:00</published><updated>2009-08-27T09:41:49.468-03:00</updated><title type='text'>Se for pra proibir, que o faça de forma uniforme...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Trago a todos um assunto muito instigante. Deparo-me com uma reportagem no jornal, indicando na manchete que o “uso da maconha foi liberado para adultos na Argentina”. Foi ai que ressurgiram muitas ideias, questionamentos, dúvidas sobre o tema. A maconha é uma droga assim como tantas outras, e dentre todas as ditas proibidas, talvez a menos nociva. Tanto preconceito caí sobre a tal droga, embora alguns países estão dando liberdade ao consumo, tudo acontecendo de forma gradual, apenas alguns mais corajosos o fazem.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;De drogas no mundo estamos cheios, consumidas por diversos meios, conseguidas através de diversas fontes e utilizadas por um grande número de pessoas. São drogas aceitas pela sociedade, ou algumas cheias de preconceito, cada uma diferente, mas todas com o mesmo propósito. Recuso-me a admitir que concorde com a liberação da maconha, mas não posso fingir contentamento vendo o quão ignorante consegue ser o povo. Uso apenas o exemplo da maconha, pois sei que muitas outras drogas ditas mais “pesadas” não se encaixariam neste contexto; então indo ao que interessa, quantas pessoas fumam cigarro, mesmo com tanto conhecimento sobre o mal que a “chupetinha do capeta” causa? Mas o número de magnatas lucrando é grande, logo poucos ousam contestar. O cigarro é um problema para quem fuma, gera custos ao orçamento público encaminhado à saúde, e nós fumantes passivos? Nem vou citar os prejuízos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; O cigarro é apenas um dos muitos exemplos que poderiam ser citados como “drogas legais”. São inúmeros os produtos que hoje encontramos em prateleiras de mercados que são nocivos a saúde comprovadamente. Onde há dinheiro poucos tem a coragem de contestar, acredito que a maconha é algo muito pequeno perto de tanta coisa que merecia muito mais preconceito. Muita marginalização, envolvimento da mídia e falta de vontade de quem tem o poder. Como já disse recuso-me a admitir que seja a favor da liberação da maconha, mas não era de se pensar quanta coisa mais deveria ser proibida? Talvez sejamos muito pequenos comparados ao que está por trás de toda essa “tramóia”. Mais um desabafo que fica registrado...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8006241617808361368?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8006241617808361368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/se-for-pra-proibir-que-o-faca-de-forma.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8006241617808361368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8006241617808361368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/se-for-pra-proibir-que-o-faca-de-forma.html' title='Se for pra proibir, que o faça de forma uniforme...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8571016252753933983</id><published>2009-08-20T22:57:00.005-03:00</published><updated>2009-08-21T12:39:22.252-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://fashionindie.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/1a487_savilleplan.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 204px; height: 263px;" src="http://fashionindie.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/1a487_savilleplan.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Pintura de Jenny Saville&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A beleza é um peso para as mulheres. Melhor: a busca da beleza, a obrigação da beleza. Falo da beleza como construção social, como padrões a se seguir, sob o risco de se ver excluída ou menosprezada pela sociedade em volta. Certa vez vi um vídeo (agora não me lembro o nome, nem direção, nem nada) em que uma mulher deixava os pelos de seu rosto (sobrancelha e buço) crescerem. E andava pelas ruas, o vídeo mostrava a reação das pessoas a tal fato. Ela também inquiria as pessoas sobre o espanto que lhes causava. Ao fim ela dizia que fazer isso era um grande ato de rebeldia para uma mulher.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Rebeldia que pouquíssimas, raríssimas têm de desafiar um tabu. Porque realmente é um tabu. Por que apenas as mulheres "obrigatóriamente" se depilam em nossa sociedade? (homens também podem, se quiserem, mas ninguém vai olhar torto se não o fizerem) Eu não tenho essa mesma coragem, o peso do olhar de reprovação é muito grande. Mas confesso que me sinto realmente muito boba, reles seguidora de padrões, estúpida comigo mesma diante de certos procedimentos "embelezadores". Tento diminuí-los ao mínimo possível.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Ser mulher, de acordo com essa perspectiva, é um processo de se negar constantemente. Negar o corpo, negar os pelos, negar o rosto, a cor natural dos cabelos, as unhas, o tempo, as rugas. É gastar tempo e dinheiro que poderiam ser aproveitados com outras coisas de fato mais importantes. Passar por TERRÍVEIS (repito terríveis) dores físicas e psicológicas. Viver da neurose de se adequar a todo custo. Sentir insegurança pelo fato de não estar depilada ou com as unhas feitas. E quando se olha no espelho, quem está lá? Você ou uma boneca? Você ou uma máscara? Você ou a tentativa frustrada de alcançar um ideal estético rígido e cruel?&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Um desabafo. Porque ás vezes tudo isso cansa, tudo isso satura e é preciso dizer.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8571016252753933983?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8571016252753933983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/quadro-de-jenny-saville-beleza-e-um.html#comment-form' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8571016252753933983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8571016252753933983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/quadro-de-jenny-saville-beleza-e-um.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3754809520265100723</id><published>2009-08-13T18:12:00.004-03:00</published><updated>2009-08-14T14:50:48.060-03:00</updated><title type='text'>Por Gabriel George</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SoSCXWUEFPI/AAAAAAAAAIs/ciSB0eDo9Ps/s1600-h/fto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SoSCXWUEFPI/AAAAAAAAAIs/ciSB0eDo9Ps/s320/fto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369559993370809586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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 mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;A verdade nua e crua da cultura popular nunca estará estampada em panfletos de turismo. Não quero escrever como um funcionário de uma empresa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;de viajens, muito menos comprar a simpatia alheia com frases aveludadas. Tapa com luva de pelica é com as novelas da globo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Quem diz que gosta de viajar sabe, há um odor muito característico em toda esta cultura: odor humano, suor do trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Descobri que há muito mais entre o pudor nacionalista de um tocantinense e o nosso dicionário, que meu vão emprego com as palavras pode sonhar... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Há gotas engorduradas dos condimentos de uma cansada cozinheira de acarajé. Há lágrimas de uma viúva frustrada, que sem saber &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;oferece uma cuia de tacacá ao assassino de seu marido sem saber. Há dramas, entre um prato e outro de vatapá, numa praça &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;de pagode, que eclodem por entre a fumaça dos cigarros de palha, como balões de festas sobre uma roseira. Uma discução &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;ébria, um estampido e outro, e a pólvora se faz sentir. Num momento destes, o que Pepe Moreno canta, na alegre "Bar do Risca Faca", &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;parece então apenas uma triste música de fundo no meio da correria. Enfim, nestas calhas de roda há sangue, sorrisos e choros. Cultura não é somente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;mofo e poeira sobre uma edição de Fausto ou entre volumes de barsas, é também uma poça de cerveja quente sob a luz amarelada de uma feira clandestina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;É vivência. Saúde Pública, Poder Público, Segurança Pública, carentes da atenção do Senado como um bebê recém nascido carece do leite materno... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;e alguém se ofende por que sou realista! Ossos do ofício? Quem sou eu, não? Sou uma carcaça... Por incrível que pareça, sou nacionalista, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;embora meu repúdio com a hipocrisia possa espetar quem prefira tudo por baixo dos panos. E eu sei que muitos gostam da realidade escrachada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Sob o sol, vemos a compleição viril de um corpo sadio, pisando na areia quente das praias de água doce. Sob a lua, há somente um vulto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;A agilidade deste corpo nativo, incólume em violar certas leis, vigentes apenas no papel, impressiona. Tucuruí é uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;cidade jovem, na flor da idade praticamente. Ainda nova, e bonita, somente sua criação faz mostrar sua verdadeira feiura; aquela feiura que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;há no caráter de uma jovem mal educada. Quase uma amazona. Uma feiura sublime, uma beleza insólita, esta cidade é um caldeirão de estereótipos colecionados há poucas décadas. Há desde o sulista, enfático na pronúncia do "r", ao moreno indígena nortista; que tem lá suas histórias surreais sobre Tupâ, Caipora e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;bôtos bem afeiçoados e de lábia bacana. O calor tórrido dos trópicos é facilmente sentido por suburbanos como eu, branquelos azedos que andam de havaianas, e costumam ser apelidados de gringos. A criatividade alheia é uma benção, quando há no coração da vítima, de um batismo desses, paz cristâ. Pudera! Estes dias,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;vendo um hermano tocantinense se indgnar com minha retórica eu soube: o crime não compensa... Que a sorte do mesmo me poupe de mais estresse, assim &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;como jagunçus poupam suas balas com encomendas bêbadas. Quero deixar algo claro: sim, quero causar polêmica. Porém, longe de mim exagerar ou omitir! Um ponto meu que seja sempre concluirá uma verdade nua e crua, muito embora &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;possa ela ser desagradável a alguns. A todos, desejo paz profunda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -1.1pt 0.0001pt 35.5pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3754809520265100723?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3754809520265100723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/por-gabriel-george.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3754809520265100723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3754809520265100723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/por-gabriel-george.html' title='Por Gabriel George'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SoSCXWUEFPI/AAAAAAAAAIs/ciSB0eDo9Ps/s72-c/fto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3397663450225337791</id><published>2009-08-10T17:41:00.004-03:00</published><updated>2009-08-10T17:50:29.941-03:00</updated><title type='text'>Surdos: uma cultura diferente da nossa</title><content type='html'>Por Priscila Macedo&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Talvez eu as tenha aprendido com tantas experiências que tenho tido ultimamente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                       &lt;/span&gt;Sabe, é isso.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Á um tempo conheci o mundo dos Surdos. Confesso que ainda conheço, conhecendo estou. Seria? No início Deus disse haja luz, e num instante entendi. Compreendo desde então que usar as palavras não é mais importante e significativo como eu pensava. Os são? Sim. Mas os gestos, um olhar, uma expressão. Ah! São mais significativos que qualquer palavra ou poema drummondiano. Como? O sendo. Crianças surdas. Como alfabetizá-las? Impossível! Cria piamente. Hoje? Tudo é possível ao que crê. Já dizia Paulo aos Filipenses. É. É possível. E crianças surdas com deficiência mental? É possível. E surdos-cegos, MEU DEUS? É possível. Eles são como nós, como uma nação em meio a outra. São diferentes como qualquer estrangeiro. Então? Falta-lhes o nosso amor. A nossa amizade. Como os vemos? Coitados? Que dó. Que isso. São gente, e como gente precisam de mais gente. Como? Existe a LIBRAS! Se comunicam. Não são palhaços. Não são gênios da mímica, “engraçadinhos”. São gente. Professores, instrutores, artistas e mais um monte! Amo essa gente! Eles precisam dia após dia ganhar o mundo, mas conseguem sozinhos? As vezes sim, as vezes não. Quantos telefonemas para parentes distantes, marcar consultas por 0800s... e mais um monte que já não tive que fazer para ajudar amigos, até desconhecidos? A realidade: não estamos preparados pra tantas diferenças. Erramos? Nem tanto. Há culpados? Creio que não. O governo? Para neh. Sei lá. Inclusão? Que conversa pra boi dormir. Quem inventou isso? Um político? ...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom, continuando a questão de Lulu... &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Cada voz que canta o amor não diz&lt;br /&gt;Tudo o que quer dizer,&lt;br /&gt;Tudo o que cala fala&lt;br /&gt;Mais alto ao coração.&lt;br /&gt;Silenciosamente eu te falo com paixão...”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim, hoje, encontrei alguém que me completa: &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Não existiria som&lt;br /&gt;Se não houvesse o silêncio,&lt;br /&gt;Não haveria luz&lt;br /&gt;Se não fosse a escuridão&lt;br /&gt;A vida é mesmo assim,&lt;br /&gt;Dia e noite, não e sim...”&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Temos vivido bem. Nunca o vi como surdo, como alguém faltando algo. Eu é que sempre senti algo faltando, como a faca e o queijo, a luz e a estrela, o incerto e o perfeito, o branco e o preto. Uma eterna antítese que não sendo paralelas, se encontram sempre, quebrando assim qualquer regra de não e sim, e pode e não pode, e que é certo, e “que estranho” e tal e coisa. Somos assim. Diferentes. Iguais! Vamos dar as mãos? Ops, se for assim, um tem que ficar fora da roda: interpretando! &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Façamos um esforço) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;=D&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=i0depaIKNW0&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3397663450225337791?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3397663450225337791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/surdos-uma-cultura-diferente-da-nossa.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3397663450225337791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3397663450225337791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/surdos-uma-cultura-diferente-da-nossa.html' title='Surdos: uma cultura diferente da nossa'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-8088442983452795685</id><published>2009-08-06T18:53:00.005-03:00</published><updated>2009-08-06T19:27:48.156-03:00</updated><title type='text'>IX Encontro de Culturas em São Jorge</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SntUeuVxiUI/AAAAAAAAAQo/pk8yzMTy9qI/s1600-h/indios.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SntUeuVxiUI/AAAAAAAAAQo/pk8yzMTy9qI/s320/indios.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366976267754244418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Foram 18 dias no IX encontro de culturas da chapada dos veadeiros, calculo em dias porque é o que manda a regra, mas o tempo em que passei no encontro não se pode medir, nem se pode dizer se foi muito ou se foi pouco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Muito tempo se considerarmos que 18 dias é a metade de um mês, muito tempo se considerarmos que a maioria dos eventos costuma ter uma semana, ainda mais que o encontro exigia uma vivencia integral de suas atrações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pouco tempo se pensar que já estou com saudades, muitíssimo pouco se olhar para trás e ver que foram os 18 dias mais proveitosos do ano até agora. Quando sai de Goiânia, me sentia simplesmente Goiano, por mais que soubesse que sou Brasileiro, por mais que&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;conhecesse geografia e já tivesse visto de tudo um pouco na tv ou no jornal. Eu era apenas minha cultura urbana e o jeito urbano de olhar pra tudo que me é diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Durante o encontro meus pelos arrepiaram, vi a parte mais visceral desse país, vi o povo de diferentes regiões se encontrarem para dançar e tocar. Senti a força dos tambores e a felicidade do maracatu, senti as diferenças, e então meus olhos brilhavam, estava sentindo o que é ser Brasileiro, estava sentindo toda aquela felicidade, toda aquela força ao meu redor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Já não acreditava que a cultura popular pudesse resistir a globalização, me enganei, fiquei boquiaberto, vi que havia algo ali muito maior do que a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;simples reprodução de crenças e tradição, algo muito mais forte que reunia todas as pessoas em prol de um objetivo comum. Acredito que esse algo foi a razão de me arrepiar, que me fez sentir uma adrenalina sem igual, vontade de dançar e de não ir embora mais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fora o maracatu que já citei, houve diversas outras manifestações como um encontro de capoeira angola, oficinas de batuque, folia de reis, o império dos Kalunga e varias outras coisas, que se eu for falar de todas vou correr o risco de esquecer alguma, e acabar fugindo do meu foco, tamanha era a proporção do evento, alem do que, abaixo fica o link para quem quiser saber dos acontecimentos de forma isolada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Uma encontro de culturas&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;em especial foi a 3 º Aldeia Multiétnica, que aconteceu durante a primeira semana do evento. Oito tribos indígenas se alojaram na pousada da lua que dispõe de uma ampla área verde e espaços para apresentação das danças e cantos indígenas, a vivência entre as diferentes tribos e os homens brancos permitiu um maior conhecimento mutuo e por conseqüência maior respeito também. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A procura de todos em alcançar um bem comum, que é a preservação, tanto das culturas e tradições quanto do meio ambiente é a maior conquista desse encontro, durante os dias na aldeia e na cidade. Eu que já era totalmente a favor das causas indígenas, dos ex quilombos e de todos aqueles que foram e ainda estão sendo forçados a abdicar do que é seu em detrimento da chamada civilização fiquei ainda mais militante, e já pretendo fazer meu tcc em uma tribo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Isso tudo que o encontro proporcionou e muito mais é o que nosso país tem para mostrar, é o que de mais valioso nós temos, nossa cultura , nosso povo e nossa terra. Vamos dar importância ao que é nosso, vamos levantar a cabeça e dizer que nós temos história, que nós temos nossa fé a nossa força, porque é muito vergonhoso e até humilhante, contar nos livros uma historia de colonizador, sem batuques e sem tambor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;a href="http://www.encontrodeculturas.com.br/"&gt;www.encontrodeculturas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;*Foto por Anna Morais&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-8088442983452795685?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/8088442983452795685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/ix-encontro-de-culturas-em-sao-jorge.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8088442983452795685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/8088442983452795685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/ix-encontro-de-culturas-em-sao-jorge.html' title='IX Encontro de Culturas em São Jorge'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SntUeuVxiUI/AAAAAAAAAQo/pk8yzMTy9qI/s72-c/indios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3289747585590776775</id><published>2009-08-03T18:17:00.007-03:00</published><updated>2009-08-14T14:51:18.323-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por Gabriel George &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quando comecei a ouvir aquele axé percebi pra onde fora transportado. Era início de junho, mas aquele cais parecia estar sob um luar de fevereiro. Todo aquele movimento de uma beirada à outra, de quílômetros de mesas da Skol, do bastante iluminado e insalúbre cais de Tucuruí, me transportara pra essas atmosferas fantasmas do nordeste. Naquele caos carnavalesco, não sei se estava no Hades ou num Elísio, mas estava divertido. Dividindo o porto há um simpático e esguio farol de alvenaria, rodeado de postes e uma ponte, sob a qual fluem as águas do sistema de saneamento, talvez não tão saneadas assim, para o rio. Perambulando, achei a mesa de um antigo amigo de infância daqui e me sentei, olhei pras águas negras do gigante Tocantins, e pensei: "Aquele povo alí, tomando banho... É como se visse gurus no Ganges, dividindo a água com barquinhos de merda". Desde que esta cidade surgiu, dos restos humanos e pétreos da segunda maior Usina HidrElétrica, mal infraestruturada e marginalizada do poder público, água é o que não falta pra todo cidadão, do mendigo ao grande latifundiário. Vendo o fluxo de água constante sob a ponte à distância, e aqueles cubos de gelo, talvez não muito limpos, no meu copo de whisk, lembrei que sobre a água desta cidade não há imposto algum. Que o diga a simpática tia da caixa de gelo; alí havia peso pra me dar dor nas costas por meses. A caixa era enorme e a larga tampa levantava e abaixava frenética, liberando os espolios de Baco. De fato, não há boleto fiscal pra água; não pagamos talvez por morarmos do lado de uma enorme represa. Pelos deuses! Não vou ficar citando o desperdício de água, tão banal nesta cidade, não sou do green peace. Odeio golfinhos. Também não citaria o conluio entre o governo paraense e a UHE, que desfavorece Tucuruí elitizando a vila adjacente à Usina... Onde eu estava? O brilho daquela noite! Amazônica e úmida. Meninas dançando ao rítmo dos orixás rodeavam nossa mesa, todas bronzeadas pelo sol dos trópicos, animadas pelo som dos atabaques. Nesta noite percebi como as divindades africanas permeiam as letras dos axés. Ouvindo os nomes de Oxossi, Obá e Iemanjá, citados nas beiras das matas e praias, senti, como nunca, o caos. A amplitude que vi, de relance, naquele sincretismo religioso e cultural, alí presente; analogias com os panteões gregos e latinos de deuses humanizados; de dramas humanos, em leitos divinos de pura mácula e desejo; imaginando tudo aquilo como uma releitura determinista de Roma eu... Precisei dar um bom gole do velho Escot e pedir um cigarro pra um transeunte. Quem fuma sabe, sempre haverão chatolinos pedindo um pito ou um picado. Mais pessoas chegavam, e a certa altura a vida pululava como num dia quente de feira, só que sob um céu negro de lua cheia. Entre carrinhos de carne no espeto e pipoca, caixas de cerveja, carros de som e dançarinas de carimbó, soube, apesar de tudo, que eu adoro ser brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3289747585590776775?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3289747585590776775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3289747585590776775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3289747585590776775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/08/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5737357304502011076</id><published>2009-07-31T10:06:00.004-03:00</published><updated>2009-07-31T10:09:34.249-03:00</updated><title type='text'>Mudando de assunto.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não é ironia. Decidi mudar mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quantos livros já leu este ano? Quantas vezes abriu o jornal esta semana? Pode citar alguma revista que costuma te entreter?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pois bem, todos já devem saber sobre o que vou falar. Se não sabem ai vai: a leitura. Ler é saber já diziam alguns, a leitura é algo surpreendente. Abre o pensamento, acalma os ânimos, nos trás conhecimento e sempre é uma boa forma de passar as horas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ler não é “comer” livros, não é gastar fortunas com obras da “moda” e principalmente ler não é e não pode ser uma obrigação. Os principais motivos da leitura são a cultura e conhecimento que obtemos. Com certeza é isso que para muitos falta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Brasil não é muito conhecido pelo hábito de leitura, maioria da sua população não adquiriu esse costume, e embora muitos fazem de tudo para educar nossas crianças para mudar o futuro, ainda estamos longe de chegar ao ideal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Poder discutir impondo nossas opiniões, ter opiniões, fazer valer aquilo que pensamos filtrar as “impurezas” das informações, são coisas que a leitura nos proporciona. Incentivar a leitura deve ser prioridade no ensino e talvez possamos esperar por um futuro melhor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Viva a leitura, viva aos leitores, viva aos escritores e viva aos blogueiros que tentam a todo custo trazer algo que alimente a fome do saber. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Uma semana ao menos sem dar espaço a quem não o merece no blog. Chega dessa brincadeira com nosso país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5737357304502011076?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5737357304502011076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/mudando-de-assunto.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5737357304502011076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5737357304502011076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/mudando-de-assunto.html' title='Mudando de assunto.'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-6384509900724214537</id><published>2009-07-24T11:27:00.007-03:00</published><updated>2009-07-24T11:42:20.356-03:00</updated><title type='text'>Redução da Jornada de Trabalho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 30 de junho de 2009 foi aprovada por uma comissão especial da Câmara Federal a PEC (proposta de emenda constitucional) 231/95, que traz a proposta de redução da carga horária máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas semanais (sem redução salarial) e aumento do valor da hora extra de 50% para, no mínimo, 75% do valor da hora normal. Essa foi apenas uma prévia, pois deverá passar ainda pelo plenário da Câmara (previsto para agosto), depois pelo Senado, e finalmente ser sancionada pelo presidente. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Essa já é uma proposta antiga, desde 1995, mas que só agora será de fato votada. Claro que esse ocorrido já provocou o pronunciamento e posicionamento dos setores da sociedade: maioria dos trabalhadores a favor e empresários e patrões contra. Veremos o resultado, talvez ainda daqui há um bom tempo, pois a tramitação é lenta. A pressão para que não seja aprovada será significativa, uma vez que a influência dos empregadores é grande. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Após apresentar o assunto, emito minha opinião, meu posicionamento: a favor. E explico-me. Temos que pensar em qual tipo de desenvolvimento queremos. Poderíamos estar indo na direção contrária, devastando direitos trabalhistas, como bem manda a cartilha neoliberal, desprotegendo as pessoas em favor do aumento indiscriminado dos lucros, como uma Índia ou China. Acredito que em primeiro lugar deve-se levar em conta o bem-estar das pessoas, muito antes de pensar em simplesmente atrair o capital internacional. Desenvolvimento tem que ser desenvolvimento com benefícios para todos, se é possível trabalhar menos e com isso ainda gerar novos empregos, por que não? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Porque diminuirá, sim, a margem de lucro de quem emprega, pois será preciso contratar novos funcionários, e não poderá reduzir os salários. Mas é justo. Quem cria o lucro é também quem trabalha, e é preciso melhorar a distribuição dos ganhos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Porém o discurso que circula, principalmente na grande mídia, é justamente o contrário. Cito como exemplo um vendedor assalariado que, numa entrevista para um jornal televisivo, dizia ser um absurdo a redução da jornada, dando a entender que o Brasil não podia ser um país de preguiçosos, já com tantos feriados e agora mais essa. Pergunto-me: como alguém pode repudiar algo que poderia beneficiá-lo? O que faz com que ele assuma esse tipo de discurso que vai justamente contra ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:';font-size:12;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De acordo com tal forma de pensar, feriados, redução da jornada de trabalho é preguiça. Na minha forma de pensar é qualidade de vida. Porque a vida não pode se resumir apenas a trabalho, lucros, índices estatísticos e crescimento econômico. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:';" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre a PEC 231/95&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=129607"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=129607&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe a tramitação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=14582"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=14582&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:';font-size:12;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:';" &gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=14582"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style=";font-family:';font-size:12;"  &gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style=";font-family:';" &gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=14582"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:';" &gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=14582"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-6384509900724214537?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/6384509900724214537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/reducao-da-jornada-de-trabalho.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6384509900724214537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/6384509900724214537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/reducao-da-jornada-de-trabalho.html' title='Redução da Jornada de Trabalho'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-1125077311241594805</id><published>2009-07-20T18:52:00.000-03:00</published><updated>2009-07-20T18:53:09.450-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;Irmãos na Arte,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não posso deixar de iniciar esta agradecendo a oportunidade muito gostosa de participar disto aqui. Esta guilda, este covil, ou toca. Chamem, do que suas essências desejarem, um lugar que lhes agrada e, se não se ofenderem, eu chamaria isto aqui de bar, não fosse meu bom senso gente fina dizendo que não seria muito educado. Meu bom senso beato e minha essência etílica são o antagonismo de Esaú e Jacó, Caim e Abel... Zé Colmeia, Catatau. Pessoal, pouco os conheço, embora tenha tido muitas oportunidades para tal, lá na FAV, as gastei sendo inconsequente no bosque e na pamonharia, e o preço cármico é a estadia conformada nesta cidadezinha úmida do Pará, Tucuruí. Gostaria de escrever crônicas sobre o regionalismo paraense e coisas do gênero e, se gostarem da idéia, prometo boas risadas e um pouco de filosofia "Kafkageste". Prometo que nunca conspurcaria este web-recinto com obsenidades explícitas. Usaria metáforas! Embora ainda tenha pudores o suficiente para corar, dentro de um escritório de contabilidade, com 13 secretárias... Querem saber o que é cheiro bom? Ops, bom senso, Deus te abençoe... Contudo! Contudo, se esta minha proposta não condizer com a idéia do blog, por favor, me digam, que eu tentarei dançar no rítimo. E minha ausência, me perdoem. Demorei muito a responder por que dei uma passada aí em Goiânia, de uma semana, durante a qual estive muito bêbado pra ser um usuário da internet. Bem, meus queridos, sem mais delongas, e espero não ter causado uma impressão tão ruim, deixo aqui palavras tão sinceras quanto, por incrível que possa parecer, comedidas. Se fizesse o mesmo no meu currículo moraria debaixo da ponte, ou faria um chefe maníaco-depresseivo rir, depois de meses no prozac. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Atenciosa e esperançosamente, Gabriel George&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS:"Falar é o modo mais simples de nos tornarmos desconhecidos. E esse modo imoral e hipócrita de falar a que se chama escrever, mais completamente nos vela aos outros, e àquela espécie de outros a que nossa inconsciência chama nós-próprios.(...)" Fernando Pessoa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-1125077311241594805?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/1125077311241594805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/irmaos-na-arte-nao-posso-deixar-de.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1125077311241594805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/1125077311241594805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/irmaos-na-arte-nao-posso-deixar-de.html' title=''/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4710328719409183550</id><published>2009-07-16T00:01:00.000-03:00</published><updated>2009-07-16T00:01:01.641-03:00</updated><title type='text'>São tantas informações...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Não poderia falar de outro assunto se não a gripe A. Aliás, poderia sim. Sarney seria um assunto que está em pauta no momento, mas que o amigo Ricardo já comentara semana passada, então prefiro me poupar (e lhes poupar) de tanta tristeza.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Alguns meses para cá vemos uma nova gripe se espalhando pelo mundo de forma epidêmica, pandemia denomina-se. A mídia exalta a mesma como algo catastrófico – lê-se mídia brasileira – e não quero que pensem que não me preocupo, pois ao contrário é sim preocupante, mas não da maneira que estão expondo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Todos os anos inúmeras pessoas espalhadas pelo mundo enfrentam aqueles chatos sintomas da gripe “comum”, aquela que conhecemos desde pequenos, que para muitos pode ser evitada com as receitinhas da vovó. Pois bem, novidade sempre gera pânico, a falta de informação aumenta esse pânico ainda mais, e nem quero falar da informação equivocada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Para os mais leigos, melhor, diria apenas: para os desinformados, a nova gripe ou gripe suína ou até mesmo – agora com um novo nome para não “atacar” os pobres dos porcos que nada haver tem com o assunto – a Gripe A é algo aterrorizante que está se espalhando e fazendo centenas de vítimas mundo a fora. Informação por parte correta, mas o que muitos não sabem é que da mesma forma a nossa gripe “corriqueira”, velha conhecida, mata muitas (prefiro usar “muitas”, pois não tenho os dados) pessoas. Uma gripe sem os cuidados certos pode se transformar em epidemia e ser ainda mais nociva para crianças e idosos, cujo sistema imunológico é mais frágil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Não sou doutor, não tenho a mínima vontade de ser e nem invejo quem o é, mas a informação que trago é apenas o que ouço e leio diariamente. Qualquer infectologista fala que este alarde é a maior besteira, precisamos nos cuidar, mas não deixar de viver por algo que com certeza é menos nocivo que outros vírus que nos tomam conta, principalmente no inverno. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Talvez esse seja um ponto positivo para o Sarney e sua turma, afinal toda a safadeza foi ofuscada por uma doença que nem precisaria de tanta atenção, mas quem faz a notícia é a mídia e nem todos são espertos o suficiente para filtrar e reconhecer o que é certo e o que é errado. Informação é informação, tudo pode ser mentira até que se comprove o contrário, até este texto pode ser uma bobagem, mas com certeza os leitores saberão filtrar tudo muito bem, pois há grande diferença dos amigos que aqui passam e daqueles que veem noticiário apenas porque esperam a “novelinha das oito”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4710328719409183550?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4710328719409183550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/sao-tantas-informacoes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4710328719409183550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4710328719409183550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/sao-tantas-informacoes.html' title='São tantas informações...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2053630970003802820</id><published>2009-07-09T10:49:00.005-03:00</published><updated>2009-07-09T10:51:24.841-03:00</updated><title type='text'>Consumir</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1yW0glLI/AAAAAAAAAIU/Rrn7xqdHh0Y/s1600-h/consumir1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 157px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1yW0glLI/AAAAAAAAAIU/Rrn7xqdHh0Y/s400/consumir1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356457577295156402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1s65BW5I/AAAAAAAAAIM/vaBgoP9rtQU/s1600-h/consumir2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 163px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1s65BW5I/AAAAAAAAAIM/vaBgoP9rtQU/s400/consumir2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356457483898542994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1lGPduII/AAAAAAAAAIE/4fW31nIfzmQ/s1600-h/consumir3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 245px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1lGPduII/AAAAAAAAAIE/4fW31nIfzmQ/s400/consumir3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356457349506513026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1gH5cJlI/AAAAAAAAAH8/XYZE-IaPY14/s1600-h/consumir4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 283px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1gH5cJlI/AAAAAAAAAH8/XYZE-IaPY14/s400/consumir4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356457264051660370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2053630970003802820?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2053630970003802820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/consumir.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2053630970003802820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2053630970003802820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/consumir.html' title='Consumir'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SlX1yW0glLI/AAAAAAAAAIU/Rrn7xqdHh0Y/s72-c/consumir1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4053104147669543420</id><published>2009-07-03T21:09:00.000-03:00</published><updated>2009-07-03T21:10:18.496-03:00</updated><title type='text'>“O povo não esquece Sarney é PDS”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;“O povo não esquece Sarney é PDS” Essa famosa frase da época &lt;st1:personname productid="em que Sarney" st="on"&gt;em  que Sarney&lt;/st1:personname&gt; foi presidente, parece que nunca se tornou verdade. Já nesse tempo se criticava Sarney, o ex-aliado de muitos daqueles que figuravam no regime militar, o primeiro presidente depois da ditadura era do PDS, o partido dos ex-integrantes da ARENA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Hoje Sarney está no PMDB que foi formado pelos integrantes do MDB, a antiga oposição à ARENA. Parece que filiação ideológica não é o forte desse senador, que caminhou por onde o vento soprava e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;figura agora entre os principais representantes de um partido ao qual era oposição.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Na atualidade Sarney é senador&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e esta no meio de um escândalo de corrupção, é o presidente do senado. Se não fosse a historia ninguém diria que algum dia Sarney não fez parte do PMDB, não só faz parte atualmente&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;como é um dos principais&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de seus representantes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Lula se esqueceu do PDS, defende o presidente do senado, defende o coronel do Maranhão. Rivais que governam juntos, isso é a política brasileira que muito se assemelha ao futebol, no sentido dos jogadores, que não se importam com o time ou com o técnico, ou mesmo com os colegas de equipe. O importante é fazer de tudo para continuar jogando. Só que há uma pequena diferença, os jogadores trocam de time pelo talento ou pela falta dele, recebem para dar o melhor em campo e representar todo um time. Já os políticos pouco se importam com o “time” que estão representando, Prestes não apoiou Vargas depois que este mandou sua mulher para ser executada na Alemanha? É a política da governabilidade, faz-se de tudo pela governabilidade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Orgulho, ódio, raiva, rancor isso parece não existir no governo. Homens que não tem sentimentos, que foram torturados trabalham hoje do lado dos que torturavam. Aqueles que traem a si mesmos, traem qualquer um. Essa é a moral e a memória Brasileira, ambas são curtas e optam pela “governabilidade” &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;ou seja &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;o poder a qualquer custo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Vida longa ao coronel do Maranhão e ao torneiro mecânico que virou presidente, o homem que sentiu a pobreza nordestina na pele, protege o coronel!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4053104147669543420?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4053104147669543420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/o-povo-nao-esquece-sarney-e-pds.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4053104147669543420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4053104147669543420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/07/o-povo-nao-esquece-sarney-e-pds.html' title='“O povo não esquece Sarney é PDS”'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3801484415921506801</id><published>2009-06-25T22:22:00.001-03:00</published><updated>2009-06-25T22:23:39.170-03:00</updated><title type='text'>São os 34!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; line-height: 20px; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Ai vai um texto redigido por mim há algum tempinho...espero que gostem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;34 %, pois é este o valor dos impostos sobre os medicamentos. Para aquisição do carro próprio pagamos 41 % de impostos, valor altíssimo para o retorno que temos. Não me importaria de pagar imposto se recebesse meu dinheiro por meio de serviços do governo. O que acontece com estes 34 por cento de impostos que pagamos sobre os remédios? É meio óbvio e não precisaria ser dito que gostaria de receber estes tributos na forma de atendimento médico, um plano que me dê tranquilidade e saber que não me preciso me preocupar, pois se adoecer o governo cuidará de mim, nestas condições tudo bem, não teria coragem de reclamar por impostos menores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Mas então pagamos tributos altíssimos e não vemos retorno. Nosso dinheiro se perde, ou melhor, se transforma, assim como já dizia nosso caro amigo Antoine Lavoisier ["Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."], amigo seria exagero, tudo bem. É uma transformação incrível, sai de nossos bolsos e vira jatinhos de luxo, viagens ao exterior, sustento de madames desocupadas e isto tudo de baixo de nosso nariz. Mas o único sentimento que nos domina é a raiva que antecede uma impotência total, pode ser impotência por falta de vontade ou por falta de capacidade, tanto faz, sobretudo é uma impotência que me incomoda e pouca, ou nenhuma ideia eu tenho sobre como reagir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Continuamos pagando tributos, vendo os escândalos, nossos políticos dizendo que pouco se importam com a opinião pública e o dinheiro que por mérito nos pertence se esvaindo. É um assunto complicado, uma quadrilha enriquecendo com o “crime organizado”, este sim é o CRIME e muito bem organizado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Contudo continuamos trabalhando e seguindo nossa utopia, alguns ignorando tudo, outros escrevendo besteiras como este texto achando que deste modo o sentimento de culpa passará e muitos outros, estes os espertos, se juntam a toda essa roubalheira, seja direta ou indiretamente. Espertos que de algum modo ganham, votando por troca de uma cesta básica ou mesmo omitindo crimes absurdos. Mas eu prefiro continuar do meu jeito, sendo burro e trouxa, mas politicamente correto (não que seja mesmo, mas pode ser que alguém pense isso), e quem sabe um em um longínquo tempo encontro muitos outros que nem eu, deste modo a minha revolta servirá para alguma coisa e a última risada será a melhor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;E hoje a gasolina está barata, em poucos lugares, mas estamos livres de impostos por um dia, em alguns lugares, mas fico feliz por aqueles que podem gozar desse feito e se tudo correr bem eles sentirão falta dessas horas de alegria, assim logo podemos tomar alguma atitude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Utopia sem fim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3801484415921506801?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3801484415921506801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/sao-os-34.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3801484415921506801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3801484415921506801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/sao-os-34.html' title='São os 34!'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-3728235769871663765</id><published>2009-06-18T14:58:00.005-03:00</published><updated>2009-06-18T15:27:00.037-03:00</updated><title type='text'>Pequena Reflexão sobre Analfabetismo Político</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, o que pretendo enfocar nesse texto não é a questão do analfabetismo real de pessoas que não sabem ler e escrever, ou analfabetismo funcional, semi-analfabetismo, ou ainda crianças que chegam ao fim do ensino fundamental praticamente semi-analfabetas. Tão pouco é sobre as pessoas que sabem ler mas não o fazem. O analfabeto político muitas vezes é sim essas pessoas. Porém há muitos outros até com doutorados e bons empregos.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A política a que me refiro não é, necessariamente, a política partidária, esquerda e direita, tão confusas atualmente, uns dizem que esse embate ideológico perdeu o sentido, porém essa parece ser mais uma forma de analfabetismo político. Ou ao velho clichê "vote consciente", não acredito que política se resuma a ser eleitor. Refiro-me a política num sentido mais amplo, presente em todos os lugares, política no sentido de vida em comunidade.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nada mais equivocado do que se dizer apolítico, como se pudesse ser alheio aos fatos que o cercam. Se posicionar "apoliticamente" não é nada mais do que concordar com as coisas como são. Igualmente se imaginar neutro em relação aos acontecimentos, neutralidade é uma idealização dificilmente aplicável à realidade. Não somos neutros em nossas ações, conscientes disso ou não, mesmo escolher não agir já um posicionamento.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Em nossas ações cotidianas somos políticos, nos posicionamos politicamente. Se se é um professor, ensina por quê? Com vista a que? Para beneficiar quem? Quais ideologias estão por trás do ensino? Conhecimento não é neutro. Da mesma forma um cientista, quais são as implicações de suas pesquisas? Interessa a quem e por quê? Ou um advogado, advoga a favor de quem? Interpreta a lei de acordo com quais interesses? Artistas, arte tem muito de subjetividade, porém também emite uma opinião, pinta uma bela paisagem ou fotografa as ruas sujas, mal cuidadas e com mendigos?&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Analfabetismo político é pensar poder ignorar tudo isso, não importa o grau de escolaridade. É não reconhecer a complexa rede social na qual nós seres humanos estamos inseridos, ninguém está isolado, nossa ação ou não ação é válida, ninguém pode se dar ao luxo de ser apolítico. No entanto é bem mais fácil se esconder atrás dessa idéia, porque emitir uma opinião é se comprometer, e mais ainda, agir politicamente exige a responsabilidade por essa ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Reflexões (que servem muitas vezes para mim e para muita gente, em nossa apatia política) após ler um artigo de Paulo Freire "O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO POLÍTICA", disponível em &lt;a href="http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/obras/artigos/6.html"&gt;http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/obras/artigos/6.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-3728235769871663765?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/3728235769871663765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/pequena-reflexao-sobre-analfabetismo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3728235769871663765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/3728235769871663765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/pequena-reflexao-sobre-analfabetismo.html' title='Pequena Reflexão sobre Analfabetismo Político'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-737443632753326252</id><published>2009-06-11T00:00:00.001-03:00</published><updated>2009-06-11T01:05:07.436-03:00</updated><title type='text'>MEDO!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SjCCRMOshcI/AAAAAAAAAPc/3GATav4LwhI/s1600-h/palmeiras_policia_torcida_04052008.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 242px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SjCCRMOshcI/AAAAAAAAAPc/3GATav4LwhI/s320/palmeiras_policia_torcida_04052008.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345915989541029314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Goiânia, vinte e seis de agosto, três dias para meu aniversário, quarta feira, dia quente e céu azul sem nuvens, uma tarde como qualquer outra, mas podia ter sido diferente..&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Terminada a aula estava indo para casa, trânsito ameno, era mais um motoqueiro cruzando a cidade, moto verde, capacete preto, mochila e calça jeans.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Depois de uma rótula surge uma viatura da PM mandando encostar, apontaram as armas, encostei assustado, fazendo o que ordenavam. Não sei quem estava com mais medo, se eu ou eles, nada justificava aquela abordagem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Trezentas perguntas feitas, como em tribunal. Seria eu um mega mafioso, traficante ou coisa do tipo? Era um julgamento, cabia a aqueles quatro homens darem a sentença, estava a mercê dos seus “achismos”.O engraçado e que só depois de fazerem suas suposições, de revistar tudo e &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;até de cheirar minhas mãos, e que decidiram “averiguar” a documentação. Em minha carteira havia um cartão de aluno da UEG, e então de forma repentina e mágica, começaram a ser mais educados, a lei não é a mesma para estudantes universitários.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Antes de concluir o show, um dos oficiais ainda quis demonstrar sua imensa destreza e comprometimento com o serviço. Verificando os documentos (CNH e registro do veículo) notou que havia certa diferença entre os dois, meu nome se apresentava diferente. O que ele não notou é que estava comparando nomes com diferentes. Educadamente mostrei seu equivoco, apontando para a palavra filiação na CNH, é notável a falta que faz uma simples &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;interpretação de texto no dia a dia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O policial estava mesmo certo em analisar meu nome, nomes são utilizados para designar tudo que está a nossa volta, dando valores e significados as coisas. Policia Militar é um exemplo. A palavra militar designa exatamente os tipos de atribuições dessa policia: Coibir, amedrontar, seguir regras, ter disciplina, não questionar ordens, por mais que elas sejam ridículas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Será que é difícil entender o lugar dessa simples palavra: Militar? Militares são para guerras, militares combatem “inimigos” a população precisa de proteção e não de pavor. São os resquícios de uma ditadura teimando em continuar presentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fico pensando.. Caso agressividade e coerção dessem bons resultados, seriamos guiados por princípios espartanos, o conceito de ética, as bases da sociedade de direito não existiriam, seria o caos! Mas felizmente seguimos outros preceitos, não precisa muito para perceber que os países com maior índice de desenvolvimento humano, sejam também os mais democráticos, o Brasil ainda não entendeu o sentido dessa palavra : democrático, parece que temos dificuldade em entender palavras.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Apesar do susto fui-me embora, mas talvez pudesse ter sido diferente, talvez não tivesse comemorado meu aniversário nesse ano. A sorte faz parte da vida, como um dos soldados disse “Você tem sorte de sua moto não ser vermelha, estamos procurando um ladrão que roubou uma moto vermelha” é o mundo dos sé, se minha moto fosse vermelha, se não tivesse parado logo...Agora tenho certeza de nunca comprar uma moto vermelha e admito, pode ate parecer engraçado, mas EU TENHO MEDO DE POLICIA.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-737443632753326252?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/737443632753326252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/medo.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/737443632753326252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/737443632753326252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/medo.html' title='MEDO!'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SjCCRMOshcI/AAAAAAAAAPc/3GATav4LwhI/s72-c/palmeiras_policia_torcida_04052008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2301923424257181138</id><published>2009-06-04T10:13:00.003-03:00</published><updated>2009-06-04T11:00:31.928-03:00</updated><title type='text'>O pós-moderno também ama</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_jOP70-iLq3A/SifI7gBiZsI/AAAAAAAAAWo/DcbVxF1iwgE/s1600-h/714px-Edward_Hopper_Summer_Interior.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 269px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jOP70-iLq3A/SifI7gBiZsI/AAAAAAAAAWo/DcbVxF1iwgE/s320/714px-Edward_Hopper_Summer_Interior.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343460407432603330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E tem uma frase que encanta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E tem um tema que nos deixa extasiados.&lt;br /&gt;“O iluminismo está morto, o Marxismo está morto, o movimento da classe trabalhadora está morto... e o a autor não se sente muito bem” (Neil Smith).&lt;br /&gt;O tema? PÓS-MODERNISMO.&lt;br /&gt;Que é tudo o que vivemos agora.&lt;br /&gt;Sinto-me tão pós-moderna.&lt;br /&gt;Marx, Freud e Nietzsche... Tudo morto.&lt;br /&gt;E eu sem vínculos, sem filósofo-referência.&lt;br /&gt;E há quem diga que hoje só desejamos o Contemporâneo.&lt;br /&gt;Que só queremos os autores da atualidade.&lt;br /&gt;Queremos Zizek , Deleuze.&lt;br /&gt;E a irreverência de levar tapas na cara.&lt;br /&gt;Para voltarmos ao sentimento mais cristão.&lt;br /&gt;Ofereço a outra em troca de mais conhecimento.&lt;br /&gt;Queremos as supostas verdades, nada convencionais.&lt;br /&gt;Pois se Marx, Freud e Nietzsche estão enterrados.&lt;br /&gt;Quem me sobra?.&lt;br /&gt;Só esses pós-modernos que difundem tantas intrigas filosóficas.&lt;br /&gt;E que dizem sim, grandes verdades, já ditas anteriormentes.&lt;br /&gt;(Rá!)&lt;br /&gt;Modismo intelectual não é tão absurdo assim.&lt;br /&gt;O que tem os modismos chegarem também no âmbito da filosofia?&lt;br /&gt;Povo altivo, esse que pensa.&lt;br /&gt;Não ignoremos os clássicos, mas que as desconstruções nos sejam preferíveis.&lt;br /&gt;Sem paciência para os gregos.&lt;br /&gt;Começamos ler Nietzsche.&lt;br /&gt;E percebemos que tinha um tal de Fredric Jameson.&lt;br /&gt;Que discute cinema, arquitetura, economia, música e diz: “A obra de Andy Warhol é realmente centrada em torno da mercantilização. E o afeto desde a cultura moderna esmaeceu."&lt;br /&gt;Agora me diz:&lt;br /&gt;E quem continua amando?&lt;br /&gt;Se sente também sem afeto!&lt;br /&gt;Na verdade, só não se sente bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Imagem: Edward Hopper, Summer Interior, 1909, Oil on canvas, the Whitney Museum of American Art, New York City.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2301923424257181138?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2301923424257181138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/o-pos-moderno-tambem-ama.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2301923424257181138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2301923424257181138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/06/o-pos-moderno-tambem-ama.html' title='O pós-moderno também ama'/><author><name>Polly Di</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_jOP70-iLq3A/S9WeYXqs39I/AAAAAAAAAnI/r0o3fwGoO5c/S220/ohfmo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jOP70-iLq3A/SifI7gBiZsI/AAAAAAAAAWo/DcbVxF1iwgE/s72-c/714px-Edward_Hopper_Summer_Interior.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-819541800197246030</id><published>2009-05-28T00:01:00.004-03:00</published><updated>2009-05-28T13:39:10.508-03:00</updated><title type='text'>O brasileiro do futebol</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A garra para lutar por resultados, a fúria da cobrança que caí sobre quem não veste a camisa do seu time, a revolta, mas também a alegria e o amor, tudo isso é visível em qualquer torcedor de corpo e alma em todos os cantos do mundo, ou melhor, em todos os lugares do mundo. O torcedor brasileiro é algo incrível, famoso pelo apoio e dedicação que reserva para seu time e para seus ídolos. Conhecido como país do futebol, mesmo a Inglaterra tendo um público na segunda divisão 50% maior do que a do Brasileirão (mas isso não vem ao caso agora), o Brasil revela diariamente fanáticos pela pelota, fanatismo que começa na infância, na ida ao estádio com o pai ou sentado a frente da TV em meio a gritos e discussões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Como bem dizem algumas propagandas atuais transmitidas na TV aberta, torcedor enfrenta tudo, gosta de coisas inimagináveis, falta trabalho para ver o jogo, fica na fila para garantir o ingresso, deixa de lado família, amigos ou qualquer um que tente se meter nesse amor eterno. Temos provas desse amor diariamente em qualquer meio de comunicação. Vemos brigas sem razão, mortes por motivos bobos e muita violência, tudo em vão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em vão? Tu é louco, devem perguntar nossos torcedores. Isto tudo é por um motivo, um motivo único, verdadeiro, o amor. Ah o amor, não podemos explicar, apenas sentir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pergunto agora aos torcedores que temos nesta longa extensão de terra chamada Brasil: E quanto aos políticos? E quanto às condições que vivemos? Nada farão? Pois seria agradabilíssimo se usassem toda essa raiva para reivindicar contra a política, contra a roubalheira e toda essa farra que os políticos fazem com nosso dinheiro. A única coisa que sabem fazer é fechar os olhos, não leem um jornal, apenas os esportes claro, não sabem o que se passa na “vida real”, vivem apenas um mundo ilusório, enriquecendo os outros ao invés de pensar no seu próprio futuro. Não quero julgar ninguém (ou quero sim), afinal todos sabem o que deve ser feito (ou não sabem não).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Grite, proteste nos estádios, esse é um direito, todos merecem respeito. Vocês se doam para apoiar um grupo e em troca precisam de resultado. Mas não querem respeito daqueles que estão onde estão por nossa causa? Aqueles que são responsáveis por nosso dinheiro e nosso futuro, nosso verdadeiro futuro? Protestem, tudo isso é saudável, mas protestem por algo que valia a pena e não por coisas supérfluas que não trarão benefício algum, a não ser a graça de ver seu time levantando uma taça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Escrevo este desabafo após ver uma reportagem sobre bravos torcedores do Fluminense protestando contra seu time. Quem nos dera ter gente assim em Brasília fazendo o mesmo. Ficam apenas pensamentos para refletir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-819541800197246030?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/819541800197246030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-brasileiro-do-futebol.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/819541800197246030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/819541800197246030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-brasileiro-do-futebol.html' title='O brasileiro do futebol'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5242921228200278160</id><published>2009-05-21T19:16:00.001-03:00</published><updated>2009-05-21T19:18:53.192-03:00</updated><title type='text'>Continuando</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Continuando o assunto tratado aqui no blog semana passada, hoje venho defender as cotas em universidades publicas para alunos de escolas públicas. No entanto, é com muito pesar que me posiciono a esse respeito. Pois a existência das cotas para escolas públicas é o reconhecimento, por parte do próprio Estado, da precariedade da educação pública em nosso país.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Triste realidade, quando essas cotas são apenas paliativas, antes não fosse preciso elas existirem. Mas são necessárias. Mesmo com o possível argumento de que o melhor seria investir na educação pública como um todo (sim, essa seria a melhor solução possível), os resultados desse suposto investimento levariam anos, ou décadas, deixando ainda milhares de fora. E, infelizmente, nada indica que isso vá acontecer. A solução mais imediata é, então, as cotas.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A necessidade desse tipo de cotas evidencia a forma como a educação foi e é tratada por aqui. Frequentemente se vê propagandas institucionais valorizando a educação, colocando a educação em primeiro lugar, uma forma de mudar o país. Porém não é bem isso que se constata na realidade: escolas padronizadas, superlotadas, estrutura física precária, baixo salário e pouca valorização dos professores, entre outros fatos. Nos últimos anos se estendeu o alcance da escolarização, porém a que custo? Massificou-se a educação, no entanto que educação é essa proposta para "todos"? Educação para todos, mas só até certo ponto, para a maioria apenas o básico e para alguns poucos as oportunidades e o poder que o conhecimento gera, isso é o que vemos acontecer. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Situação difícil de mudar e que talvez tenda a se intensificar. Pois vivemos em épocas neo-liberais, prega-se a interferência mínima do Estado (menos nos momentos de crise, mas essa é outra história), entrega-se tudo ao mercado, inclusive a educação, é só comparar o nível de escolas particulares e públicas (e não só educação, também saúde, segurança, lazer...). Ou seja, quem tem recursos para pagar, para comprar, para consumir tem acesso; quem não possui recursos é deixado à margem. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Dessa forma a educação dificilmente poderá ser um fator de mudança da sociedade, ela acabará por apenas refletir e reproduzir essa mesma sociedade com suas injustiças e desigualdades. As cotas, assim, podem ser uma forma de amenizar esse processo, de garantir um mínimo de oportunidade para quem, antes, estaria excluído.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5242921228200278160?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5242921228200278160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/continuando.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5242921228200278160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5242921228200278160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/continuando.html' title='Continuando'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-651125767338347716</id><published>2009-05-14T00:01:00.002-03:00</published><updated>2009-05-14T00:49:36.423-03:00</updated><title type='text'>Os 121!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ontem dia 13 de maio, dia da assinatura da lei que aboliu para sempre a escravidão (oficial diga se de passagem) no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;13 de maio de 1888, hoje 14 de maio de 2009 fazem 121 anos e um dia que o Brasil ia se soltando das amarras de um tempo ultrapassado, de poucas fabricas, poucos consumidores, tempo em que as diferenças entre seu próprio povo eram ainda legitimadas pelo estado, enquanto outras nações eram de fato nações e tinham orgulho de sua constituição, nós tentávamos esconder nosso passado financiando a vinda da Europa de quem quisesse vir difundir sua cultura, para que a nossa fosse então sucumbida pelos ideais do outro lado do oceano.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cento e vinte um anos, tempo aproximadamente&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de três gerações, ou seja, seu bisavô ( sempre me referirei ao termo masculino pois se já era difícil a inclusão masculina na época, a feminina era quase impossível) nasceu próximo ou viveu na época da abolição.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Agora vejamos, o avô do meu pai veio ao Brasil tentar sobreviver, fugindo das dificuldades em sua terra natal, e por mais que houvesse dificuldades aqui, ele era um homem branco e assim sendo conseguiu deixar a duras penas um legado de educação para seus filhos, e as gerações seguintes se estabeleceram então com maior facilidade. Os bisavôs negros foram substituídos por esses homens brancos que nem se quer eram brasileiros, quando chegou à hora de pagar salários e só então reconhecer os serviços prestados por décadas, à aristocracia preferiu marginalizar quem era nascido aqui e trazer de fora a força de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Menos de um século e meio, é impossível que um povo se recomponha em tão pouco tempo, sem que esforço algum  fosse feito para modificar essa situação. Digam o que quiserem, o que eu vejo é que o estado tem sim uma grande divida a ser paga e não é ao FMI ou ao Banco Mundial, é ao negro Brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Hora, se herança é passada de pai para filho, divida também, não podemos decretar essa moratória, não seria injusto para ninguém, injustiça é o que ocorre de uns poucos sendo tão beneficiados á tanto tempo, afinal há verdadeiras múmias e dinastias nas cupulas do poder, quem nunca ouviu falar da família Caiado, por exemplo? O povo que está longe da política institucional pede uma pequena parte do bolo que  no entanto é sempre negada ou cocedida como se fosse esmola.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por isso sou a favor sim das cotas em universidades públicas, e não agüento mais aquele discurso clichê, que só demonstra a pouca retórica de quem esta argumentando “ Há então você apóia as cotas porque acha que o negro é mais burro?” em primeiro lugar eu não acho nada, porque achar é coisa pra quem não tem o mínimo de certeza em suas opiniões e em segundo lugar detesto que coloquem palavras na minha boca, quando falamos de cotas não estamos falando de capacidade intelectual, e quem vai por esse caminho me assusta! As cotas&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;são nada mais, nada menos, do que uma forma de tentar reduzir a disparidade social em que o Brasil se encontra, e de pagar essa divida histórica pela crueldade que é privar alguem do seu direito de liberdade. Já era passada a hora do estado começar com esse tipo de ação que visa a inclusão, que visa a igualdade entre as classes(ai falo das cotas em geral) basta ver a sala de um curso de medicina para se ter noção dessa situação, de quantos ali provem de uma família pobre, de quantos estudaram em escola pública.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Talvez nesse texto marcadamente opinativo em que não me preocupei em apresentar muitos dados, já que dados temos por todos os lados e opinião ainda é algo meio escasso nos meios de comunicação, eu tenha repetido muito a palavra negro, e digo que não é por mera pouca experiência que tenho em redigir textos, e sim por opção própria que utilizei a repetição. Os sinônimos que academia “inventa” como Afro-Brasileiros, por exemplo, não me agradam muito, estava tentando me lembrar quantas vezes alguém ao se referir a minha nacionalidade, ou grupo cultural, disse algo diferente de goiano ou brasileiro, e vi que isso nunca aconteceu, nunca colocaram um prefixo antes da palavra &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;brasileiro para se referir a mim, cheguei a uma conclusão.. brancos nascidos no Brasil são brasileiros por excelência, segundo esse tipo de definição, enquanto negros nascidos no Brasil, por mais que seus antepassados já estejam aqui a 400 anos ainda carregam o prefixo Afro .&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sem falar que Afro em si é muito vago, Afro remete a África que é o segundo maior continente do mundo, o termo não carrega uma identificação cultural, apenas uma identificação territorial que é muito vaga, os livros de historia ao se referir aos imigrantes Europeus diferenciam os povos de acordo com seu local de origem e sua cultura, enquanto que, ao se referir a diáspora forçada dos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;africanos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;para as Américas, pouco se importam em mencionar de que local do continente vieram a maioria desses africanos. Não me surpreende que seja corrente o erro entre as crianças de se referir a África como sendo um único País, devido a forma homogênea em que os diferentes locais &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;desse continente são &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;tratados nas escolas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quando deixamos de combater uma injustiça, quando fechamos os olhos para os acontecimentos, quando não resgatamos nossa historia, vamos nos tornando um povo sem cultura, ate que ponto sermos taxados de povo pacífico é algo positivo? Pacífico não pode querer dizer sem luta, sem consciência, precisamos de uma memória melhor e quem sabe daqui um tempo o dia da abolição ou da consciência negra seja feriado nacional, para lembrar a luta de nosso povo e não apenas dias religiosos e independências forjadas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-651125767338347716?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/651125767338347716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-121.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/651125767338347716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/651125767338347716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-121.html' title='Os 121!'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2530283235999007665</id><published>2009-05-07T10:49:00.000-03:00</published><updated>2009-05-07T14:05:44.046-03:00</updated><title type='text'>Divergências...mas com moderação.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SgLndeDs6LI/AAAAAAAAAIE/yiM91jxGUWw/s1600-h/religiao.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 312px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SgLndeDs6LI/AAAAAAAAAIE/yiM91jxGUWw/s320/religiao.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333079402230900914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A crença em Deus deve ser tratada com todo cuidado, afinal é um assunto muito “perigoso” e que gera muita polêmica. No mundo contemporâneo apresentam-se diversas religiões, mas todas com um mesmo propósito, crenças diversas, sobretudo com o mesmo intuito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nada seria de nós se não tivéssemos nossas crenças em comum, se não buscássemos um “fim” igual. Todos querem acabar no paraíso, seja com 40 virgens a sua espera ou apenas descansar sobre nuvens brancas. A sociedade só pode ser formada se tudo (ou quase tudo) correr para um mesmo lado, caso contrário aconteceriam muitos acidentes. Vemos muitas divergências políticas, religiosas e culturais, mas se todos forem questionados sobre a existência de um deus, de um lugar melhor após a morte a grande maioria optará pelo “sim”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Reprovo muitas atitudes de religiões, de gente que visa apenas o lucro em troca da enganação dos outros, mas o que seria desses “outros” sem esta enganação? Viveriam sem uma crença e alguém para guiá-los? Provavelmente não. Em toda vida buscamos algo de útil para fazer, conquistar tudo que sonhamos e empregar nosso tempo da melhor forma possível, mas dificilmente teríamos tanta vontade se soubéssemos que tudo acabaria sem nenhuma recompensa no final da vida. Inconscientemente trabalhamos por um bem maior, lutamos pelo êxtase da vida, mas visamos com prioridade o bem que virá, aquilo que conseguiremos depois, algo maior que nunca saberemos realmente o que será.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Desde pequenos somos encaminhados a acreditar em uma coisa, normalmente seguindo aquilo que os pais (ou simples criadores) levam por verdadeiro. Poucos, pouquíssimos por bem dizer, mudam e buscam outra forma de crença, novos conhecimentos para de forma consciente saber o que é o “melhor”. Quando tratamos de religião, as coisas são muito mais complicadas que política ou futebol, diferente do que muitos dizem. A religião trata-se de uma crença, mesmo que inconsciente que muitos trazem da vida toda, acreditando fielmente naquilo e levando sua vida de acordo com sua religião, seja fazendo o bem (termo muito relativo no âmbito religioso) ou batalhando por outros objetivos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;De certo modo, somos todos religiosos, seguimos muitas crenças e precisamos de tudo isso para nos sentirmos realizados, afinal nada funcionaria sem este “bem maior”. Como numa empresa, os funcionários precisam acreditar no objetivo da corporação para se empenhar de forma total nas tarefas, assim funciona a sociedade. Julgamos muito e não nos conformamos com as divergências, mas devemos entender que cada um vive de forma diferente, logo o pensamento também diverge. Vivemos todos num mundo de mentiras. Um mundo onde até mesmo o relativo é relativo. Nada é absoluto e todos são variáveis. Nossas crenças vão de acordo com o modo de vida e os pensamentos podem ser diferentes, mas todos buscando um bem maior para que a roda da vida continue a girar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2530283235999007665?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2530283235999007665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/crenca-em-deus-deve-ser-tratada-com.html#comment-form' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2530283235999007665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2530283235999007665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/crenca-em-deus-deve-ser-tratada-com.html' title='Divergências...mas com moderação.'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/SgLndeDs6LI/AAAAAAAAAIE/yiM91jxGUWw/s72-c/religiao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7514978538929818619</id><published>2009-05-01T20:16:00.001-03:00</published><updated>2009-05-01T21:48:58.053-03:00</updated><title type='text'>O inferno são os outros</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SfuF7YF66cI/AAAAAAAAAGY/K-itG3b9ML4/s1600-h/outros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331001839049173442" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 222px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SfuF7YF66cI/AAAAAAAAAGY/K-itG3b9ML4/s400/outros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;(Foto de Spencer Tunick)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Diversidade. Apesar dessa palavra e idéia estar bastante difundida, ainda há muito que se conquistar. Diversidade de pessoas, de tons de pele, de idéias, de pensamentos, de religiões, de comportamentos, de idades, de sexualidade, de modos de se vestir, de modos de vida, de origens, de identidades, de costumes, de línguas, de verdades, de crenças, de valores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Escrevo isso porque, mesmo com todos os avanços, vejo vigorar, muitas vezes veladamente ou abertamente, inúmeros preconceitos. Para exemplificar, algumas frases que já ouvi no dia a dia: “Eu não tenho preconceito, mas na minha cama só branquinhos”; “Posso até aceitar a pessoa, mas a homossexualidade nunca”; “Ah, fulano é um maconheirinho”; e por aí vai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Reconheço que todos, inclusive eu, de alguma forma criam seus preconceitos, é até inevitável. Acabamos por ter essa necessidade de classificar, categorizar, pré-conceber o que ou quem não conhecemos direito. Porém, para contrabalançar tal tendência, é preciso estar aberto, ser flexível, entender que o que julgo ser verdade é valido para mim, no entanto os outros não têm obrigação nenhuma de seguir meus padrões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não é fácil, as diferenças incomodam. O confronto com os outros incomoda. Pois cada um tem sua liberdade. As atitudes alheias podem confrontar o que mais prezo, meus valores mais arraigados. O confronto com os outros me tira da posição central que erroneamente posso pensar ocupar no mundo. No confronto com os outros eu sou apenas mais um entre milhões, minhas idéias são apenas mais uma entre milhões. Talvez para muitas pessoas seja mais fácil se apegar aos preconceitos do que admitir essa realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Contudo, por mais complicado que seja, é impossível fugir dos outros. Ao mesmo tempo em que pode incomodar, é nesse confronto que me construo. Nenhum ser humano se faz sozinho. Minha identidade é construída com base nos parecidos comigo e também nos diferentes. Para haver uma identidade negra é preciso haver outra identidade diferente, branca por exemplo. Para haver uma identidade feminina é preciso que exista a masculina. Paradoxal: o grupo ou pessoa alvo de preconceito é também necessário(a) a quem comete esse preconceito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Enfim, para quem vive de cultivar preconceitos (utilizando uma frase de Sartre) o inferno são os outros.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7514978538929818619?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7514978538929818619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-inferno-sao-os-outros.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7514978538929818619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7514978538929818619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/05/o-inferno-sao-os-outros.html' title='O inferno são os outros'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_tbpJcN9ifj8/SfuF7YF66cI/AAAAAAAAAGY/K-itG3b9ML4/s72-c/outros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-2242317938607329354</id><published>2009-04-23T20:20:00.000-03:00</published><updated>2009-04-24T12:15:06.821-03:00</updated><title type='text'>Quase um editorial..</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SfHXbj1RFvI/AAAAAAAAAOU/3t4J3_LpxlY/s1600-h/manifesta%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SfHXbj1RFvI/AAAAAAAAAOU/3t4J3_LpxlY/s320/manifesta%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328276702631106290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Com tanta informação, com escritores, colunistas e jornalistas escrevendo sobre diversos assuntos, sobre o que muitas vezes nem imagino em jornais, revistas e na internet, as vezes me pego pensando “em que um simples estudante poderia acrescentar?”. Não sei no que poderei acrescentar, nem mesmo sei se um dia terei ao menos um leitor cativo, mas sei que de alguma forma estou ajudando a construir algo novo, estou encorajando mais pessoas a deixarem de figurar apenas como platéia e começar a fazer parte (mesmo que pequena) de todo o processo, pensando a sociedade e agindo sobre ela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Começamos com o projeto do subestação com essa idéia básica de “mostrar a cara”, para assinar nossas opiniões foi preciso coragem, afinal textos não são como palavras que podem ser desmentidas, uma vez publicado na rede não há como voltar atrás e sempre haverá alguém para dizer “mas olha você disse isso nessa época”, no fundo isso ate me instigou, ficar encima do muro nunca foi a minha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Quando mostramos as caras e demos à opção para que outras pessoas dessem suas opiniões, ( e talvez batessem em nossas caras) conseguimos criar então discussões, possibilitando o crescimento de ambas as partes, absorvendo diversos pontos de vista. Ai mora uma grande diferença com relação a outros tipos de mídia, a internet é por natureza mais democrática é um meio de comunicação mais barato e com menores restrições.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Tentamos compreender a realidade em volta a fim de escrever melhor, um blog acaba criando mais leitores do que escritores, um país de leitores é um país em que mais dificilmente se proliferam as injustiças, o cidadão se torna consciente de si e de seu lugar na sociedade, podendo assim se defender melhor, e no fim o objetivo é esse apenas, o de defender-se de tudo que não depende da nossa ação direta.&lt;span style="display:none;mso-hide:all"&gt; tudo elhor, e no fim es, se connseguirmos nó se conseguirmos normar um leitor estaremos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;viemos, para mostrar a cara!o uma conduta erente e isso gera vontade de ler, de se&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Os blogs tem esse caráter, essa essência mágica de dar animo, de dar vontade, de te colocar em uma situação de construtor, formador de opinião. Criar uma obra nova e tentar melhorar a cada dia, e como se te perguntassem "o que você deixará para o mundo ?"&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:9.0pt"&gt;Por essas e outras existe o subestação, não estamos aqui para ter medo, não estamos aqui para "catequizar" seguidores, estamos aqui para cada dia mais estarmos próximos do que se possa chamar de cidadãos conscientes.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-2242317938607329354?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/2242317938607329354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/quase-um-editorial.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2242317938607329354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/2242317938607329354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/quase-um-editorial.html' title='Quase um editorial..'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SfHXbj1RFvI/AAAAAAAAAOU/3t4J3_LpxlY/s72-c/manifesta%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-4924215797004749227</id><published>2009-04-15T23:06:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T09:53:19.545-03:00</updated><title type='text'>Quanta banalidade!</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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&lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="margin-right: 2.2pt; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);font-size:100%;" &gt;O termo Banalidade do Mal apareceu pela primeira vez em um contexto nazista, na obra de Hannah Arendt, "Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal". Contudo, Arendt não elaborou um conceito para o termo citado, apenas concluiu sobre a falta de profundidade e a ausência de enraizamento das razões e das intenções do indivíduo. O que torna o homem tão perverso?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-right: 2.2pt; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);font-size:100%;" &gt;No livro citado, o mal aparece na figura de Eichmann, um homem de pouca inteligência, com uma personalidade marcada pela incapacidade de pensar para além dos clichês e pré-disposto à obediência a qualquer voz imperativa. Hitler, no caso. Nesse contexto de deterioração humana dissolvem-se os parâmetros de bem e de mal, de certo e de errado, de justo e injusto. O homem não pensa e não julga, só age, indiferentemente, como um instrumento do mal, ou seja, nessa situação extrema e perversa o homem é, ao mesmo tempo, vítima e instrumento do mal. Logo, Eichmann é facilmente identificável: é reflexo meu. É a minha hipocrisia. É a minha banalidade gritada. É o meu não fazer nada. É a minha letargia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);font-size:100%;" &gt;E então, no Brasil contemporâneo, distante da realidade totalitária nazista, o mal existe e está em todo lugar. Por isso a banalização. Do criminoso ao Estado. Na dificuldade que tem as famílias e todos os segmentos socioeconômicos de transmitir conceitos éticos e sólidos. Está no binômio pobreza-violência. Está violência policial. Na corrupção. No sentimento de vingança privada quando o crime me atinge. Esse mal, de contexto atual e território definido (O Brasil) possui sim ligação com o mal descrito por Arendt (Alemanha nazista). Ambos surgiram em relação a um sistema, no qual todos os homens se tornaram supérfluos. Mas admitir que o mal que vejo ou que pratico pouco difere do mal de Hitler, é quase tocar em uma ferida. É dizer que sou assassino também. A minha perversão não é tão grave quanto à de Hitler! Não, não é. É pior: é tão Banal quanto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Banalizaram o mal, em terceira pessoa, pois confortável é não fazer parte da crueldade instalada. Apesar de matarmos gratuitamente, friamente a sensatez todas as vezes que paramos diante do muro que isola o nosso bem-estar e procuramos resolver tudo, de crime a receita de bolo, com a própria violência. Violência por violência. Maldade! Aplicação consciente da Lei de Talião. E é aí que o perigo mora. E é aí que o mal banal se instala. Por aí acontece a barbárie, já que a justiça não é feita a contento. O capitão Nascimento é o melhor que podemos esperar dos nossos policiais? Pouco me importo se Dantas é preso ou não? Os Nardoni merecem pena de morte? Nesse ponto some Direitos Humanos, a moral, a democracia e tudo quanto é conquista. Ao final, olho por olho e dente por dente nada mais é que inevitável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-4924215797004749227?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/4924215797004749227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/quanta-banalidade.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4924215797004749227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/4924215797004749227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/quanta-banalidade.html' title='Quanta banalidade!'/><author><name>Polly Di</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_jOP70-iLq3A/S9WeYXqs39I/AAAAAAAAAnI/r0o3fwGoO5c/S220/ohfmo.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7317650129204753381</id><published>2009-04-09T14:48:00.000-03:00</published><updated>2009-04-09T14:50:11.858-03:00</updated><title type='text'>Grandes amigos americanos...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pois agora nosso presidente ganha mais um companheiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Na reunião do G20 há alguns dias, surpreendo-me com a exaltação de Barack Obama com relação a Lula. Em meio aos cumprimentos, Obama solta os seguintes elogios: “This is the man...I love this guy!The most popular politician on earth...it’s because his good looks!”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Muito elegante por parte dele. Agora pergunto. Por quais motivos Obama “puxaria o saco” de Lula de tal forma? Será que a popularidade do nosso atual presidente não tem fronteiras? Com certeza não é esse o motivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Como o presidente dos Estados Unidos proferiu: “The most popular politician on earth...it’s because his good looks!”, e realmente este é o nosso presidente, consegue agradar a todos, com seu passado de “trabalhador”, vindo da pobreza, político do povo, conquista muitos aliados, e esta popularidade é benéfica para quem fica do seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Brasil, apesar de ser um país de terceiro mundo, com muitos problemas, ainda é melhor que a maioria dos irmãos sul-americanos. Deste modo, muitos deles dependem de nós, precisam do Brasil para “sobreviver”, sem contar que Lula é muito bem visto pelos presidentes “companheiros”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Os E.U.A nunca tiveram uma relação muito amigável com os países sulistas do continente americano, e agora com seu novo presidente, sabiamente procuram atalhos para buscar esta “aliança” e finalmente serem bem-vistos por todos. A popularidade do nosso presidente é uma forma muito simples de Barack Obama iniciar uma “amizade” com muitos países sul-americanos. E com certeza ficar contra o presidente Lula não seria inteligente (mas também não precisa puxar o saco, ou precisa?).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Bom, acredito que Lula fará bom proveito desta amizade que está se consolidando, apesar de muitos defeitos, ele sabe ser um bom político, e conquistou um homem muito importante, em todos os sentidos no mundo. Só espero que não fique de “bola cheia” e estrague tudo, de uma forma ou de outra. Veremos em que fim isto vai dar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Falando nisso houve outro rumor equivocado. Quanto a foto tirada no mesmo encontro, na qual Lula senta ao lado da rainha Elisabeth, muitos pensavam: Olha, a popularidade dele chegou até a monarquia. Pois, como já citei, foram pensamentos equivocados. Tem-se por “regra” que o chefe de um país com mais tempo de mandato sente ao lado da monarca, e não é escolhido a dedo quem mais a satisfez. Ou seja, o motivo de orgulho para os esquerdistas que se gabam pela popularidade do presidente pode baixar, pois tudo isso aconteceu apenas para seguir o protocolo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:15.0pt"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Para quem lê este texto hoje, pode perceber que não tenho muitas queixas do nosso presidente, pelo contrário, ainda o elogio, mesmo que de forma meio acanhada. Mas não pense que as críticas acabaram. Apenas o cansaço me consumiu. Difícil repetir sempre as mesmas coisas, às vezes devemos usar o pouco otimismo que temos para diversificar, para que deste modo, as forças sejam retomadas, e no dia seguinte todo o pessimismo possa ser revelado novamente. A minha essência pessimista não acabou, então termino os tranquilizando. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7317650129204753381?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7317650129204753381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/grandes-amigos-americanos_09.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7317650129204753381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7317650129204753381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/grandes-amigos-americanos_09.html' title='Grandes amigos americanos...'/><author><name>Marco Henrique Strauss</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/_yteVCwHyuyQ/TCuQXeu5sJI/AAAAAAAAAKk/lh0G6XpNPwc/S220/001.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-7477160241247976600</id><published>2009-04-02T17:11:00.000-03:00</published><updated>2009-04-09T20:50:34.681-03:00</updated><title type='text'>Propriedade ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dia atrás, necessitava fazer cópia de um determinado livro. Dirigi-me a uma fotocopiadora, não poderiam copiar para mim em respeito às leis de direito autoral. No entanto, fui informada que em outra unidade da mesma empresa a cópia poderia ser feita sem problemas. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;De acordo com a legislação vigente, eu poderia sofrer punições se comprasse a cópia do livro, essa empresa também, juntamente com milhares de outras pessoas (provavelmente inclusive você leitor) que diariamente disponibilizam, compartilham e baixam músicas, vídeos, filmes, copiam livros e inúmeros conteúdos “protegidos” por direitos autorais e leis de propriedade. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Somos mesmo todos criminosos? Pela lei, sim. Mas, e se olhássemos por outro ponto de vista? Quando tais leis foram criadas a realidade era bem diferente da atual, os meios para a produção e difusão de idéias eram outros, mais caros, mais demorados, menos acessíveis. No entanto, hoje esses mesmos conteúdos se encontram a um clique, praticamente sem custos para quem possui um computador conectado à internet. Ainda faz sentido esse tipo de lei? Uma lei adequada a outros tempos e que ignora toda as mudanças dos últimos anos? Deve-se respeito à lei apenas por ela existir ou deve-se observar o contexto e ver se sua aplicabilidade é possível? Enfim qual é a validade de uma lei, pode-se dizer, simplesmente “caduca”? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Apesar das indagações, circula um discurso de combate à “pirataria”. Discurso sustentado, claro, com a ajuda de grandes corporações que obtém altos lucros e temem desmoronar se a lei for modificada e flexibilizada (Vejam o caso do fim da comunidade discografias no Orkut, em link abaixo). Muitos acabam por adotar tal discurso. Mas qual o benefício para nós, pessoas comuns que não detemos nenhum direito autoral que nos renda milhões? Talvez a esperança de um belo dia nossas produções valerem o mesmo. Será? Vejo mais vantagem em flexibilizar um pouco os direitos e permitir que um maior número de pessoas tomem conhecimento do que você faz, principalmente com a ajuda da internet. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Todo o exposto acaba levando a outra discussão mais ampla: a forma como tratamos as idéias, informações e conhecimento. Podem eles ser tratados como propriedade? Principalmente agora, com todos os meios de produção e reprodução facilmente ao alcance? Pensar nisso parece estranho, uma afronta aos valores de propriedade incrustados há séculos. No entanto é necessário, mesmo que incomode a alguns. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diante desse quadro vai surgindo, aos poucos, maneiras diferentes de pensar e agir. Não utopias inatingíveis, mas soluções viáveis. Para exemplificar, qual é hoje a maior enciclopédia do mundo? Com atualizações diárias e versões em vários idiomas? A Wikipédia, feita por milhares de voluntários, não é de ninguém ao mesmo tempo que é de todos, e qualquer um pode contribuir para modificá-la e melhorá-la. O mesmo se aplica aos softwares livres, tão bons e úteis quanto qualquer versão comercial. Em alguns países já surgiram partidos piratas, com a proposta de modificar a legislação caso tenham representantes eleitos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Reflita sobre o assunto, porque querendo ou não, tem a ver com você que já deve ter baixado uma música, copiado um livro, feito pesquisas na Wikipédia... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Links úteis, complementares e interessantes sobre o assunto tratado:&lt;/strong&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://comunidade.cdtc.org.br/"&gt;http://comunidade.cdtc.org.br/&lt;/a&gt; (cursos online gratuitos sobre softwares livres) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.creativecommons.org.br/"&gt;http://www.creativecommons.org.br/&lt;/a&gt; (licencie suas obras pela Creative Commons) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Pirata"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Pirata&lt;/a&gt; (página da Wikipédia sobre o movimento dos partidos piratas) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.partido-pirata.org/"&gt;http://www.partido-pirata.org/&lt;/a&gt; (página de discussão sobre um possível partido pirata no Brasil) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/estaticas/sobre_o_overmundo.php"&gt;http://www.overmundo.com.br/estaticas/sobre_o_overmundo.php&lt;/a&gt; (Overmundo - cultura compartilhada) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=73270209&amp;amp;tid=5313451162040608029"&gt;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=73270209&amp;amp;tid=5313451162040608029&lt;/a&gt; (sobre o fim da comunidade discografias no Orkut, que disponibilizava links para downloads de músicas) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-7477160241247976600?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/7477160241247976600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/dia-atras-necessitava-fazer-copia-de-um.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7477160241247976600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/7477160241247976600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/04/dia-atras-necessitava-fazer-copia-de-um.html' title='Propriedade ?'/><author><name>Gabriela Domiciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-m_64KJHuxys/Tj8gu3s_YHI/AAAAAAAAANM/InDg0CJuZ8U/s220/braslia009.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4968783009323440975.post-5413921598883965273</id><published>2009-03-27T00:18:00.000-03:00</published><updated>2009-04-05T02:08:10.881-03:00</updated><title type='text'>Burros por excelência</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Não é a toa que em um país de maioria afro-descendente apareçam nas novelas galãs altos, claros e dos olhos azuis, o público gosta de se identificar com algo que não lhe pertence, preferimos o estrangeiro a o nacional, foi o que Tarsila tentou dizer com o Abaporu mostrando que o estrangeiro deve ser digerido e enquadrado na nossa realidade, e não apenas reproduzido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O sentimento aristocrático português, que condenava serviços manuais e sustentava a boa vida da aristocracia, ainda está presente no Brasil. O que vemos até hoje é o sub-julgamento dos trabalhos ditos menos importantes e a elevação das funções consideradas nobres, como política, medicina e direito. Sendo tutelado pelo estado um alto padrão de vida para quem executa essas funções “superiores” nos órgãos públicos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Por esses e outros pensamentos extremamente alienados, digo que a classe média é burra por excelência. Burra porque acredita estar mais próxima do high-society e distante do “povão”. Essa classe vota junto com os magnatas reproduzindo assim suas ideologias, é a classe que tem medo de perder tudo e que na verdade não tem nada, acreditando estar bem longe dos reflexos do sub-desenvolvimento, já que não passam fome, tem hospitais bons para os seus filhos e costumam ter um carro na garagem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tentar mudar algo pelo caminho da sensibilização e consciência de nacionalismo tem se mostrado uma tática de pouca ou nenhuma eficiência. A mudança só começa aparecer quando os formadores de opinião são atingidos pelos problemas, os oprimidos não têm voz, e mesmo que quisessem falar repetiriam os discursos de seus patrões, levando em consideração que a formação política vem de uma boa base educacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Sendo assim, a forma de conseguir a mudança não vem de murros em ponta de faca, que sempre reivindicam e mostram os mesmos flagelos desde que nos entendemos por Brasil. O mais inteligente seria então mostrar pra essa classe burra (da qual faço parte) o quanto ela é afetada por esses vícios estatais, assim veria que carrega junto com o resto da população a “nobreza” que sempre almejou.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Se parassem pra pensar por alguns minutos nos gastos exorbitantes com o governo e o beneficio que tem em troca, perceberiam logo que perdem todos os anos uma pequena fortuna, com impostos onerosos, burocracia e mau funcionamento da maquina pública, alem de gastos com seguros, previdência privada, juros etc. Notariam que o automóvel do ano que tem é na verdade um elefante branco, que em outros paises valeria a metade do preço e teria o dobro do conforto. Notariam que se as escolas fossem melhores não gastariam com ensino privado, e no final de todas as contas chegaria a conclusão de que estão sendo lesados dia a dia por corroborar com um discurso conservador, mantedor do um status quo de uma elite dominante da qual nunca fizeram parte e nem vão fazer.&lt;/p&gt;  &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/06168375466801256476"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4968783009323440975-5413921598883965273?l=subestacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://subestacao.blogspot.com/feeds/5413921598883965273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/03/burros-por-excelencia.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5413921598883965273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4968783009323440975/posts/default/5413921598883965273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://subestacao.blogspot.com/2009/03/burros-por-excelencia.html' title='Burros por excelência'/><author><name>Ricardo Esteves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Ldan204flW8/SdbPBqQKKfI/AAAAAAAAANM/dBdaPqmyi-g/S220/piscina.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry></feed>
